Glossário Teosófico

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Verbetes: P

Palavra

Como diz P, Christian acertadamente e de acordo com os ensinamentos esotéricos, pronunciar uma palavra é evocar um pensamento e torná-lo presente; a po- tência magnética da linguagem humana é o princípio de toda manifestação no mundo oculto... As coisas, para cada um de nós, são aquilo que delas faz a palavra ao as nomear. As palavras de um homem são benéficas ou maléficas segundo as influências ocultas de seus elementos, isto é, das letras que as compõem e dos números correlativos às mesmas. História da Magia, obra citada na Doutrina Secreta, 1, 121) A Palavra é o poder gerador da criação, (Doutrina Secreta, UI, S84) (Ver Logos, Mantra, Nome, Vâch etc.)

Palavra Perdida

Dever-se-ia dizer “palavras perdidas” e segredos perdidos, em geral, porque aquilo que se chamou de “Palavra” perdida não é palavra de maneira al- guma, como no caso do Nome Inefável (ver). O Grau do Arco Real da maçonaria está à “procura dela” desde que foi fundado, Porém os “mortos”, principalmente os assassina- dos, não falam e também, quando o “Filho da Viúva” retornar à vida “materializada”, dificilmente poderá revelar aquilo que jamais existiu na forma com que hoje é ensinado, O Shemhamphorash (o nome separado, através de cujo poder Jeshu Ben Pandira, segun- do seus detratores, operou milagres depois de o ter roubado do Templo), derivado ou não da “substância existente por si mesma” do Teiragrammaton, jamais poderá substituir o Logos perdido da magia divina. [Séculos antes da nossa era, os Iniciados dos templos interiores e os mathams (comunidades monásticas) escolhiam um conselho superior pre- sidido por um todo-poderoso Brahmârmã, chefe supremo de todos estes mahátmãs, úni- co guardião da mística fórmula e o único que podia explicar o significado da palavra sa- grada Aum e o de todos os ritos e símbolos religiosos. Porém existia e existe ainda hoje uma Palavra que supera em muito o monossílabo misterioso e que torna quase igual a Brabma aquele que possui sua chave, Os Brahmâtmãs são os únicos que possuem esta chave e sabemos que no sul da Índia há atualmente dois Grandes Iniciados que a pos- suem e só podem transmiti-la na hora da morte, porque é a “Palavra Perdida”, Nenhum tormento, nenhum poder humano poderia obrigar a um brâhmane, que a conhecesse, re- velar um segredo que está tão bem guardado no Tibet. (Doutrina Secreta, UV, 411-412) Com muita razão dizia o vidente Swedenborg: “Procura a Palavra Perdida entre os Hierofantes da Tartária, da China e do Tibet”,] Paláza (Palasa) (Sânsc.) — Também chamado de Kanaka (Butea frondosa). É uma árvore de flores vermelhas, que possuem virtudes muito secretas,

Paleolítico

Termo geológico que significa “idade da pedra antiga”, em contrapo- Ssição ao termo neolítico, a idade da pedra “mais nova”, 452

Páli

À antiga língua de Magadha, que precedeu o sânscrito mais refinado, As es- crituras búdicas são todas escritas nesta Kngua. Páli (Sânsc.) — Linha, fileira; fronteira, limite. Palingenesia [do grego palin, novo, e gênesis, nascimento.| — Renascimento, rege- neração, transformação. [“Se uma coisa perde sua substância material, resta ainda a for- ma invisível na Luz da Natureza (a Luz Astral) e, se pudermos revestir tal forma com matéria visível, podemos torná-la visível novamente, Toda matéria é composta de três elementos conhecidos em Alquimia pelos nomes de enxofre, mercúrio e sal, Por meios al- químicos é-nos possível criar uma atração magnética na forma astral, de modo que possa atrair os princípios dos elementos (o AÁkáza), que tinha antes de sua modificação, e os in- corporar, tornando-se visível novamente, Platão, Sêneca, Erasto, Avicena, A verroes, Alberto Magno, Caspalin, Cardano, Cornelio Agrippa, Eckastshausen e muitos outros autores escreveram sobre a palingenesia das plantas e dos animais, Kircher ressuscitou uma rosa das cinzas na presença da rainha Cristina da Suécia, em 1687, O corpo astral de uma forma individual permanece com os restos desta última até que tais restos tenham sido completamente decompostos e, através de certos métodos conhecidos pelos alqui- mistas, pode ser revestida de matéria e se tornar de novo visível. (F. Hartmann) (Ver) Kircher, Gaffarillus, Leffas, Reencarnação ete.)]

