Glossário Teosófico

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Verbetes: P

Pôúrvavid (Sânsc,)

Que conhece o passado, Pârvottarâ (Sánsc.) - O Nordeste. Púrvya (Sânsc.) — Anterior, prévio, precedente. 532

Prabhava (Sânse,)

Origem, nascimento, fonte, princípio; produção; poder, gran- deza, majestade, dignidade, excelência; criador, produtor, engendrador, gerador; linha- gem, família, Como adjetivo: exímio, eminente, predominante. No final de palavra com- posta: nascido, emanado, procedente; predominante. Frabhâva (Sânsc.) — Poder, autoridade, grandeza, excelência, dignidade, nobreza, supremacia, predomínio; brilho, esplendor, Prâbhava (Sânso.) — Preeminência, senhorio, Frabhavana -— Ver| Prabhava, Prabhavâpyaya (Sânsc.) — Aquilo do qual tudo se origina e no qual todas as coisas se resolvem, no final do ciclo de existência, 499

Prâbhrita (Sánsc,)

Presente feito a um deus, a um príncipe, a um amigo etc. Pra-bhàd (Sânsc.) — Vir à ser, tornar-se, nascer; manifestar-se, surgir, aparecer, desenvolver-se, Prabhu (Sânsc.) — Senhor, príncipe, governador, poderoso, augusto, preeminente, Vishnu, Prabhutà (Sânsc.) =» Poder, senhorio, Prabhôta (Sáânsc.) — Produzido, nascido, surgido, aparecido, manifestado. Prabodha (Sánsc.) — Vigília, vigilância; inteligência; saber, Prabodhana (Sônsc.)— Ação de despertar alguém; ação de reavivar ou reanimar al- Bo. Prâchandya (Sánsc.) — Violência, paixão, Fráâchâra (Sânsc.) — Contrário aos bons costumes, Prâchârva (Sânsc.) — Escolar, aluno, discípulo,

Prachetas (Sánsc,)

Sobrenome de Varuna, deus da Água, ou, esotericamente, seu princípio, Feliz, contente; atento; conhecedor, sábio, É também o nome dos Prajâpatis € de um poeta védico, Práchetasas (Sânsc.) — Dakcha é filho dos Prâchetasas, os dez filhos de Prâchina- barhis. Segundo os Purânas, são homens dotados de poderes mágicos e que, enquanto estavam praticando austeridades religiosas, permaneceram consumidos em profunda me- ditação, no fundo do mar, pelo espaço de dez mil anos. É também o nome de Dakcha, chamado de Práchetasa, (Ver Doutrina Secreta, 11, 186 e segs.) [Os Práchetasas obtive- ram de Vishnu o dom de se converterem em progenitores da bumanidade., Desposaram Máãárichã, da qual tiveram um filho, Dakcha (ver esta palavra).) Prâchina (Sâánsc.) — Vôo para diante ou para o Leste; oriental; anterior, primeiro; antigo. Prâchinabarhis (Sánsc.) — Indra, regente do Leste, Prâchinatilaka (Sânsc.) — À Lua, Prâchipati (Sânsc.) — Senhor ou regente do Leste: Indra, Prachoda ou Prachona (Sâánsc.) — Que impele ou incita, Práâchurvya (Sânsc.) — Multidão, abundância.

Prácrito (Prâkrita ou Prábkrito) [de prákrita, voalgar]

Um dos dialetos provin- ciais do sânscrito: “a linguagem dos deuses” e, portanto, sua materialização. [É o idioma vulgar da Índia, que convivia com o sânscrito (elaborado, perfeito), do qual deriva, e que por sua vez deu origem a outros dialetos, como o páii, que se tornou a linguagem sagrada do budismo em algumas partes remotas da Índia. O prácrito é frequentemente usado nos dramas hindus, nos quais os brahmanes e príncipes falam o sânscrito e os personagens de categoria inferior empregam o prácrito e outros dialetos vulgares. (Macdonell, Histária da Literatura Sânscrita.)) SOO

Pradâna (Sáânsec,)

Que dá, oferece, concede; dom, doação; oblação, oferenda; que comunica ou ensina; produtor,

Pradarzana (Sánsc,)

