Ver Paribarha. Parivarjana (Sânsc.) — Ação de evitar ou fugir, Parivarta (Sáânsc.) — Revolução, mudança, troca: vicissitude;: fuga, retirada; fim de um Kalpa ou destruição de um universo; o avatar de Vishau em forma de tartaruga; mansão; lugar. Parivarta (Sânsc.) — Ver Parivarta, Parivartana (Sânsc.) — Troca, mudança, Farivatsara (Sânsc.) — Revolução de um ano. Parivecha (Sânsc.) — Preparação ou distribuição de alimento; círculo, especialmente um halo ao redor do Sol ou da Lua,
Conhecimento completo, Parivedana (Sânsc.) — Tormento, ansiedade; miséria. (Ver Pariveda ) Parivita (Sânsc.) — O arco de Brahma. Pari-vra), Pari-vrája e Pari-vrájaka (Sânsc.) — Em linguagem búdica, é o reli- gioso mendicante, que vagueia de um lugar para outro, sem lar próprio. 1º) Um brâhma- ne no quarto e último grau de sua vida religiosa. 2º) Um sannyâást, 3º) O chela que pas- Sou por sua primeira iniciação e entrou no sendeiro. (P, Hoult) Parivràiya (Sânsc.) — Condição ou estado do religioso mendicante. Parivridha (Sâánsc.) — Pessoa a quem se corteja, Chefe, mestre, superior, Parivritta (Sânsc.) — Retorno, volta; mudança, troca. Parivritti (Sânsc.) — Estendido ao redor; duradouro; terminado, concluído. Parizichta (Sânsc.) — Apêndice, suplemento, 469
Os seguidores de Zoroastro, Este nome é dado aos restos da outrora poderosa nação iraniana, que permaneceram fiéis à religião de seus antepassados, ou seja, o culto ao fogo, Estes seguidores, em número de uns cinquenta mil, vivem hoje na India, principalmente em Bombaim e Guzerat. Parsvamaud (Sânsc.) — Acovardado, diminuído, fugitivo, temeroso. (Bérgua) Pârtha (Sânsc.) — “Filho de Prithã”", Nome patronímico dos três primeiros príncipes pandavas e especialmente aplicado a Arjuna. Pâruchya (Sânsc.) — Aspereza no trato; dureza de linguagem: insolência, insulto. Parva ou Parvan (Sânsc.) — Nó, articulação; membro; divisão; seção ou capítulo de um livro; época ou tempo determinado; ocasião; momento favorável; perfodo de tempo; momento em que o Sol entra num signo do Zodíaco; festa ou dia consagrado, Em lingua- gem védica, certas épocas do mês lunar. Parvadhi (Sânsc.)— A Lua,
Ver Parva. Fârvana (Sánsc.) — Cerimônia em honra dos manes ou antepassados, também cha- mada de zráâddha (ver). Parvasandhi (Sânsc.) — Ponto de união de um parva; o momento do novilúnio ou do plenilánio. Parvata (Sânsc.) — Montanha, árvore. Parvatâdhâra (Sânso.) — À terra, Parvata-rája (Sânsc.) — “O rei das montanhas”, O Himalaya. Parvatâri (Sânsc.) — Epíteto do deus Indra. Pârvatt (Sânsc.) — Nome da esposa de Shiva, também chamada de Durgãâ. Paryâlocha (Sânsc.) — Circunspecção; deliberação, reflexão. Paryanta (Pari-anta) (Sânsc.) — “Que está além dos limites”; fim, término, limite. Paryantikã (Sánsc.) - Excesso, furor; depravação, Paryâpta (Sânsc.) — Apto, hábil, capaz; suficiente; abundante; logrado, obtido; completo. Paryâpti (Sânsc.) — Conclusão, fim; satisfação; suficiência; aptidão, capacidade, Paryavasâna (Sánsc.) — Fim, término. Paryâya (Sânse.) — Circuito, volta, inversão; revolução do tempo; mudança, muta- ção; ocasião, oportunidade; ordem, método; propriedades de uma substância. Paryayana (Sânsc.) — Negligência; perda de tempo; o ato de andar ao redor. 470
Homem muito instruído, místico e ocultista. Nasceu por volta do ano de 1700, em Portugal. Viajou muito, adquirindo vasto saber onde pôde, no Oriente, Turquia, Palestina, Arábia e Asia central. Foi um grande cabalista. Foi também mestre ou Iniciador do Marquês de Saint Martin, que fundou a Escola c as Lojas místicas martinistas, Segundo se diz, Paschalis morreu em São Domingos, aproximadamente em 1779, deixando para a posteridade várias obras excelentes,
