Vigésima sexta letra do alfabeto inglês. Como número, representa 2.000 e com um traço em cima (£) equivale a 2.000.000. É a sétima letra do alfabeto hebraico, Zayin (ou dsayin), sendo seu símbolo uma espécie de cetro egípcio, uma arma. O zayin equivale ao número sete, O número vinte e seis é considerado extremamente sagrado pelos caba- listas, sendo igual ao valor numérico das letras do Tetragrammaton. Assim, he vau he yod SS + 6 + 5 + 10 =26 Em sânscrito, o Z é a quadragésima quarta letra e a primeira das três sibilantes do alfabeto, que, nas diferentes transliterações, é expresso através de um s com um ponto embaixo, sh, sh, s, ç ou z (o que ocasiona inúmeras confusões) e soa quase como o s si- bilante dos andaluzes ou como o &, francês de maçon. (Ver a letra S.) Za (Sânsc.) — Shiva; arma; felicidade; bom augúrio. Zabala (Sánsc.) — Machado ou salpicado de tintas de diversas cores; um dos dois cães nascidos de Saramâ. (Ver Zavala.)
Ver Sahbdabrahman. Zabulon (Hebr.) - A morada de Deus, o décimo Devachan (em grau). Daí o décimo filho de Jacó, Zabulon. Zacchai (Hebr.) — Um dos nomes da Divindade.
Ver Sacht. Zaddah (Alg.) — Antimônio. Zadok (Hebr.) — Segundo Josefo (Antiguidades, X, 8 $ 6), Zadok foi o primeiro sumo-sacerdote hierofante do grande Templo de Salomão. Os maçons o relacionam com um de seus graus.
Um dos nomes sob o qual o deus Baco era adorado. Orfeu, que estava a seu serviço, foi o fundador dos Mistérios. (Doutrina Secreta, II. 280.) Zahau (Alg.) — Magistério ao rubro.
No Islã, é o Logos manifestado. (P. Houlit) Zaibac (Alg.) — Mercúrio, LZaibar (Alg.) — Mercúrio (Paracelso), Zaiva (Sânsc.) —- De Shiva ou relativo a Shiva; shivafta ou adorador de Shiva. Zaivya (Sânsc.) — Relativo a Shiva. Da tribo de Zivi. Nome próprio de um rei. Um dos cavalos do carro de Krishna,
Ver Shaktis. Zakuntalà (Sánxsc.) — Famoso e belíssimo drama sânscrito composto por Kâlidâsa e cuja leitura sugeriu a Goethe as seguintes palavras: “Queres abranger com um só nome as flores da primavera e os frutos do outono, o que embeleza e encanta, o que alimenta e sacia, o céu e a Terra? — Nomeio-te Zakuntalã e, assim, tudo está dito.” Zakya (Sânsc.) — Possível, factível, praticável.
Ver Saimalí. Zalmat Gaguadi (Acad.) — Literalmente: “a raça obscura”, a primeira a entrar em degeneração, segundo as lendas babilônicas. À raça adâmica, uma das duas principais raças que existiam no tempo da “Queda do homem” (por conseguinte, nossa terceira Ra- ça-Mãe), sendo a outra denominada Sarku ou “raça de cor clara”. (Doutrina Secreta, HI, 5)
Ver Shambhala, Zambhu (Sânsc.) — Homem venerável; sábio; santo. Brahmã; Shiva, Zambhutanaya (Sânsc.) — Epíteto de Kârttikeya e de Ganesha. Zampun (Tib.) — À árvore sagrada da vida, que tem muitos significados místicos. Zani (Sânsc.) -- O planeta Saturno ou seu regente, (Ver Krâra-lochana.)
O grande legislador e fundador da religião conhecida por nomes diversos, tais como, Masdeísmo, Magismo, Parsismo, Culto do Fogo e Zoroas- trismo, À época do último Zoroastro (pois este é um nome genérico) é desconhecida e, talvez por esta razão, Xanto de Lydia, o primeiro escritor grego a mencionar este grande legislador e reformador religioso, 0 situe cerca de 600 anos antes da guerra de Tróia, Porém, onde está o historiador que possa nos dizer, hoje, quando se deu esta guerra? Aristóteles e Eudóxio assinalam uma data não menor a 6,000 anos antesdos dias de Pla- tão, e Aristóteles não era homem de fazer uma tal afirmação sem ter boas razões para isso. Beroso faz dele um rei da Babilônia cerca de 2200 anos a.C., porém, então, como pode alguém dizer quais eram os números originais de Beroso antes que seus manuscri- tos passassem pelas mãos de Eusébio, cujos dedos eram tão hábeis para alterar números tanto nas tábuas sincrônicas egípcias como na cronologia caldéia? Haug dá a Zoroastro uma antiguidade não menor a 1000 anos a.C. e Bunsen (Deus na História, tomo 1, livro 111, cap. VI, p. 276) diz que Zarathustra Spitama viveu no tempo do rei Vistaspa, uns 3.000 anos antes de nossa era e o descreve como “uma das mais poderosas inteligências e um dos maiores homens de todos os tempos”. Com datas tão exatas e com a completa extinção do idioma zenda, cujos ensinamentos encontram-se traduzidos, provavelmente da maneira mais desconexa, para a língua pelvi — uma língua que, como demonstrou Darmsteter, acabou caindo em desuso já nos tempos dos Sassânidas —, nossos sábios e 'orientalistas pretenderam monopolizar para si próprios o direito de indicar datas hipoté- ticas para a idade do santo profeta Zurthust. Porém, os anais ocultos pretendem possuir as datas exatas dos treze Zoroastros mencionados no Dabistan. Seus ensinamentos, espe- cialmente os do último (divino) Zoroastro, difundiram-se desde a Bactriana até os medos e daí, sob o nome de Magismo, incorporada pelos Adeptos astrônomos da Caldéia, in- fluíram enormemente sobre os ensinamentos místicos das doutrinas mosaicas, embora antes, talvez, culminassem no que atualmente é conhecido como à moderna religião dos parses. Como Manu e Vyâsa na Índia, Zarathustra é um nome genérico dos grandes re- formadores e legisladores. À hierarquia começou com o divino Zarathustra no Vendídãd e terminou com o grande, porém mortal, homem que portava tal título e que hoje está perdido para a história. Como o demonstra o Dabistan, existiram muitos Zoroastros ou Zarathustras, Segundo a Doutrina Secreta, tomo II, o último Zoroastro foi o fundador do Templo do Fogo de Azarcksh, muitos séculos antes da era histórica, Se Alexandre não tivesse destruído tantas obras sagradas e preciosas dos masdefstas, a verdade e a fi- losofia estariam mais inclinadas a convir com a história em conceder ao vândalo grego o título de “Grande”, (Ver Zoroastro.) LZarca (Alg.) — Júpiter, estanho. 769
Ver Shâstra. Zatabhichaj (Sânsc.) — Uma mansão lunar. (Râma Prasãd) Zatachakra Nirúpana (Sânsc.) — Título de uma obra referente à filosofia dos tan- tristas. (Râma Prasãad) Zatanea (Alq.) — Flores de Agnus castus.