Aspecto, aparência; que mostra ou indica; instrução, ensi- namento, lição. Pradarzin (Sânsc.) — Que olha ou vê; que mostra ou indica, Pradatri (Sânse.) — Doador, que dá, concede ou outorga. FPradáva (Sânsce.) — Dom, presente, oferta, oferenda. Pradeza (Sânsc.) — Direção, destino; lugar, sítio, região; exemplo, Pradezana (Sânsc.) — Significado idêntico ao de Pradâáya, Pradhân (Sânsc.) — Predomínio. Pradhana (Sânsc.) — Ação de ferir ou matar; destruição; batalha, Pradhâna (Sánsc.) — Matéria indiferenciada, chamada em outras partes e em outras escolas de A&kaza e designada pelos vedantinos com o nome de Múlaprakriti ou Raiz da matéria. Em resumo: a Matéria primordia! ou original, [Pradhâna, ou seja, Múlaprakriti dos vedantinos, € à massa imensa de matéria em estado caótico, informe ou indiferencia- da, a matéria original, a causa material do universo, a substância de que são formadas to- das as coisas da Natureza; o princípio não-criado e eterno, oposto ao Purucha (Espírito), Nas Escolas Sânkhya e Yoga, a palavra Pradhâna é sinônimo de Prakriti, Contudo o au- tor do sistema Vedanta estabelece algumas diferenças entre as duas, aplicando o nome de Fradhâna à matéria ou causa material do Universo e o de Prakriti à Natureza, (Darrzana, p. 64) O termo Pradhâna € igualmente empregado para designar a natureza material, Significa também: a pessoa ou coisa principal, chefe, cabeça etc, Algumas vezes este nome é utilizado para designar o Espírito Supremo e, de fato, o Pradhâna € um aspecto do Parabrahman, segundo lemos na Doutrina Secreta, 1, 277. (Ver Prakriti.)) Pradhânaka (Sânsc.) — No sistema sânkhya, é a substância primordial: pradhâna,. (E, Hoult) Pradhâna-purucha (Sánsc.) — À pessoa principal; homem eminente ou autoridade; o Princípio masculino supremo; o Espírito supremo. Epfteto de Vishnu e de Shiva, Pradhânâtman (Sânsc.)— O Espírito Supremo: Vishnu, Pradhâtá (Sânsc.) — Preeminência, superioridade. Pradhâvana (Sânsc.) — O vento.

Prafjali ou Práfijali (Sânso,)

“Que faz 0 anjair', isto é, que junta no alto as mãos em sinal de adoração ou reverência. Prapanna (Sáxso. — Aquele que chegou, recorreu ou acudiu especialmente em sú- plica ou em busca de refúgio. Aparecido; ocorrido. Prapâtha (Sânsc.) — Via, senda, caminho, Prapâthaka (Sânsc.) — Lição, capítulo. FPrapitâmahba (Sânsc.) — Bisavô, É também um epíteto de Brahmã e de Krishna. No plural (Prapitâmanãs): ancestrais, antepassados, avós. Prâpta (Sênsc.) — Chegado, vindo; alcançado, obtido, adquirido, Prâpti (Sânsc.) — (De prâp, alcançar) — Um dos oito síddhis (poderes) do Rája-Yo- ga. Éo poder de trasladar-se de um lugar para outro, instantaneamente, através apenas da força de vontade; a faculdade de adivinhar, profetizar e curar, que é também um po- der do Yoga. [À faculdade de alcançar um ponto qualquer, por distante que seja, Práâpri significa também: obtenção, aquisição; proveito, utilidade; lucro, ganância, bom êxito.) Prârabdha (Sánsc.) — Começado, empreendido,

Prâgrahara (Sânsec,)

