Vigésima letra do alfabeto inglês. No alfabeto latino, seu valor era 160, é com um traço em cima (T) significava 160.000. É a última letra do alfabeto hebraico, o Tau, cujos equivalentes são T, TH e seu valor numérico é 400, Seus símbolos são, como tau, uma cruz +, a armação fundamental da construção, e como tez (T), a nona letra, uma serpente e o cesto dos Mistérios eleusinos. É a trigésima letra do alfabeto sânscrito. Na língua sânscrita há também o : chamado cerebral, pronunciado com a ponta da Yíngua to- cando o fundo do pálato e que nas transliterações é designado com um ponto colocado sob a letra (t). Há ainda no alfabeto sânscrito o fh e o sh, que se pronunciam respectiva- mente como 1 é th, porém acompanhadas de leve aspiração. 7 é o nome de um dos nâádis que partem do coração. (Râma Prasád) Ta (Sánsc.) — Néctar ou ambrosia; bárbaro (não-ário); homem vil; virtude; santida- de. Ta (Eg.) — Amuleto feito geralmente de cornalina, jaspe ou quartzo vermelho, pen- durado no pescoço da múmia. O texto especial do capítulo CLVI do Livro dos Mortos, gravado neste filactério, colocava o defunto sob a proteção de Ísis. (Dicionário de Ar- queologia Egípcia) Taaroa (Taiti) O poder criador e o principal deus dos taitianos. Taavids ou Tahvids (Zend.) — Fórmulas de orações escritas sobre papel ou perga- minhos, que os parsis colavam a alguma parte do corpo, como preservadoras contra to- dos os males, (Zend-Avesta) Tab-nooth (Hebr.) — Forma: um termo cabalístico.
Segundo Eliphas Levi, “esta Tábua de Esme- ralda é toda a Magia em uma só página”. Porém a Índia tem uma palavra apenas que, uma vez compreendida, contém a “Magia inteira”. Esta, contudo, é uma tábua que, se- gundo se supõe, foi encontrada por Sarai, esposa de Abraão(l) no corpo morto de Her- mes. Assim o dizem os maçons e os cabalistas cristãos, Porém, na Teosofia, achamos que É uma alegoria, Não poderia significar que Sarai-Swati, esposa de Brahmã, ou deusa da ciência e sabedoria secreta, encontrando inda muito da sabedoria antiga latente no corpo morto da Humanidade, fez reviver tal sabedoria? Isso conduziu ao renascimento das Ciências ocultas, durante tanto tempo esquecidas e desatendidas em todo o mundo. À Tábua em questão, contudo, embora contenha “toda a Magia” é demasiado longa para ser aqui reproduzida. Apesar do que diz a autora desta obra, não pudemos resistir ao desejo de publicar este documento, Este é o texto traduzido do Corpus Hermeticum (Discurso de Iniciação” e “A Tábua de Esmeralda”), Ed. Hemus: “É verdadeiro, completo, claro e certo. O que está embaixo é como o que está em cima e o que está em cima é igual ao que está embaixo, para realizar os milagres de uma única coisa, “Ao mesmo tempo, as coisas foram e vieram do Um, desse modo as coisas nasceram dessa coisa única por adoção. O Sol é o pai, a Lua é a mãe, o vento o embalou em seu ventre, a Terra é sua ama; o Telesma do mundo está aqui. Seu poder não tem limites na Terra, 669
É um verdadeiro monumento da arte egípcia. Representa a deusa Ísis sob muitos de seus aspectos, O jesuíta Kircher a descreve como uma placa de cobre coberta com uma capa de esmalte negro e adornada com incrustações de prata, Estava na posse do cardeal Bembo e por isso era chamada de Tábua Bembina ou Mensa Istaca,. E. Wynn Westcott, M. B., a descreveu com este título e apresenta sua “História e Significa- do Oculto”, num tomo erudito e muito interessante (com fotografias e ilustrações). Acredita-se que tal Tábua era um exvoto dedicado a Ísis em um de seus numerosos tem- plos. No saque de Roma, ocorrido em 1525, caiu em poder de um soldado, que a vendeu ao cardeal Bembo, que depois a passou ao duque de Mântua, em 1630, época em que se perdeu, [Ver Tabuinha de Bembo.)