Pallacidas

Mulheres egípcias de classe elevada, que se consagravam especial- mente ao culto de uma divindade, Havia pallacidas de Bast, de Isis etc. As mais célebres eram as de Ammon, O texto grego do decreto de Canope qualifica-as de virgens, mas sabemos, pelos monumentos, que podiam casar-se. (Pierret, Dict, dArch, Égypt.) Pallava (Sânsc.) — Gema; ramo; crescimento, paixão nascente; instabilidade. Pallavâstira (Sânsc) » Sobrenome de Kâma ou deus do Amor,

Pam

Ver Pa, Pâmara (Sânsc.) — Vil, ruim, desprezível, Pampas (Sânsc.) — Dor, sofrimento, aflição. Pana (Sânsc.) — Jogo; preço, valor, salário; objeto de comércio; negócio; uma moe- da equivalente a 80 pequenas conchas empregadas como moedas,

Pândara (Sânsc,)

Palidez; pálido, branco, amarelado. Fândava (Sánsc.) — “Filho ou descendente de Pându”. [Com este nome patronfímico são designados os cinco príncipes rivais dos Kurus ou Kuravas, Estes príncipes, cujos nomes são Yudhichthira, Bhima, Árjuna, Nakula e Sahadeva, representam, no Bhaga- vad- Girá, a natureza superior do homem, com suas tendências e aspirações mais eleva- das. (Ver Mahâbhárata e Pându.)) Pândavâran!t (Sâônsc.| — Literalmente, “a Rainha Pândava”, Título de Kunti, mãe dos [três primeiros] príncipes Pândavas, (Todos eles são símbolos personificados suma- mente importantes na filosofia esotérica.) [É preciso notar que Kunti era mãe dos três primeiros príncipes, isto é, de Yudhichthira, Bhima e Arjuna; os dois príncipes restantes, Nakula e Sahadeva, eram filhos de Mádrt, a outra esposa de Pându.) Pândavâyana (Sánsc.) — Literalmente, “companheiro dos Pândavas”: epíteto de Krishna, Pandita (Pundit) (Sánsc.) — Sábio, doutor, letrado, professor, Como adjetivo: sá- bio, douto, inteligente, ilustrado. [Título honorífico dado, na Índia, aos bráhbmanes versa- dos na ciência religiosa e aos fundadores das seitas e inclusive aos homens verdadeira- mente competentes em todo tipo de conhecimentos. (Bérgua, O Râmâyana, p, 821, no- tas)) Panditamânin e Panditammanya (Sânsc.) - Um pedante que se acredita sábio, Panditya (Sânsc.) — Ciência, sabedoria (de um pandita). Pandora (Gr.) — Mulher formosa criada pelos deuses sob as ordens de Zeus [Júpi- ter), para ser enviada a Epimeteu, irmão de Prometeu, Ela possufa uma caixa onde esta- vam encerrados todos 06 males, todas as paixões e todas as pragas que afligem a linha- gem humana, Pandora, cheia de curiosidade, abriu a funesta caixinha, deixando em liber- dade todos os males que assolam a humanidade, 456

Paneno (Panocenus, em grego)

