Ver Protito, Protologoi (Gr.) — Às Sete Forças Criadoras Primordiais, quando se antropomorfi- zaram em Arcanjos ou Logos, Protologos (Gr.) — O Homem arquétipo, Adão Kadmon, Nas escrituras exotéricas é Vishnu. Em sânscrito, tal palavra equivale a Púrvaja.
Ver Karma-Nemesis, Pschent [ou Skhent] (Eg.) — Símbolo em forma de dupla coroa [uma branca e outra vermelha], que significa a presença da Divindade, tanto na morte quanto na vida, na Terra como no céu. Este Pschent é portado unicamente por alguns deuses. Psicagogo (Gr.) — Mago que evocava as sombras dos mortos, Este nome era aplica- do especialmente aos sacerdotes de Heraclea.
Palavra usada primeiramente pelos teósofos. Significa escrita sob o ditado ou a influência do “poder anímico” de alguém; os espíritas contudo adotaram agora este termo para designar a escrita produzida pelos médiuns sob a orientação de “espíritos” que voltam à Terra.
A ciência da alma; antigamente, uma ciência que era base imprescindf- vel para a fisiologia; atualmente ocorre o inverso: a psicologia baseia-se (devido a nossos grandes homens da ciência) na fisiologia.
Literalmente: “medição da alma”, O fato de ler ou de ver, não com os olhos do corpo, mas com a alma ou com a visão interior.[O professor Buchanan, de Louisville, deu o nome de psicometria à faculdade por ele descoberta, que permite a certo tipo de pessoas sensitivas receber, de um objeto que têm na mão ou aplicado à fronte, impressões do caráter ou aspecto do indivíduo ou coisa qualquer com que tal ob- jeto esteve em contato. Assim, um manuscrito, uma pintura, uma peça de vestuário, uma jóia etc., por mais antigos que sejam, transmitem ao sensitivo uma imagerm vívida do pintor, escritor ou portador do objeto em questão, ainda que tenha-vivido em tempos re- motos. E mais: um fragmento de um edifício antigo recordará sua história e até cenas que aconteceram em seu interior ou em suas imediações, Esta descoberta prova que tudo o que ocorre na natureza, por mais insignificante que seja, deixa uma impressão indelével na natureza física, (lsis sem Véu, 1, 182) — Ver Nectromancia,)
A base física da consciência. Psicopompo (Gr.) — Literalmente: “condutor de aima”. Sobrenome de Hermes (Mercúrio), Segundo lemos na Odisséia, Hermes conduzia ao Hades Gnferno) as almas dos mortos. “Marchava à frente dessas almas, como pastor à frente do rebanho e elas O seguiam estremecidas pelas tenebrosas sendas que conduzem à noite eterna, — Ver Anúbis, Beet-febub etc.
Encantadores de serpentes do Egito e outras partes da África. [Os psilos constitufam um antigo povo da Líbia, sezundo Plinio, Possufam a vir- tude de curar as mordeduras de serpentes e de matar esses répteis graças a um veneno natural, que tinham no corpo, Num vaso de bronze egípcio, conservado no Museu do Louvre, vê-se a figura de um psilo encantando uma serpente.
Pertencente ou relativo à alma, Este termo € aplicado igualmente à pes- soa dotada da faculdade de perceber formas astrais ou etéreas, ao clarividente ou cla- riouvinte. (P. Hoult)
Termo atualmente usado para designar, de modo vago, todo tipo de fenômenos mentais, isto é, a mediunidade, a sensibilidade superior, à receptividade hipnótica, a profecia inspirada, a simples clarividência na luz astral e a verdadeira vidência divina; numa palavra, tal termo compreende toda fase e manifesta- ção dos poderes e das faculdades da alma humana e da alma divina,
Ver Pushkara. Puchkarasra] (Sânsc.) - Os gêmeos Ázvins, Puchpa (Sânsc.) — Flor. Puchpachâpa (Sânse.) — “Que tem um arco de flores, Epíteto de Kâma, deus do amor, Puchpadanta (Sânsc.) — Nome do chefe dos Gandharvas ou dos Vidyâdharas; no- me de um nága e de um santo jaina, Puchpadrava (Sânsc.) -— O néctar das flores. Puchpagiri (Sânsec.) — “Montanha das flores.” Residência de Varuna. Puchpaka (Sânsc.) — Florido. O carro de Kuvera. Uma espécie de serpente; nome de uma montanha. Puchpaketana (Sânsc.) — Ananga ou Kâma, deus do amor, que tem um estandarte de flores. Puchpamãása (Sánsc.) — “Estação das flores”, a primavera. Puchpapura (Sânsc.) — “À cidade das flores”: Pátaliputra. Puchparasa (Sânsc.) — O néctar das flores, Puchpasamaya (Sânsec.) -- Ver Puchpamâsa. Puchpasâra (Sânsc.) — Ver Puchparasa, Puchpâstra (Puchpa-astra) (Sânsc.) — O deus do amor, armado de flores. Puchpavat (Sânsc.) — Florido, adornado de flores. O Sol e a Lua. Puchpavâti (Sânsc.) — “Jardim de Flores de ouro.” “Residência de Kuvera, deus das riquezas.” (Ver Puchpagiri.) FPuchpechu (Sânsc.) — Epíteto de Ánanga ou Kâma, Puchya (Sânsc.) — O oitavo asterismo lunar. O mês de Puchya, que compreende parte dos nossos dezembro e janeiro, Puchyalaka (Sânsc.) -—- Mendigo que anda nu. Pudgala (Sânsc.) — Homem, indivíduo; o corpo; a matéria, a alma; o ego ou eu que se reencarna, Como adjetivo: belo, formoso; que tem forma definida; dotado de proprie- dades. Epíteto de Shiva. Pôga (Sânsc.) — Propriedade, faculdade natural; massa, multidão; associação, cor- poração. Pújá (Sânsc.) — Oferenda; culto e honras divinos tributados a um Ídolo, divindade Ou à alguma coisa sagrada, Culto, adoração, devoção, veneração, respeito, homenagem.