É uma tabuinha de bronze que possui uns desenhos incrustados em mosaico e que está atualmente no Museu de Turin. Anterior- mente pertenceu ao cardeal Bembo, Sua origem e data são desconhecidas. É coberta de figuras e hieroglifos egípcios e supõe-se que fosse um adorno de um antigo templo de Ísis. O erudito jesufta Kircher fez uma descrição da mesma e Montfaucon escreveu um capítulo dedicado a ela, (W. W. W.) — À única obra inglesa sobre a Tabuinha Isfaca é de W. Wynn Westcott, que apresenta uma fotogravação que acompanha sua história, descri- ção e significado oculto, [Ver Tábua isfaca.)
Médico egípcio, cuja memória, segundo Eliano, foi ve- nerada pelo espaço de muitos séculos, devido aos seus maravilhosos conhecimentos ocultos, Atribuí-se-lhe o fato de ter feito cessar algumas epidemias simplesmente através de certas fumigações e de ter curado enfermidades fazendo seus pacientes inalarem er- Vas. lah (Hebr.) — Vida, Iaho (Gr.) — Embora este nome seja tratado mais completamente nos verbetes Yaho e Iao, não será demais uma pequena explicação. Diodoro indica que o Deus de Moisés era Iao; porém, como a última letra denota um “deus de mistério”, não pode, portanto, ser confundida com Iaho ou Y4ho (ver). Os samaritanos pronunciam tal nome como Ia- be, Yahva, e os judeus como Yfho e, mais tarde, Jehovah, por mudança das vogais massoréticas, esquema elástico, graças ao qual pode-se permitir qualquer mudança, Po- rém “Jehovah” é uma invenção e invocação posterior, visto que originariamente tal no- me era Jah ou Tacchos (Baco). Aristóteles ensina que os antigos árabes representam Iach Clacchos) através de um cavalo, isto é, o Cavalo do Sol (Dyonisus), que seguia o carro no qual, durante o dia, montava Ahura Mazda, deus dos céus, [Ver Heptakis, lao e Yâho.) Tamblichus -- Ver Jâmblico. Iac (Gr.) — O Deus Supremo dos fenícios: “a luz só concebível pelo intelecto”, o Princípio físico e espiritual de todas as coisas, a “Essência masculina da Sabedoria”, É a luz solar ideal, Entre os fenícios, Iao é o Deus Supremo, cujo nome secreto e trilateral encerra uma alegoria profunda. É um “nome de mistério”. [Entre os caldeus, /aos era também o nome da Divindade Supremaaronada sobre os sete céus, representando o Princípio Espiritual da Luz, e era também mo Demiurgo, Considerado eti- mologicamente, lao significa “Alento de qgonsebido (Ver isis sem Véu, ;2 -301 e Doutri- na Secreta, 1, 483-4; II, 4832-484, 565-571. Ver também Heptakis, Taho, Yáho.)) 238
Ver Tat, Tâda (Sânsc.) — Golpe, castigo; querela, ruído. Tad-aikya (Sânso.,) — “Unidade”; identificação ou unidade com o Absoluto. À Es- sência universal incognoscível (Parabrahm) não tem nome nos Vedas, porém alude-se a ela com a designação de Tad [Tat], “Aquele”, Tadanantara (Sânsc.) — Próximo, conexo, particular de, Tadartha (Sâánsc.) — Que tem este ou aquele propósito, desfenio ou intenção, Tadarthiya (Sânsc.) — Que tem este ou aquele objetivo; que tem aquilo por objeti- vo; que se faz em honra daquilo. Tadavastha (Sânsc.) -- Que se encontra nesta ou naquela condição. Tadâtman (Sânsc.) — Que tem a natureza disso ou daquilo; que participa da essên- cia dele ou disso; que tem a alma fixa, absorvida ou unificada com isso; aquele cujo Eu é só Aquele, Tadbuddhi (Sânsc.) — Que tem aquele pensamento ou desfgnio; que tem o pensa- mento nisso ou naquilo. Taddhana (Sânso.) — Miserâável, sem recursos,
Literalmente: Mundus, 0 Mundo; nome dado à Divindade, cuja identificação indica uma crença no panteísmo, i Taht Esmun (Eg.) - O Adão egípcio; o primeiro ancestral humano.