Seu termo equivalente em inglês, Easter, vem evidentemente de Ostara, a deusa escandinava da primavera, Era o símbolo da ressurrei- ção de toda a Natureza e era adorada no início da estação das flores. Era costume entre os pagãos escandinavos antigos, em tal época do ano, a troca de ovos coloridos, chama- dos de “ovos de Ostara”, que se tornaram os atuais “ovos de Páscoa”, Segundo a obra Asgard e os Deuses, “o cristianismo deu outro significado a este antigo costume, relacio- nando-o com a festa da Ressurreição do Salvador, o qual, como a vida latente no ovo, dormiu no sepulcro durante três dias antes de despertar para a nova vida”, Isso era na- tural, uma vez que Cristo era identificado com o próprio Sol da primavera, que desperta em toda a sua glória, depois da lúgubre e prolongada morte do inverno, Esta mesma idéia, embora ligeiramente velada, é exposta por Goethe na belíssima e pitoresca cena do domingo de Páscoa, da primeira parte do Fausto. Uma das provas palmares da Íntima relação existente entre o cristianismo e o culto do Sol e da Lua é o fato de a Igreja Ro- mana ter fixado a festa da Páscoa da Ressurreição no domingo (dia do Sol) que segue imediatamente o décimo quarto dia da Lua de março. Os cristãos do Oriente celebram tal festa no décimo quarto dia da Lua que segue o equinócio de primavera, qualquer que seja o dia da semana em que caia. Daí o nome de guartodecimans, Por outro lado, há estreita relação entre a festa pascal e a vida da Natureza, no fato significativo da distinção esta- belecida entre a Páscoa de Ressurreição ou florida, assim chamada por ser celebrada na época do florescimento das plantas, e a Páscoa de Pentecostes, que é celebrada sete se- manas depois, no tempo em que começa a colheita dos frutos da terra, motivo pelo qual é chamada nas Escrituras de Festa das Primícias, também celebrada solenemente pelos ju- deus cinqiienta dias depois da primeira Páscoa. (Ver Ovos de Páscoa e Pentecostes.) 471
[Também chamado de Sejet ou Sekhet.] — À deusa de cabeça de gato à Lua. No Museu Britânico bá grande número de estátuas e representações da mesma. a esposa ou aspecto ferninino de Prah (filho de Knef), o princípio criador ou o Demiurgo egípcio. Também é chamada de Beset ou Bubastis e é, então, tanto o princípio que reúne como aquele que divide ou separa. Sua divisa é: “Castiga o culpado e extirpa o vício” e um de seus emblemas € o gato, Segundo o visconde Rougé, o culto desta deusa É extre- mamente antigo (uns 3,000 anos a.C.), Pasht é a mãe da raça asiática, a raça que se esta- beleceu no norte do Egito. Como tal, é chamada de Ouato, (Ver" Sejet.) Pashut (Hebr.) — “Interpretação literal”. Um dos quatro modos de interpretar a Bf- Elia, usados pelos judeus, Pashyanti (Sânsc.) — O segundo dos quatro graus (Pará, Pashyantt, Madhyamá e Vaikhari) em que se divide o som [vách], segundo sua diferenciação. [Ver. Vách,)
Ver Vãâch. , Passagem do Rio Esta frase é encontrada nas obras referentes à magia medieval. É o nome dado a um alfabeto cifrado em uso entre os rabinos cabalistas puma data anti- ga. O rio a que se alude é o Chebar. O nome em questão pode também-ser encontrado nos autores latinos com a expressão de Literae transitus. Pastophori (Gr.) — Certa classe de candidatos à Iniciação, aqueles que levavam nas procissões públicas (e também nos templos) o féretro sagrado ou leito funerário dos deuses-sóis, mortos e ressuscitados, de Osíris, Tammuz (ou Adônis), Atis e outros, Os cristãos adotaram seus sepulcros dos pagãos da Antiguidade.
