Pazyanti
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Glossário Teosófico
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Ver Pazyant.
Signo de Iniciação mencionado no Apocalipse de São João, Esta pedra tinha gravada a palavra prêmio e era símbolo daquela palavra dada ao neófito que, em sua Iniciação, havia passado vitoriosamente por todas as provas dos Mistérios, Era a poderosa cornalina branca dos rosacruzes medievais, que a tomaram dos gnósticos, “A- quele que vencer será dado de comer do maná escondido (o conhecimento oculto que, como sabedoria divina, desce dos céus) e lhe darei uma pedra branca e na pedra um novo nome escrito (o “nome de mistério” do homem interno ou o Ego do novo Iniciado), no- me que ninguém conhece a não ser aquele que o recebe”, (Apocalipse, II, 17),
“Pedra dos Filósofos”. Termo místico pertencente à Alquimia e que não tem significado muito diferente daquele que geralmente se lhe atribui. À Pedra Filosofal é também chamada de “pó de projeção”. o Magnum Opus (Grande Obra) dos alquimistas, objeto que devem alcançar à todo custo, uma substância que tem a virtude de transmutar em ouro puro os metais mais vis, Con- tudo, misticamente, a Pedra Filosofal simboliza a transmutação da natureza animal e in- ferior do homem na natureza divina e elevada. À Obra Secreta de Chiram ou Hiram da Cabala, “una em essência, porém três na aparência”, é o Agente Universal ou Pedra dos Filósofos. A culminação da Obra Secreta é o homem espiritual perfeito, num extremo da linha; a união dos três Elementos é o Solvente Oculto da “Alma do Mundo”, a Alma Cósmica ou Luz Astral, na outra extremidade. (Doutrina Secreta, 11, 119) — Considerada do ponto de vista puramente material, estabeleceu-se uma diferença entre a pedra (ou pó) filosofal denominada de grande magistério, grande elixir ou quintessência, que é aquela que adquiriu seu maior grau de perfeição e tem a virtude de transmutar em ouro os metais vis, e a chamada pequena pedra filosofal, pequeno magistério, pequeno elixir ou fintura branca, que é menos perfeita do que a outra e só pode transmutar tais metais em prata. À pedra filosofal apresenta-se em formas e cores diversas (branco, vermelho, ver- de, azul celeste etc.), Segundo Van Helmont, tinha a cor de açafrão em pó e era pesada e brilhante como pedaços de vidro. Paracelso descreve-a como um çorpo sólido de cor ru- bi escura, transparente, flexível, porém quebradiça. Raimundo Lúlio (ou Lull) designa-a algumas vezes com o nome de carbúnculus; outros a apresentam como um pó vermelho etc. Às propriedades essenciais que os alquimistas lhe atribuem são as seguintes: trans- mutar em ouro e prata os metais vis (chumbo, mercúrio, cobre etc.); prevenir e curar to- do tipo de enfermidades, tanto as agudas quanto as crônicas, e prolongar a vida humana além de seus limites naturais; por esta razão, considera-se tal substância, tomada inter- namente, como o mais precioso dos remédios. Alguns autores espagíricos atribuíram a esta famosa pedra outra propriedade importante: a de formar artificialmente pedras pre- ciosas, tais como diamantes, pérolas e rubis. “Haveis visto, Sir - escreveu Lull ao Rei da Inglaterra - a maravilhosa projeção que fiz em Londres com a água de mercúrio que lan- cei sobre o cristal dissolvido; formei um diamante finíssimo, do qual mandastes fazer al- Eumas coluninhas para um tabernáculo”. Outras virtudes ainda mais apreciáveis do ponto de vista intelectual e moral foram atribuídas a este raro tesouro e são as que con- ferem a quem o possui o dom da sabedoria e, além disso, como a pedra filosofal enobrece os metais vis e transforma cristais em pérolas finas, também purifica a alma do homem e extirpa de seu coração a raiz do mal e de todo pecado. À respeito da quantidade de pedra filosofal que deve ser empregada para produzir seus efeitos, as opiniões dos alquimistas variam consideravelmente. Kunckel admite que não pôde converter em ouro mais do que 477
Ver Beryles.
Ver Bertyles.
Ver Betyles.
Espécie de cajado ou báculo, chamado hyg em egípcio. Junto com O flagellum (açoite, létego), é uma insfenia de mando colocada nas mãos de Osíris e dos Faraós. Peetfâré (Par.) — Literalmente: “origem dos males”. Sobrenome de Ahriman. (Zend-Ávesta) Pegernus (Alg.) — Mercúrio dos Sábios.
Adorno da múmia em forma de capinha, que tem um escaravelho, em- blema da transformação, da evolução (sobrevir), adorado pelas deusas Ísis e Neftis. Este amuleto, como indica seu nome, era colocado sobre o peito de defunto, (Pierret) Pelava (Sânsc.) — Tênue, sutil, leve; tenro, delicado.
