Demonologia
Tratados ou discursos sobre os Demônios ou Deuses em seus as- pectos obscuros, Demrusch (Per.) - Um gigante na mitologia do antigo Irã. Denis, Angoras -— Médico, astrólogo e alquimista de Paris, que viveu no séc. XIV. (R. M. CJ)
Glossário Teosófico
Tratados ou discursos sobre os Demônios ou Deuses em seus as- pectos obscuros, Demrusch (Per.) - Um gigante na mitologia do antigo Irã. Denis, Angoras -— Médico, astrólogo e alquimista de Paris, que viveu no séc. XIV. (R. M. CJ)
No dialeto kolariano, é aquele que exorciza os maus espíritos, [Ver E, D., Ewen: Shamanismo € Feitiçaria, em Cinco Anos de Teosofia.)
Uma exalação oculta da terra, através da qual as plantas podem crescer. Os gases de ácido carbônico etc. são seus veículos, (F, Harmann)
Asceta muçulmano (turco ou persa), Um monge nômade e errante. Contudo, os derviches, algumas vezes, vivem em comunidade, Frequentemente são de- signados pelo nome de “feiticeiros volteadores”, Afora sua vida de austeridades, oração e contemplação, o devoto árabe, turco ou egípcio apresenta pouquíssima semelhança com o faquir hindu, que também é muçulmano, Este último pode chegar a ser um santo e um santo mendicante, enquanto o primeiro nunca chegará além de sua segunda classe de ma- nifestações ocultas. O derviche pode também ser um poderoso mesmerizador, porém ja- mais se submeterá voluntariamente às abomináveis e quase incríveis penitências que o faquir inventa para si mesmo, com afã sempre crescente, até que a natureza sucumbe e ele morre em meio a lentos e crudelíssimos tormentos. As operações mais horripilantes, 135
Nosso Eu divino ou supremo; a centelha ou partícula, por assim di- zer, do Espírito Universal que reside no coração do homem, constituindo o Espírito indi- vidual. Por esta razão dizia o apóstolo São Paulo: “Não sabeis que sois templo de Deus e 136
À Lua ou deus-Lua, adorado na Babilônia com o nome de Sin, (Ver Sin.)
Ver Bralwna.
Representado no Egito por uma imagem de madeira do deus de tal rio, à qual se tributam honras em agradecimento pelos benefícios que suas águas trazem ao país, Havia um Nilo “celeste”, chamado no Ritual Nen-naou ou “águas primordiais”, e um Nilo terrestre, adorado em Nilópolis e Hapimo. O último era representado como um ser andrógino, com barba e seios e uma cara gorda e azul; os membros eram de cor verde € o tronco avermelhado, Ao aproximar-se a época da inundação anual, tal imagem era levada de um lugar para outro, em solene procissão.
Deuses inferiores; aqueles que estavam relacionados com a for- mação da matéria,
Os Espíritos planetários, Diryáân Chokans, Devas de dife- rentes graus de espiritualidade e Arcanjos em geral, (Ver Dhyâa Chohans ec Egkhosmíci.)