Filósofo platônico da Escola Alexandrina dos fila- leteus, Pâni (Sânsc.) — Mão; o poder manual, (Râáma Prasâd) Pânigraha (Sânsc.) — Literalmente, “união das mãos” (de ambos os contraentes). Parte essencial da cerimônia do matrimônio; por extensão, o próprio matrimônio. Pânigrahana (Sânsc.) — Matrimônio. (Ver Pânigraha ) Pânini (Sânsc.) — Célebre gramático, autor da famosa obra intitulada Pânint- yam., Um Richi que, segundo se supõe, recebeu sua obra do deus Shiva. Ignorando a época em que viveu, os orientalistas situam a obra entre os anos 600 a.C. e 300 d.C. À obra de Pânini é a principal autoridade no que se refere à gramática sânscrita e, como diz o prof. Goldstiicker, é uma espécie de história natural de tal língua, Está escrita sob a forma de aforismos (sútras). Panis (Sânsc.) — Literalmente: “tacanho”. Demônios (dasyus) aéreos, invejosos, falsos, ímpios, maledicentes, inimigos de Indra, que costumavam roubar vacas e as es- conder em cavernas. Panji (Sânsc.) — Registro, comentário; almanaque. Panjikara (Sânsc.) — Escritor, escrivão. Panna (Sánsc.) — Movimento para alguma parte; partida; descenso, queda. Pannaga (Sânsc.) — Ver Nãga. Pannagàzana (Sânsc.) — “Comedor de serpentes”. Epíteto da ave Garuda (ver). Pansil ou Pan-síila (Sânsc.) — Ver Dasa-stla e Paficha-sila, Pantaclo (Pantacle, em inglês) (Gr.) — O mesmo que Pentalfa, Éo triplo triângulo de Pitágoras ou estrela de cinco pontas. Este nome foi-lhe dado porque reproduz a letra A (Alpha) em seus cinco lados ou em cinco posições diversas, Contudo, seu número é composto do primeiro número ímpar (3) e do primeiro número par (2). É muito oculto. Em Ocultismo e na Cabala representa o Homem ou Microcosmo, o “Homem celeste” e, como tal, era um poderoso talismã para manter à distância os maus espíritos ou elemen- tais. Na teologia cristã relaciona-se com as cinco chagas de Cristo, porém seus intérpre- tes deixaram de acrescentar que estas “cinco chagas” simbolizavam o Microcosmo ou “pequeno universo”, ou seja, a Humanidade, designando tal símbolo a queda do Espírito puro (Christos) na matéria ([assous, “vida” ou homem). Na filosofia esotérica, o Pentalfa 457

Pantácula (Lat)

Placas de metal que têm símbolos mágicos gravados ou escritos. São utilizadas come amuletos, talismãs etc., contra as enfermidades causadas por más influências astrais, (EF. Harmann) Pentágono (Gr.) — De pente, cinco, e gonia, ângulo, É uma figura geométrica plana com cinco ângulos. [O significado desta figura é que o Manas é o quinto princípio e que o pentágono é símbolo do Homem ou Microcosmo, não só por ter cinco membros, mas, antes, por ser consciente ou pensante. (Doutrina Secreta, II, 609) Assim o Microcosmo (Homem) é representado como um pentágono dentro do hexágono ou estrela de seis pontas, símbolo do Macrocosmo ou Universo. (Ibidem, 1, 244) (Ver Makaram e Pancha- karam.)]

Panteísmo (do grego pan, todo, e Theos, Deus)

Sistema filosófico que identifica Deus com a Natureza e vice-versa, e em virtude do qual a Natureza é apenas o aspecto físico, a manifestação visível ou corpo da Divindade suprema ou, melhor dizendo, da Alma do Mundo, Princípio infinito e onipresente que a tudo anima, Segundo os ensina- mentos do Bhagavad-Gitá, a Divindade suprema (Brahma), o Absoluto, é de uma só vez Espírito e Matéria. Sua natureza inferior, a matéria, é origem ou matriz de todos os se- Tes, enquanto sua natureza superior, a espiritual, é o Elemento vital que os anima e sus- tenta (VII, 4-6). Brahma é, portanto, o Grande Todo, a Causa eficiente e material de to- das as criaturas e de todas as formas de matéria ou, segundo se expressa numa compara- ção gráfica, é o oleiro e o barro usado para fazer a vasilha. (Ver Deus e Panteísta.)