Um dos principais símbolos dos rosacruzes (o de grau 189) é o pelicano, ave aquática, que flutua ou se move sobre as águas, como o Espírito, e logo sai delas para originar outros seres, Mais tarde, foi poetizada no sentimento maternal de se abrir o peito para alimentar com seu próprio sangue a seus sete filhotes. Película (Alg.) — Matéria da obra durante a putrefação, assim chamada porque se forma sobre sua superfície uma película negra e brilhante. Peling (Tib.) - Nome que, no Tibet, se dá a todos os estrangeiros, especialmente aos europeus,
Ver Cabelo. Pelvi (Pahlavi ou pehlevi) (Per.) — Antigo idioma iraniano ocidental! usado na Pér- sia antiga, durante o período dos Sasânidas (de 226 a 653 d.C.). Possui numerosas pala- vras. semíticas. O nome pehivi significa “força”. Escreve-se da direita para a esquerda 478
Espíritos dos elementos do fo- £oO, igualmente conhecidos pelos nomes de diabinhos, duendes ou aparições, Podem pro- duzir ruídos, “manifestações físicas”, lançar pedras e outros fenômenos desta índole, O que existe de modo visível e palpável para nós no mundo material, existe também, visível e palpável no “firmamento (o mundo da mente) dos espíritos elementais da Natureza” (Meteorum, cap. IV, citado por Franz Hartmann). Penates (do latim penus, provisão da casa e despensa) são os deuses domésticos e tutelares dos antigos romanos, São geral» mente confundidos com os deuses lares ou domésticos (ver) e também com os Cabires, pois, segundo Macróbio, foram transportados por Dardano da Frígia para a Samotrácia e, segundo se conta, Enéias transportou=os de Troya para a Itália, Estes deuses da Sa- motrácia eram chamados de grandes deuses, bons deuses e deuses poderosos, (Ver Ca- bires e Kabiri.)
Alquimista francês que consagrou sua vida à defesa das doutrinas de Paracelso e aos princípios do hemmetismo, não titubeando em dissipar uma fortuna considerável com resultados pouco satisfatórios. Escreveu numerosas obras sobre estes assuntos e empreendeu algumas viagens pela Europa e, em 1617, reduzido à extrema miséria, morreu num hospital de Y verdun (Suíça).
Ver Manas, Pentaclo (Gr.) — Uma figura geométrica qualquer, especialmente aquela conhecida como duplo triângulo equilátero, a estrela de seis pontas (como o pentaclo teosófico). também chamado de “Selo de Salomão" e, em tempos mais antigos, de “Signo de Vi- shnu”, E usado por todos os místicos, astrólogos etc. [Pentaclo é uma figura formada por dois triângulos equiláteros, que se entrecruzam regularmente, formando uma estrela de seis pontas, Propriamente, é um objeto de cinco pontas, tunbém chamado de pentagra- ma, (Ver Pantaclo, Pentácula, Pentagrama, Pentalfa e Selo de Salomão )) Pentaclo pitagórico (Gr.) — Uma estrela cabalística de seis pontas, com uma águia no vértice e um touro e um Jeão sob a face de um homem, É um símbolo místico adotado pelos cristãos orientais e romanos, que colocam tais animais junto aos quatro evangelis- tas, (Ver Os quatro animais )
Também chamado de “pé de bruxa” (Drudenfuss, em alemão) e é freglientemente usado nas operações mágicas. Quando a figura está disposta com apenas uma ponta voltada para cima, significa teurgia 479
Palavra sinônima de pentaclo e penta- grama, Pentecostes (Hebr.) — “Quinquagésima”, Festa celebrada pela Igreja cristã cin- quenta dias após a Páscoa da Ressurreição, porque em tal dia - segundo lemos nos Atos (cap. ID - o Espírito Santo desceu, sob a forma de línguas de fogo, sobre os apóstolos, que então começaram a falar em diversas línguas. Esta mesma festa é celebrada também pelos judeus, com grande solenidade, cinquenta dias depois da Páscoa do Cordeiro, em memória da lei dada a Moisés no Sinal, cinquenta dias depois da saída do Egito, razão pela qual era também denominada de “Festa das Semanas”, porque era celebrada sete semanas depois da Páscoa. Era chamada ainda de “Festa das Primícias”, porque em tal dia os israelitas levavam ao templo as primícias dos frutos de seus campos. (Ver Páscoa.)
Cada uma das sete rondas ou revoluções pelas quais passa a Mônada ou individualidade humana através da série de mundos que formam a cadeia planetária, (Ver Grande Roda, Rodas, Rondas etc.)
Este nome foi dado à nossa Mônada, enquanto percorre seu ciclo de reencarnações. É o único Princípio imortal e eterno que existe em nós. Período brâhmana [ou Período dos Brâhmanas] —- Um dos quatro períodos em que os orientalistas dividiram a literatura védica,
À era dos Geonim encontra-se mencionada nas obras que tratam da Cabala, Compreende o séc. IX d.C. (W. W. WJ)
Segundo os melhores comenta- ristas hindus e Swâmi Dayanand Saraswatl, este período remonta a cinco mil anos antes de nossa era,