Ver Rito do Féretro. Pásupatas (Sánsc.) — Uma seita de adoradores de Shiva, cujas doutrinas eram con- sideradas pelos vedantinos como heréticas, porque não admitem que a Divindade criou o Universo a partir de sua própria essência, Para eles, Ízvara, o Ser Supremo, é, como o oleiro, à causa eficiente, mas não a material, Patákãâ (Sânsc.) — Bandeira, signo, sinal, marca, símbolo; bom augúrio; divisão de um drama. Pátaka (Sânsc.) — Causa de queda; pecado, crime, Pátakin (Sânsc.) — Criminoso, pecador, perverso, malvado, Patala (Sánsc.) — Massa, multidão, séquito, cortejo. Patalâ (Sânsc.) — Livro, capítulo de um livro. Pátâla (Sânsc.) — O mundo inferior; os antípodas; daí, segundo a superstição popu- lar, as regiões infernais e, filosoficamente, as duas Américas, que são antípodas da Índia. Também significa o Pólo Sul, por ser oposto ao Meru ou Pólo Norte. [Segundo os Purâ- nas, é preciso estabelecer uma distinção entre o Naraka (ver) e o Pátâla. O primeiro é o lugar de castigo para os mortais, enquanto que o segundo é a região infraterrestre ha- bitada por nâgas, daityas, dânavas, yakchas e demais seres que formam a “oposição” do Panteão hindu, Há sete regiões desta espécie, situadas uma debaixo da outra e cujos no- mes e ordem de enumeração variam segundo os diversos Purânas que tratam deste as- sunto, Segundo o Padma-Purâna, tais regiões são: Atala, Vitala, Sutala, Talâtala (ou Ka- ratala), Mahâtala, Rasâtala e Pátãla, este propriamente a região mais inferior, Segundo o Vishnu-Purâna, são: Atala, Vitala, Nitala, Mahátala, Sutala e Pâtâla. (Ver Lokas.) Conta-se que o sábio Nârada, assim como Orfeu, visitou estas regiões infernais, das quais fez depois uma brilhante descrição, dizendo que, pelos prazeres do corpo e deleites 472
Ver Partimokka,. Patimokka (Pál.) — Equivalente ao Patimokcha sânscrito, Literalmente, “desencar- £o”. No Budismo, é a confissão pública dos próprios pecados, Uma vez a cada quinze dias, cada bhikchu (ver) faz, diante da assembléia, uma confissão pública de suas faltas e recebe a penitência que lhe é imposta, (Olcott, Catecismo Búdico, p. 80.) Patni (Sânsoc.) -— Esposa, ama da casa. Patra (Sânsc.) — Asa, folha de planta; folha de livro; pétala. Pâtra (Sânsc.) — Vaso, recipiente, receptáculo; o corpo; leito de um rio; pessoa digna, merecedora, idônea. Patranjana (Sânsc.) — Tinta. Patrasôchi (Sânsc.) -—- Espinho, aguilhão. Pâtratâ (Sânsc.) — Capacidade, aptidão, dignidade, Pâtri (Sânsc.) — Defensor, protetor; bebedor. Pátrira (Sáânsc.) — Oblação, oferenda. Pâtriya (Sânsc.) — Vaso sagrado. Patti (Sânsc.) — Movimento, marcha; soldado que vai a pé. Pattra (Sânsc.) — Veículo, Pâtuka (Sânsc.) —- Caduco, exposto à queda; pendente; precipício, Paucha (Sânsc.) — Nome do mês hindu que corresponde ao nosso dezembro-janei- ro, Pauchna (Sânsc.) — O vigésimo oitavo asterismo lunar, também chamado de Revari. Pauna(s) punya (Sânsc.) — Repetição, reiteração. Paundra (Sânsc.) — Literalmente, “de cana”; arundíneo, Nome do caracol de Bhi- ma. (Ver Bhagavad-Gitá, 1, 15.) Paura (Sânsc.) — Cidadão, urbano. Paurâna (adjetivo derivado de purâna) (Sânsc.) — Antigo, arcaico, primitivo,