Que ocupa o lugar superior; principal, chefe, Pragvamsa (Sânsc.) — Vestíbulo da câmara de sacrifício. Praharana (Sáânsc.) — Arma, projétil, arma lançadora. Prahârana (Sánsc.) — Coisa preferível. Prahâsa (Sânsc.) — Epfteto de Shiva; nome de um lugar de peregrinação situado a oeste da Índia. Prahi (Sânsc.) — Poço, fonte. Prahina (Sánsc.) — Abandonado; necessitado, privado, desvanecido. Prahita (Sânsc.) — Conveniente; apto, idôneo, competente. Prahlãda (Sânsc.) — Filho de Hiranyakazipu, rei dos asuras daityas, Como era de- voto fervoroso de Vishnu, de quem seu pal era inimigo acérrimo, esteve, por esta razão, sujeito a cruéis tormentos e castigos. Para livrá-lo disso, Vishnu adotou à forma de Nri- Sinha (homem-leão, seu quarto avatar) e assim matou o pai desapiedado, [Prahlâda sig- nífica literalmente: alegria, bem-estar, felicidade. Depois da morte de seu pai, Prahlâda tornou-se rei dos daityas. (Bhagavad-Gitá, X, 30) Ver Nri-Sinha.) 502

Prâkritas, Criações

Ver Criações. Prakriti (Sânsc.) — À Natureza em geral; a Natureza em contraposição ao Purucha - a natureza espiritual e o Espírito, que juntos são os “dois aspectos primitivos da Divin- dade única desconhecida”. (Doutrina Secreta, 1, 82) [Prakriti significa a Naturezgou o mundo material, a Matéria primordial e elemental, a causa ou essência material de todas as coisas, a Matéria no mais alto sentido da palavra, desde o mais denso e grosseiro (o mineral) até o mais sutil e etéreo (o éter, a mente, o intelecto) e significa também a na- tureza espiritual, que são apenas os dois aspectos primitivos da Divindade Una e desco- nhecida. (Doutrina Secreta, 1, 82.) O Purucha e a Prakriti (Espírito e Matéria) são, em sua origem, a mesma coisa; porém, ao chegarem no plano da diferenciação, cada um de- les começa seu progresso evolutivo em direções opostas. Assim, pois, Brahma é essen- cialmente Espírito e Matéria. ([b., 1, 267, 453). À Prakriti é dual na metafísica religiosa, porém, segundo as doutrinas esotéricas, é setenária, como todo o universo. (fb., 1, 39) A Prakriti ou Natureza (a Raiz de tudo) não é criada, não é uma produção, mas é produ- tora. Segundo o Sânkhya-Kkárikd, as produções (attvas, formas ou princípios) da Prakriti, também chamadas de sete Prakritis ou Naturezas da Prakriti são: Mahat (ou Mahâ-Bud- dh), Ahamkâra e os cinco Tânmáâtras (1, 227, 400). Cada partícula ou átomo da Prakriti contém Jíva (vida divina) e é o corpo do Jíva que contém; assim como cada Jíva é por sua vez, o corpo do Espírito supremo, uma vez que “Parabrahman impregna cada Jíva, bem como cada partícula da Matéria”. (1, 569) À rigor, Prakriti e Pradhâna (ver esta palavra) não são palavras sinônimas; há diferenças entre ambas. A Prakriti é um aspecto do Pradhâna; este último (Prakriti sutil) é a base original, a causa material, sem princípio nem fim, causa não-desenvolvida, não-evolucionada, a Matéria não-manifestada, a Na- tureza material visível e invisível. (1, 595, 636) Segundo a filosofia sânkhya-yoga, exis- tem dois princípios igualmente não-criados e eternos: Purucha e Prakriti (Espírito e Matéria), que, por sua mútua união, dão origem a todos os seres animados e inanimados. (Bhagavad-Gitâã, XI111,26) Porém, diferem completamente entre si, pois, opostamente ao Purucha, à Prakriti é inconsciente, produtora, sempre ativa e incessantemente sujeita a movimentos, mudanças e transformações. À Prakriti, além disso, não é uma substância simples, como o Purucha, mas é constituída pelos três gunas (modos, qualidades ou atri- butos), denominados respectivamente sativa, rajas e tamas, que não são simples acidentes da matéria, mas que são de sua própria natureza e entram em sua composição, como os ingredientes que integram o produto. Os três gunas estão universalmente difundidos na natureza material; existem em todas as criaturas, determinando o caráter ou condição in- dividual pela proporção em que se encontram em cada um dos seres. (Ver Gunas.) Gra- ças à sua atividade e potência produtora, a Prakriti (Matéria) pode apresentar-se em 505