O mês Paucha, que compreende parte de nosso dezembro e ja- neiro. Taijasa [Taijasf, no feminino] (Sânsc.) - Radiante, luminoso, flamejante (de fe- jas, fogo). É empregado algumas vezes para designar o Mânasa-rúpa ou “corpo de pen- samento” e também os astros. [Ver: Bindu, Manas taijasa e Buddhi taijasf, — Na filosofia vedantina, taijasa significa o centro de consciência cósmica de onde emanam os Devas.) Taila (Sânsc.) — Azeite, estoraque, benjoim, incenso.
À quinta criação ou, melhor dizendo, o quinto período da criação, aquele dos animais inferiores, répteis etc. (Ver Tiryaks-rotas.) Taittiriya (Taittriya) (Sânsc.) — Um Bráhbmana do Yajur- Veda. [Assim também se denomina o sanhitá (coleção de hinos) do Yajur- Veda negro.) Táâkavana (Sânsc.) — Miserável, Takchaka (Sánsc.) — Carpinteiro, fabricante, o divino artífice Tvachtri, Tâkila (Sânsc.) — Artificioso, enganoso, ardiloso, astuto. Takma (Sânsc.) — Progenitura, prole, posteridade. Takya (Sânsc.) — Risível, ridículo. Tala (Sánsc.) — Lugar, superfície, terreno, solo, planície; fundo; estado ou condição. Em sentido figurado, a natureza Íntima, a parte essencial, a causa, o fundo das coisas. — É preciso fazer uma distinção entre os talas e os lokas; os primeiros são estados do inte- lecto cerebral, enquanto que os segundos — ou mais exatamente os três superiores — são espirituais. Quanto mais alguém desce nos salas, mais se torna intelectual e menos espi- ritual. Um homem pode ser moralmente bom, mas não espiritual. O intelecto pode per- manecer estreitamente relacionado com o Kâma. Um homem pode estar num loka e vi- sitar um ou até todos os talas, dependendo da condição do loka, a que pertence, (Doutri- na Secreta, UI, 572.) Tãêla (Sânsc.) — Epíteto de Shiva. O trono de Durgãâ; uma espécie de palmeira. Talaka (Sânsc.) — Tanque, recipiente de água. Tála-ketu (Sânsc.) — Literalmente: “bandeira de palmeira”. Sobrenome de Bhfch- ma e também de um inimigo morto por Krishna, Tala-loka (Sânsc.) — O mundo inferior, 671
Do árabe tilism ou filsam, “imagem mágica”, É um objeto de pedra, me- tal ou madeira sagrados; frequentemente € um pedaço de pergaminho cheio de figuras traçadas sob certas influências planetárias em fórmulas mágicas dadas por uma pessoa versada em ciências ocultas a outra que não as conhece, seja para preservá-la de algum mal, seja para o cumprimento de certos desejos, À maior virtude e eficácia do talismã, contudo, reside na fé de seu possuidor, não pela credulidade deste ou de que o talismã não tenha qualquer virtude, mas porque a fé é uma qualidade dotada de um grande poder criador e, portanto, de modo inconsciente para o crédulo, intensifica em cem vezes o po- der originalmente comunicado ao talismã por aquele que o fabricou. [Antigamente exis- tia a crença geral de que uma jóia ou outro objeto podia se saturar mesmericamente de boas ou más influências e, por mais que em nossos tempos tal crença seja considerada como mera superstição, é indubitável que tais forças possam ser armazenadas num objeto físico e conservar=-se nele por longo espaço de tempo. É indubitável que o homem possa acumular seu magnetismo num objeto, de tal modo que seu grau especial de vibração ir« radiará deste objeto, do mesmo modo que a luz irradia do Sol. Naturalmente, a influência comunicada pode ser boa ou