Glossário Teosófico
Paneno (Panocenus, em grego)
Filósofo platônico da Escola Alexandrina dos fila- leteus, Pâni (Sânsc.) — Mão; o poder manual, (Râáma Prasâd) Pânigraha (Sânsc.) — Literalmente, “união das mãos” (de ambos os contraentes). Parte essencial da cerimônia do matrimônio; por extensão, o próprio matrimônio. Pânigrahana (Sânsc.) — Matrimônio. (Ver Pânigraha ) Pânini (Sânsc.) — Célebre gramático, autor da famosa obra intitulada Pânint- yam., Um Richi que, segundo se supõe, recebeu sua obra do deus Shiva. Ignorando a época em que viveu, os orientalistas situam a obra entre os anos 600 a.C. e 300 d.C. À obra de Pânini é a principal autoridade no que se refere à gramática sânscrita e, como diz o prof. Goldstiicker, é uma espécie de história natural de tal língua, Está escrita sob a forma de aforismos (sútras). Panis (Sânsc.) — Literalmente: “tacanho”. Demônios (dasyus) aéreos, invejosos, falsos, ímpios, maledicentes, inimigos de Indra, que costumavam roubar vacas e as es- conder em cavernas. Panji (Sânsc.) — Registro, comentário; almanaque. Panjikara (Sânsc.) — Escritor, escrivão. Panna (Sánsc.) — Movimento para alguma parte; partida; descenso, queda. Pannaga (Sânsc.) — Ver Nãga. Pannagàzana (Sânsc.) — “Comedor de serpentes”. Epíteto da ave Garuda (ver). Pansil ou Pan-síila (Sânsc.) — Ver Dasa-stla e Paficha-sila, Pantaclo (Pantacle, em inglês) (Gr.) — O mesmo que Pentalfa, Éo triplo triângulo de Pitágoras ou estrela de cinco pontas. Este nome foi-lhe dado porque reproduz a letra A (Alpha) em seus cinco lados ou em cinco posições diversas, Contudo, seu número é composto do primeiro número ímpar (3) e do primeiro número par (2). É muito oculto. Em Ocultismo e na Cabala representa o Homem ou Microcosmo, o “Homem celeste” e, como tal, era um poderoso talismã para manter à distância os maus espíritos ou elemen- tais. Na teologia cristã relaciona-se com as cinco chagas de Cristo, porém seus intérpre- tes deixaram de acrescentar que estas “cinco chagas” simbolizavam o Microcosmo ou “pequeno universo”, ou seja, a Humanidade, designando tal símbolo a queda do Espírito puro (Christos) na matéria ([assous, “vida” ou homem). Na filosofia esotérica, o Pentalfa 457