Prákrito (Prâkrita ou Prácrito)

Ver Prácrito. Pralaya (Sânsc.) — É um período de obscuridade ou repouso (planetário, cósmico ou universal); o oposto ao manvantara, (Doutrina Secreta, 1, 397) [Pralaya é o período de dissolução, sono ou repouso relativo ou total do Universo, que sobrevém ao fim de um Dia, de uma Idade ou de uma Vida de Brahmã, Porém, este termo não se aplica unica- mente a cada “Noite de Brahmô", ou seja, à dissolução do mundo que segue a cada Man- vantara, aplica-se também a cada “Obscuridade” e a cada cataclismo que põe fim, atra- vês do fogo ou da água, alternadamente, a cada Raça-mãe, Há muitos tipos de Pralaya, porém os principais são: 1º) o Naimittika, “ocasional” ou “acidental”, causado pelos in- tervalos dos “Dias de Brahmã”, durante os quais Brahmãâ (que é o próprio Universo) dorme em sua Noite. Este Pralaya é a destruição de todas as criaturas, de tudo o que tem vida e forma, porém não da substância, que permanece numa condição estacionária até que surja à nova aurora, ao terminar à Noite; 29) o Prákritika ou “elemental”, que ocorre no fim da Idade ou Vida de Brahmã, quando tudo o que existe se dissolve no Elemento primordial, para ser novamente modelado no fim daquela Noite mais longa. Neste tipo de Pralaya, o retorno deste universo à sua natureza original é parcial e físico; 3º) o Atyanti- ka, definitivo ou absoluto, que não se refere aos mundos ou ao Universo, mas unica- mernie a algumas individualidades, sendo, portanto, o Pralaya individual ou Niírvâna, que depois de ter sido alcançado, não possibilita nenhumaá outra existência futura ou renasci- 506

Pralaya solar

Ver Praiaya, Pramãâ (Sânsc.) — Percepção sensível, conhecimento, consciência. FPramâda (Sánsc.) — Embriaguez, estupor, torpor; insensatez, aturdimento; negli- gência, descuido, erro, negligência no cumprimento de seus deveres,

Pramâna (Sânsec,)

Medida, limite; pauta, regra; regra de ação; modelo, exemplo; autoridade; prova, testemunho, evidência, certeza; instrumento ou meio de conhecimen- to. Os meios de conhecimento ou de sc chegar à verdade, segundo à filosofia sânkhva- Yoga, são três: 1º) a percepção direta através dos sentidos; 2º) a inferência ou dedução e 3º) a autoridade, revelação ou experiência alheia, 507

Pramudita (Sânse,

Alegre, contente, feliz, Pramukha (Sânsc.) — Chefe, homem eminente; o principal, o primeiro, o melhor; o tempo presente, Prana (Sânsc.) — Velho, vetusto, antigo. Prâna (Sáânsc.) — Princípio vital; alento de vida, [É o terceiro princípio (ou o segun- do, em outras classificações) na constituição setenária do homem; é a vitalidade, a força vital, a vida que impregna todo o corpo vivo do homem, à energia ou potência ativa, que produz todos os fenômenos vitais. O alento, a vida do corpo, é uma parte da vida ou do alento universal, À Vida é universal, onipresente, eterna, indestrutível e a porção desta Vida universal individualizada ou assimilada a nosso corpo é aquela que se designa pelo nome de Prâna. Ao morrer O corpo, o Prâna retorna ao oceano de Vida cósmica. Todos os mundos, todos os homens, animais, plantas e minerais, todos os átomos e moléculas, numa palavra, tudo o que existe está submerso num imenso oceano de vida, vida eterna, 5038

Prânâpâna (Sânsec,)

Prâna-apâna — Inspiração e expiração, Prânapati (Sânsc. — Literalmente: “senhor da vida”; o coração. Prânârthin (Sânsc.) — Sedento de vida.

Prânas

Ver Prâna. Prânasadman (Sânsc.) — Literalmente: “residência da vida”; o corpo. Prânasamrodha (Sânsc.) — Ver Prâna-samyama. Prâna-samyama (Sânsc.) -- “Domínio ou retenção do alento”. (Ver Prânáyâma.)