mã, benéfica ou malévola, segundo o caráter ou o desfanio do magnetizador. Cada pessoa tem sua classe especial de vibração mental e astral e qual- quer objeto que tenha estado longo tempo com ela está saturado destas vibrações e pode, por sua vez, irradiá-las ou comunicá-las a outras pessoas que portem tal objeto ou o co- loquem em Íntimo contato consigo. (C. W., Leadbeater, Vislumbres do Ocultismo, pp. 233, 234.) — Alguns dos últimos capítulos do Livro dos Mortos estão consagrados ao es- tudo dos talismãs ou amuletos. No Egito, havia talismãs de todos os tipos (escaravelhos, olho simbólico, o signo da vida, diversos animais sagrados etc), fabricados com materiais diversos, tais como hematita, lapis-lazúli, jaspe, feldspato etc, À maior parte deles foi encontrada na cavidade do peito das múmias. O Museu Egípcio de Paris é muito rico em objetos desta natureza, (Ver Plerret, Die, edPÁrch. Égypr)) Talmidai Hakhameem (Hebr.) — Uma classe de místicos e cabalistas aos quais o Zohar denomina de “Discípulos do Sábio” e que eram sárisim ou eunucos voluntários, fazendo-se assim por motivos espirituais, (Ver Mateus XIX, 12-12, passagem que implica um elogio a tal ato.) Talmude (Hebr.) — Comentários rabínicos sobre a fé judia, O Talmude é composto de duas partes, à mais antiga das quais se chama Mishnah é a mais moderna, Gemara. Os judeus dão ao Pentateuco o nome de Lei escrita e chamam o Talmude de Lei oral não es- crita. (W. W. W.) O Talmude contém as leis civis e canônicas dos judeus, que para ele re- clamam grande santidade, Porque, exceto a diferença já estabelecida entre o Pentateuco e o Talmude, o primeiro — dizem — não pode reclamar qualquer prioridade sobre o se- gundo, pois ambos foram recebidos simultaneamente por Moisés, no Monte Sinai, de Jeová, que escreveu um e comunicou oralmente 0 outro, 672
Languidez, decaimento; ansiedade, temor; desejo; vício, defeito. Tamôla (Sânsc.) — Marcas negras que alguns seguidores levam na fronte. (Ver Ti- taka,) Tamáilapatra (Tamála-Patra) (Sânse.) — Imaculado, puro, É também o nome da folha do Laurus cassia, árvore considerada como possuidora de virtudes mágicas muito ocultas, [O tilaka ou signo frontal, (Ver Tamála.)) Tama-prabha (Sânsc.) — Um dos infernos ardentes. Tamarisk [Tamaris] ou Erica (Eg.) — Uma árvore sagrada do Egito, dotada de grandes virtudes ocultas, Muitos templos eram rodeados por tais árvores, especialmente um situado em Filé, sagrado entre os sagrados, porque supunha-se que sob ele jazia se- pultado o corpo de Osíris. Tamas (Sánsc.) — À qualidade de trevas, “impureza” e inércia; é também a qualida- de da ignorância, pois a matéria é cega, É um termo empregado na filosofia metafísica. a mais inferior das três qualidades (gunas) fundamentais, [No mundo objetivo, Tamas manifesta-se como peso, inércia, densidade, tenacidade e tenebrosidade, Na natureza in- terna do homem, mostra-se como abatimento, temor, desconfiança, indecisão, indolên- cia, ignorância, ofuscação, cegueira, ilusão, erro, insensatez, apatia, displicência, torpor, sono, letargia, sensualismo, impudência, dureza de coração etc. É a qualidade predomi- nante nos brutos e nos reinos vegetal e inorgânico. — “Saiba que a qualidade Tamas, nas- cida da ignorância, leva à ofuscação todas as almas, escravizando-as através do erro, in- dolência