Ver- Pancha-sila, Panchechu (Sânsc.) — Significado idêntico ao de Pafichavana, Panichendriya-gocharás (Sânse.) — Às cinco classes de sensações; as cinco “pasta- gens”, domínios, esferas ou objetos dos sentidos. Pafichendriyas (Pasicha-indrivas ou, mais propriamente, paficha-indrivârni) tSânsc.) — Os cinco sentidos, (Ver Indrivas.) Panchen Rimboche (Tib.) — Literalmente, “o grande Oceano ou Mestre de Sabe- doria”, Título do Techu Lama em Tchigadze; uma encarnação de Amitábha, “pai” celes- tal de Chenresi, o que quer dizer que é um avatar de Tsong-kha-pa. (Ver: Son-kha-pa.) Por direito, o Techu Lama é o segundo depois do Dalai Lama; de fato, é superior, uma vez que Dharma Richen, o sucessor de Tsong-kha-pa no áureo mosteiro fundado pelo último reformador e estabelecido pela seita dos gelukpas (“Turbantes Amarelos”), é 455
Os cinco fogos (um de cada ponto cardeal e o Sol), entre os quais certos penitentes praticam suas austeridades. Paficha-indriyas (Sânsc.) — Ver Pafichendriyas. Pafichajana (Sânsc.) — Famoso gigante que vivia no fundo do mar em forma de molusco e que foi morto por Krishna em seu próprio elemento. Parichajana significa também homem em geral, Pancha-janã(s) (Sánsc.) — À quinta Raça; a Raça ariana. 453
Relativo ou pertencente aos Purânas, Paurânika (Sánsc.) - BErâhmane versado nos Purânas. Paurava (Sânsc.) — Filho ou descendente de Púru. Paurnamãsa (Sâánsc.) — Cerimônia da Lua cheia, Paurnamãâst (Sânsc.) — O dia do plenilónio. Paurucha (Sânsc.) — [Derivado de purucha, homem etc.) Virilidade, valor, força, energia, potência, forças pessoais. Como adjetivo: viril, pessoal. 474
Emblema da soberba e da inteligência de cem olhos e também da Ini- ciação, É a ave da sabedoria e do conhecimento oculto; tem na cabeça uma svástika, uma coroa semelhante a uma estrela de seis e, às vezes, de sete raios (duplo triângulo); sua cauda representa o céu estrelado e em seu corpo estão escondidos os doze signos do Zo- díaco, pelo que é denominado de Dvâdaza-kara, o de doze mãos, e Dvádazâkcha, o de doze olhos, (Doutrina Secreta, II, 655) Segundo uma tradicão oriental. foi lancado do céu juntamente com Satã. Os yevidis, qualificados de “adoradores do diabo”, tributam- lhe culto com o nome de Muluk- Taus, “senhor Pavão Real”, (Ver Doutrina Secreta, Il, S41) Entre os antigos cristãos esta formosa ave era símbolo da Ressurreição, pois, como é sabido, todos os anos, ao se aproximar o inverno, caem-lhe todas as plumas, para no- vamente as recobrar na primavera, quando a Natureza parece sair da tumba, Assim, é encontrado em alguns monumentos cristãos das catacumbas, junto a outras figuras que também representam a ressurreição e a imortalidade. Em um de tais monumentos, desco- berto em Milão, em 1845, vê-se o pavão real rodeado de sete estrelas. À ave em questão figura também entre os animais reunidos ao redor de Orfeu, nas pinturas cristãs que re- presentam este insigne poeta e tocador de lira.