Na Índia, chamados de Pais, Pitris ou antecessores lunares, São subdivididos, como os demais, em sete classes ou hierarquias, No Egito, embora à Lua seja menos adorada que na Caldéia e na Índia, Ísis continua sendo a representação da Lua-Lunus, “o Hermafrodita celeste”. É bastante surpreendente que, enquanto as na- ções modernas relacionam a Lua apenas com a loucura e a geração, as antigas, que esta- vam melhor inteiradas, relacionavam-na, individual e coletivamente, com seus deuses de sabedoria, Assim, no Egito, os deuses lunares são Toth-Hermes e Chons; na Índia, é Bu- dha, filho de Soma, o deus-Lua (ver Budha); na Caldéia, Nebo é o deus lunar da sabedo- ria secreta etc. À esposa de Toth, Sifix, a deusa lunar, empunha uma vara com cinco raios, ou a estrela de cinco pontas, símbolo do homem, o Microcosmo, em contraposição ao Macrocosmo setenário, Como em todas as teogonias uma deusa precede um deus, baseando-se provavelmente no fato de que o pintinho dificilmente pode preceder o ovo, na Caldéia a Lua era considerada como mais antiga e mais venerável do que o Sol, por- que, como diziam, as trevas precedem a luz em cada renascimento periódico (ou “cria- ção”) do Universo. Osíris, embora relacionado com o Sol e ser um deus solar, nasceu no monte Sinai, pelo fato de que Sin é o nome caldeu-assírio da Lua; também nele nasceu o Dio-Nysos ou Dionysos, deus de Nyssi ou Nisi, cuja última denominação foi a de Sinal no Egito, onde era chamado de Monte Nissa, À meia-Lua não era, como o demonstraram muitos escritores, uma divisa dos turcos, pois tinha sido adotada pelos cristãos como símbolo antes dos maometanos, Durante séculos a meia-Lua foi emblema da Astarté cal- déia, da Ísis egípcia e da Diana grega, todas elas Rainhas do Céu, e por último tornou-se emblema da Virgem Maria, “O império greco-cristão de Constantinopla tinha-a como salvaguarda. Depois de sua conquista pelos turcos, o Sultão adotou-a... e desde então, a meia-Lua foi considerada como oposta à cruz.” (Crença Egípcia)
Ver Dit minores. 137
A doutrina do Bhaga- vad-Gitá, bem como a religião brahmânica, não é politeísta, pois admite a existência de um Deus único, eterno, infinito, que é Brahma, o Ser ou Espírito Supremo, Alma do Universo. As Divindades inferiores são meras personificações transitórias do céu, dos astros, elementos, forças ou fenômenos da Natureza. Assim, vemos Indra, deus do céu ou firmamento; Súrya, deus do Sol; Agni, deus do fogo; Vâyu, deus do ar; Varuna, deus do oceano; Dharma, deus da justiça; Kuvera, deus das riquezas etc.
Este termo foi erroneamente interpretado no sentido de ídolos. A idéia filosófica relacionada com tais deuses não foi nunca de algo objetivo ou antro- pomórfico, mas em cada caso tratava-se de uma potência abstrata, uma virtude ou uma qualidade da Natureza, Deuses há que são Espíritos divinos planetários (Dhiyân Cho- hans) ou Devas, entre os quais figuram também nossos Egos. A fora isso, e especialmente sempre que estão representados por um ídolo ou numa forma antropomórfica, tais deu- ses, nos panteões hindu, caldeu e egípcio, representam simbolicamente Potências espíri- tuais e sem forma, pertencentes ao “Kosmos invisível”, (“É incontestável — diz o abade Martigny, em seu Dictionnaire des Antiquités Chretiennes — que, nos três primeiros sé- culos do Cristianismo, encontram-se com bastante freqúência nas pinturas, tumbas e sar- cófagos, gênios, centauros, cariátides, télamons, ninfas e outros temas das “fábulas da teologia pagã”. (Ver Deuses inferiores.))