e letargia... À cegueira, a inércia, o erro, a confusão, nascem do incremento do Tamas.,* (Bhagavad-Gitá, AIV, 8,13) — Ver Gunas.) Tâmasa (Sânsc.) — Tenebroso, obscuro, sombrio, ignorante, ofuscado, iludido; inerte; indolente, — Nome do quarto Manu. Tâmast (Sânsc.) — À noite; Durgâ. Tamata (Sânsc.) — Que deseja, suspira por alguma coisa ou pessoa, Tamis dos Sábios (Alg.) — Mercúrio Hermético. Tamis da Natureza: é o ar através do qual passam as influências dos astros para chegar até nós, Tamisra (Sânsc.) — Obscuridade, obscuração; obscuridade do ânimo, ignorância; erro; pecado; cólera; a porção obscura do mês, ou seja, desde o plenilâónio até o novilá- nio. Tammuz (Sfr.) — Uma divindade síria adorada por idólatras hebreus e sírios. As mulheres de Israel celebravam anualmente lamentações por Adônis (jovem formoso idêntico a Tammuz), À festa celebrada em sua honra era solsticial e começava com a Lua nova no mês de Tammuz QGullho) e ocorria principalmente em Byblos, na Fenfeia; porém, eram celebradas também, no séc. IV de nossa era, em Bethlehem, pois vemos São Jerô- nimo (Epístolas, p, 49) escrever suas lamentações com estas palavras: “Sobre Bethlehem, o bosque de Tammuz, isto é, de Adônis projetava sua sombra! E na gruta onde antes chorara o menino Jesus, era chorado o amante de Vênus.” De fato, nos Mistérios de Tammuz ou Adônis, transcorria uma semana inteira em lamentos e pranto. Às procissões fúnebres eram seguidas por um jejum e, mais tarde, por festas; porque depois do jejum considerava-se Tammuz-Adônis como ressuscitado dos mortos e, pelo espaço de vários dias, ocorriam orgias desenfreadas de júbilo, de comida e bebida, como atualmente du- rante à semana da Páscoa, 673
Ver Tamoghna, Tamotud (Sánsc.) — Literalmente: “vencedor de trevas”, O fogo, 0 Sol, a Lua, uma lâmpada, Tamovrit (Sánso.,) — Coberto de trevas; envolto nas trevas da ignorância.
Uma deusa, o mesmo que Belita. Tamti-Belita é o Mar personifi- cado, a mãe da cidade de Erech, a Necrópole caldéia, AÁstronomicamente, Tamti é Ásto- reth ou Ishtar, Vênus, Tamue (Alg.) — Matéria da obra preparada e cozida ao rubro de papoula, Tanaim (febr.) — Iniciados judeus, cabalistas bastante doutos dos tempos antigos. O Taimude contém várias lendas sobre eles e cita os nomes principais dos mesmos.
Este sábio dontor em medicina, que professava especial afeição à Alquimia, expressou, no séc, XVI, seu desejo de criar em todas as universidades uma cátedra de Alquimia e de fazer com que Geber e Lull fossem comentados publicamente da mesma forma que Hipócrates e Galeno, Isso desgostou bastante os alquimistas de profissão, segundo declaração de Franz Gassman, em seu Examen Alchemisticum. (Ver Figuier, L'Alchomie, 130.) Tandu (Sárnsc.) — Um dos servidores de Shiva, Era muito hábil na música e inven- tou à dança denominada 7ândava. (Dowson, Dic, Clássico Hindu, Tândya, Tândaka (Sânsc.) — O mais importante dos Brahmanas do Sâma-veda. (Dowson, op. ci.) Tanen ou Tatenen (Eg.) — Forma de Ftha, freqiientemente chamado Ftha-Tanen e Ftha-Sokar-Osíris-Tanen em seu caráter de deus-míúrmia, Uma deusa, forma de Hathor, é também chamada de Tanen., Finalmente, dá-se também este nome a uma localidade, frequentemente mencionada nos textos religiosos, como residência de Osíris ou de So- kari, (Pierret, Dict, dArch. Égypt.)