Panteísta

[Aquele que professa o panteísmo.] Aquele que identifica Deus com a Natureza e vice-versa. O povo costuma impugnar o panteísmo e julgá-lo reprovável. Porém, como pode um filósofo considerar a Divindade como infinita, onipresente e eter- na, e não considerar a Natureza como um de Seus aspectos e não considerar que Ele anima cada um dos átomos da Natureza? Panther (Hebr.) — Segundo o Sepher Toidosh Jeshu, um dos Evangelhos judeus qualificados de apócrifos, Jesus era filho de Joseph Panther e de Maria e, por conse- guinte, Ben [filho de] Panther, À tradição faz de Panther um soldado romano. (W. W. W.) Panyastri (Sânsc.) — “Mulher que se vende”; prostituta.

Pão é Vinho

O Batismo e a Eucaristia têm sua origem no Egito pagão. Ali eram ESET) usadas as “Águas de purificação” (os persas tomaram do Egito a fonte batismal mítria- ca), assim como o Pão e o Vinho, “O vinho, no culto dionisíaco, bem como na religião cristã, representa o sangue, que em diversos sentidos é a vida do mundo” (Brown, no Mito dionisfaco). Justino Mártir diz: “Em imitação, o diabo fez o mesmo nos Mistérios de Mithra, pois vós sabeis ou podeis saber que eles também tomam do pão e de um copo de água nos sacrifícios daqueles que estão Iniciados e pronunciam certas palavras sobre is- so”. (Ver Água benta e Eucaristia.) Paout Nouterou (Eg.) — Esta expressão designa a essência da Divindade, a Subs- tância divina, (Pierret) Pâpa (Sânsc.) — Mal; dano; pecado, culpa, crime, falta; perturbação. Como adjetivo: pecador, ímpio, malvado, criminoso, malfeitor, mau, perverso. Pâpabandha (Sânsc.) — Uma série não interrompida de maus atos. Pâpabhãj (Sânsc.) — Que toma parte em alguma ofensa ou crime; cúmplice, culpá- vel. Pâpabuddhi (Sánsc.) — Mal-intencionado; malicioso; má intenção; malevolência. Pâpâchâra (Sânsc.) — Que tem maus costumes, Pâpachetas (Sânsc.) — Perverso, malicioso, mal-intencionado. Pâpahan (Sânsc.) — Destruidor do pecado ou do pecador. Fâpaka (Sânsc.) — Mal, dano, culpa, pecado; vilão, ruim, pessoa malvada, Pâpakarman (Sánsc.) — Má ação, delito, crime, pecado; malfeitor, criminoso, peca- dor. 458

Papas magos

À história registra vários deles; por exemplo, o Papa Silvestre II, o artista que fez “uma cabeça oracular”, semelhante àquela fabricada por Alberto Magno, ilustre bispo de Ratisbona. O Papa Silvestre foi considerado como um grande “encanta- dor e feiticeiro” pelo cardeal Benno e a “cabeça” foi feita em pedaços por São Tomás de Aquino, porque falava demais. Houve depois os Papas Benedito IX e João XX e os Gre- górios Vl e VII, todos eles considerados como magos por seus contemporâneos, O álti- mo Gregório citado foi o famoso Hildebrando. No que se refere aos bispos e sacerdotes menores que estudaram Ocultismo e chegaram a ser especialistas nas artes mágicas, são inumeráveis, Fâpâtman (pâpa-âtman) (Sânsc.) — Má pessoa; pecador, perverso, malvado, mal-intencionado; miserável. Pâpatva (Sânsc.) - Má condição; desventura, infortúnio, miséria. Pâpayoni (Sânsc.) — De origem pecaminosa; de mau ou baixo nascimento; engen- drado ou concebido em pecado: nascido de pecado; pecador de origem, que contraiu o pecado original. Pâpazila (Sânsc.) — “De mau caráter”; perverso, malvado, Papi e Papis (Sânsc.) — O bebedor: o Sol, a Lua. Pâpin (Sársc.) — Que atua mal; malfeitor. Pâpman (Sânsc.) — Pecador, pernicioso, daninho, malvado, Como substantivo: mal, dano, pecado, crime; causa pecaminosa. Papu (Sânsc.) — Protetor. Papuri (Sânsc.) — Liberal, generoso, abundante.