Em 1705, o general Paykill, que lutava contra os suecos, caiu prisioneiro € foi condenado à morte pelo rei Carlos XII da Suécia, Para salvar a vida, comprometeu- se a fabricar todos os anos um milhão de escudos em ouro, através do procedimento que lhe foi revelado por um oficial polaco chamado Lubinsky, que por sua vez o aprendeu de um sacerdote grego de Corinto. Aceito o trato, procedeu-se à operação com todas as precauções que o caso exigia. O rei havia encarregado Hamilton, genéral de artilharia, para vigiar atentamente os trabalhos do alquimista. Este misturou os ingredientes, junta- mente com sua tintura, em presença de Hamilton, e acrescentou certa quantidade de chumbo, fundindo assim os materiais preparados; operou a transmutação, da qual resul- tou uma massa de ouro que serviu para cunhar 147 ducados. Foi cunhada, além disso, uma medalha comemorativa, com o peso de dois ducados, que levava esta inscrição: Hoc 475
Eis aqui como o Bhagavad- Gftâ expressa a maneira de conseguir o Sossego, a tranquilidade, a paz de ânimo, virtude que, por ser de tão alta estima, a Igreja Romana considera como um dos “frutos do Espírito Santo”: “Consegue à paz aquele em cujo coração estinguem-se os desejos, como os rios perdem-se no mar, o qual, embora cheio, jamais transborda; porém muito distante está da paz aquele que acaricia desejos: O ho- mem que, tendo extirpado de seu coração toda classe de desejos, vive livre de afãs, inte- resses e egoísmo, obtém a paz. — Tal € a meta, a condição divina,” (Bhagavad-Gftá, II, 70-72). Quando o Eu desviou sua atenção dos veículos, invólucros ou diversos corpos que ocupa, até o ponto em que estes já não influem sobre ele; quando pode servir-se de- les segundo lhe apeteça; quando chegou a ser perfeita a claridade de sua visão; quando os veículos, já não contendo vida elemental, mas unicamente a vida emanada do Eu, deixam de constituir um obstáculo para suas atividades, então a Paz cobre o homem com suas asas, pois este chegou finalmente àquilo que há tanto tempo pretendia alcançar. O ho- mem, unido desde então ao Eu, não se confunde com seus veículos, que para ele consti- tuem apenas as ferramentas que maneja a seu gosto. Realizou esta paz, que reside no coração do Mestre, a paz daquele que domina em absoluto todos os seus veículos e que, por consegiinte, é o senhor da vida e da morte. À união da vontade individual com a Vontade Una, a fim de servir à Humanidade, é para nós um objeto cem vezes mais ape- tecível do que todos os bens da Terra, Não viver isolado dos demais seres, mas, ao con- trário, tornar-se uno com eles, identificando-se com os mesmos; não querer alcançar so- zinho a paz e a felicidade e dizer com o Buddha: “Jamais gozarei sozinho a paz final, ao contrário, em todas as partes e sempre sofrerei e lutarei até que toda a Humanidade a al- cance comigo”. Então nos aproximaremos da Divindade e percorreremos o sendeiro se- guido por todos os grandes Seres e nos daremos conta de que a Vontade, que a ele nos conduziu, é bastante poderosa para sofrer aínda, para lutar mais ainda, até que o sofri- mento e a luta tenham finalmente cessado para todos e que todos gozemos a Paz infinita, (A, Besant, Estudo sobre a Consciência.)
Ver Pâsa. Páza-pâni ou Páâza-bhrit (Sânsc.) — “Que tem uma corda na mão”. Epfteto de Varuna. Pazcháâttápa (Sáânsc.) — Arrependimento, contrição. Pazchimã (Sânsc.) — À região ocidental. Pâzupata (Sânsc.) — Seguidor de Shiva-pâzupati. À flecha milagrosa de Shiva. Pazu-pati (Sânsc.) — “Senhor dos animais”, Epíteto de Shiva, 476