Pranati

Ver Pranama. Pranâtman (Frâna-âtman) (Sânsc.) — O mesmo que Sútrâtman [ou Sútrâmaãl, o eterno germe-fio, no qual encontram-se enfileiradas, como contas de um rosário, as vi- das pessoais do Ego. [Ver Sfitrâmean.] Pranava (Sânsc.) — Uma palavra sagrada equivalente a AUM, [Louvor; expressão glorificadora ou laudatória; a palavra ou sílaba sagrada OM ou AUM, (Ver OM, AUM e Vâch.) Prânavâyus (Sánsc.) — Os cinco ares ou alentos vitais; os cinco Pândavas; ar ou alento vital. Prâna-vidyá (Sânsc.) — A ciência do Prâna (alento). Prânavritti (Sânsc.) — Atividade ou função vital. Pranaya (Sánsc.) — Chefe, guia; conduta; manifestação; confidência, confiança; fa- miliaridade; favor; afeto, amor; zêélo; desejo; petição, solicitação. Pranáya (Sânsc.) — Livre de paixão, de amor ou de desejo; reto, justo, honrado; ze- loso. Fráânáyâma (Sânsc.) — Domínio, restrição e regulação do alento na prática do Yoga. [É um dos exercícios preparatórios do Yoga superior, Consta de três partes: 19) Púra- ka, inspiração prolongada, retendo, em seguida, tanto quanto possível, o ar no corpo; 2º) Rechaka, expiração prolongada até deixar, tanto quanto possível, os pulmões vazios e 3º) Kumbhaka, suspensão de ambos os movimentos respiratórios. À ordem destas três partes é variável; alguns as expõem da maneira descrita, outros começam pela expiração, segui- da da inspiração e retenção do alento, e outros, finalmente, enumeram estes três passos da seguinte maneira: inspiração, retenção do alento e expiração. À prática mais comum é começar pela expiração seguida da inspiração pela mesma narina e suspensão do alento seguida de expiração pela outra narina; repetindo a inspiração por essa narina e assim su- cessivamente. Às vezes o nome Prânâvyâma é aplicado a cada uma das partes isolada- mente, O exercício do Prânáyâma, devidamente praticado sob a direção de uma pessoa habilitada, é altamente benéfico, uma vez que, como já se disse, é uma das partes preli- minares do verdadeiro Rája-yoga, através do qual todas as energias vitais são dominadas e todas elas se submetem ao Eu superior. Porém, nesta mesma prática repousa também o Hatha-Yoga e em tal conceito os Mestres se opõem unanimemente a seu exercício, pe- las consequências funestas que costuma trazer tanto para a parte física quanto para a moral do homem, (Doutrina Secreta, 111, 502, 509) Ver Bhagavad-Gitá, IW, 29; Aforis- mos de Patarijali, 11, 29, 49, 50, 51 e o comentário correspondente de M. Dvivedi. Ver também a passagem do Astugftá reproduzido na Doutrina Secreta, 1, 122.1 Pranâza (Sânsc.) — Perdição, perda, ruína, quebra, destruição, S10

Prâneza (Prâna-fza) (Sânsc,/

Senhor da Vida. FPranidhâna (Sánsc.) — À quinta prática dos vyogês: a devoção perseverante [ao Se- nhor]. (Ver Aforismos do Yoga, 11, 1 é 32.) [O termo Pranidhâna foi interpretado tam- bém no sentido de “obediência”, “submissão mental”, “completa dependência” ou “pró- prio abandono” (20 Senhor ou lzvara). Ver o comentário de M. Dvivedi aos Aforismos 1, 23 e 1, | e 32. Este termo tem outras acepções: empenho, intento; efeito; emprego; atenção, consideração, meditação etc.) Pranidhi (Sânsc.) — Emissário, explorador; seguidor, prosélito, No Budismo: ora- ção, súplica etc. Prânin (Sânsc.) — Que tem alento de vida; que é dotado de vida; homem, animal, ser ou criatura viva, Pranipâta (Sâánso.)-—- Cumprimento; humilhação, prostração; reverência, submissão; submissão ou obediência ao mestre ou superior; humildade,

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