Par de opostos ou Par de contrários

Ver) Dvandva. Para (Sânsc.) — “Infinito” e “supremo”; em filosofia: o último limite. Param é-o fim € a meta da existência: párapara é o limite dos limites, [A palavra para serve, em geral, para expressar aquilo que excede certa medida, aquilo que vai ou se estende além de certo ponto; assim, pois, tem numerosas acepções: superior, supremo, altíssimo, excelso, 459

Paráâyana (Para-ayana) (Sânsc)

Último refúgio, extremo ou supremo recurso; objetivo ou fim supremo; saída, partida; matéria ou ponto principal; aspiração suprema: último fim. Como adjetivo e no fim de uma palavra composta: que tem por objetivo su- premo, que considera como o principal... atento, devoto ou inteiramente consagrado a... Parâyana (Sânsc.) — Consideração, reflexão, meditação; a meditação personificada: Saraswãâti; luz, Pârâyanika (Sânsc.) — Escolar, discípulo, aluno. 465

Paracelso

Pseudônimo adotado pelo maior ocultista dos tempos medievais, Felipe Bombast Aurelio Teofrasto de Hohenheim, nascido em Einsideln, cantão de Zurique, em 1493, Foi o mais hábil médico de seu tempo e o mais renomado pela cura de quase todas as doenças, através da virtude de talismãs que ele mesmo preparava. Jamais teve um amigo; pelo contrário, vívia rodeado de inimigos, dos quais os mais exacerbados eram os eclestásticos e seus partidários. Não é de surpreender que tenha sido acusado de ter feito pacto com o diabo nem que tenha morrido assassinado, por um desconhecido, com ape- nas 48 anos, Morreu em Salzburg, deixando para a posteridade inúmeras obras que são, ainda hoje, altamente apreciadas pelos cabalistas e ocultistas. Muito do que disse resultou profético. Era um clarividente de grandes faculdades, um dos mais ilustrados e eruditos filósofos e místicos, um alguimista eminente, À química deve-lhe a descoberta do gás nitrogênio, [A Paracelso, pai da química moderna, como já foi chamado, deve-se também a descoberta de muitos preparados químicos e sua aplicação na arte de curar, Como mé- dico, adquiriu renome universal, Eis uma de suas máximas: “Se amas a teu próximo, não digas: não há nada a fazer em teu caso; antes deves dizer: posso auxiliar-te sem saber como. Porém não se deve empreender as curas apénas com os remédios contrários, como faziam os antigos, mas é preciso fazê-lo também valendo-se dos meios semelhantes; não só contraria contrariis, mas também simiília similibus”. Tinha uma cátedra na Universida- de da Basiléia; escreveu várias obras de suma importância, cheias de pensamentos 460

Paradha

Ver Parârdha. Paradharma (Sánsc. — À lei ou condição de outro; o dever alheio,

Parâdhina (Sánsc,)

Sujeito, submetido a outro. Paradhyâna (Sânse,)— À mais profunda meditação, (P. Houl) Paradvechin (Sânsc.) — Hostil, malévolo, Parâga (Sânsc.) — À ação de marchar sem obstáculo, de seguir a própria inclinação. Passagem de um astro pela frente de outro; eclipse, Celebridade, fama.

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