São as divindades ou devas relacionadas com o Sol ou que regem o mundo solar; entre eles figuram Apolo, Bel, Osíris, Sigurd, os A gnichvâttas, os Ku- mãêras, os Lares, os Mânasa Dhyânis, que dotaram o homem de inteligência e consciên- cia, de Ego imortal. Às hostes de deuses solares representam a luz, o dia, assim como as dos deuses lunares simbolizam as trevas, a noite. No grande poema épico Râmâyana, Râma, primeiro rei da divina dinastia dos primitivos arianos, representa os deuses sola- res, enquanto que Râvana, personificação da raça Lankâ (atlântica), representa os deuses lunares. Assim, tal poema representa a grande batalha entre o Bem e o Mal, entre a Ma- gia branca e a Magia negra. Dev ou Dew (Per.) - O Dev é, entre 08 zoroastrianos, o gênio do mal e a antítese do Ferouer. (Ver Ferouer,) Dev-bend (Per.) — Vencedor de gigantes. Deva (Sâánsc.) — Um deus, uma divindade “resplandecente”, Deva- Deus, da raiz div, “brilhar”, “resplandecer”, Um Deva é um ser celestial, seja bom, mau ou indiferente, Os Devas habitam “os três mundos” ou três planos superiores ao nosso, Há trinta e três grupos ou trezentos e trinta milhões deles. [Os Devas são, na Índia, o mesmo que os an- jos e arcanjos entre os cristãos. O príncipe destes gênios celestes ou divindades inferiores é Indra, rei do firmamento ou céu, Deva, como adjetivo, significa: divino, celeste, glo- rioso, resplandecente etc,] Deva-bhakti (Sâánsc.) Devoção aos deuses (devas). Deva-bhoga (Sánsc.) — Manjar ou alimento dos deuses; a ambrosia (amrita). Deva-bhãô (Sânsc.) — Deus; o céu, Deva-bhúya (Sánsc.) — Divindade, natureza divina. Deva-chakra (Sânse.) — Um círculo mágico. (P. Hoult) Devachan ou Devakhan (Tib.) — À “morada dos deuses”, Um estado intermediário entre duas vidas terrestres, no qual o Ego (Amá-Buddhi-Manas, ou seja, a Trindade feita UM) entra, depois de sua separação do Kâma-rápa e da desintegração dos princípios in- feriores, depois da morte do corpo na Terra. [Devachan é o nome que, em linguagem teosófica, se dá ao céu ou mansão de bem-aventurança, e literalmente traduzido signifi- ca: morada resplandecente ou mansão dos deuses. Devasthan, residência dos deuses, é seu equivalente em sânscrito. É o Svarga dos hindus, o Sukhávari dos budistas, o céu dos zoroastrianos e cristãos, assim como dos muçulmanos menos materialistas, É uma parte do plano ou mundo astral, especialmente protegida, da qual estão excluídos todo o sofri- mento e todo mal pelas grandes Inteligências Espirituais, que presidem a evolução 135
Ver Daivi-prakriti. Deva-púja (Sânsc.) — Culto ou adoração aos deuses, Deva-pôr (Sâánsc.) - À cidade de Indra, Amarâvati. Deva-râja (Sânsc.) — Rei dos deuses: Indra. Devarchi (Deva-richi) (Sânsc.) — Literalmente: Richi divino. Os devarchis são santos divinos, aqueles sábios que alcançam na Terra uma natureza plenamente divina, Semideuses que moram no céu de Indra (Deva-loka). Devarna (Sânsc.) — Dívida com os devas. (Bhagavân-Dãás) Deva-ripa (Sárisc.) — Forma divina. Deva-sarga (Sânsc.) — [Literalmente: “criação divina”] Criação: a origem dos prin- cípios, que se diz ser a inteligência nascida das qualidades ou atributos da Natureza, [A terceira das sete Criações enumeradas nos Purânas. À criação dos primeiros Imortais. tDoutrina Secreta, 1, 490, e LI, 186.)] Devasarman (Sânsc.) — Autor antigiíssimo que morreu aproximadamente um sé- culo depois de Gautama, o Buddha, Escreveu duas obras famosas, nas quais negava a existência do Ego e do não-Ego, com tanto êxito num caso como no outro, Devasthan ou Devasthâna (Sânsc.) — Termos sânscritos equivalentes a Devachan, Devatá (Sânsc.) — Condição divina, divindade; deus, divindade. Devâtman (Sânsc.) — Alma ou Espírito divino, Deva-vidyi (Sânsc.) — Conhecimento, sabedoria ou saber divino; Teosofia. Deva-yaji (Sânsc.) — Sacrifício, oferenda, culto ou devoção aos deuses. Deva-yâna (Sânsc.) — “Veículo dos deuses”. O nádi Pingala (ver), assim chamado porque aqueles que sabem fixar a mente em tal nádi podem transitar pelo céu como deuses. (Uttara-Ghirá, 11, 11) Deva-yoni (Sânsc.) — “De origem divina”, Este qualificativo aplica-se às divindades inferiores, tais como os Ádityas, Vasus etc. Deva-yuga (Sánsc.) — “Idade dos deuses”. À idade de ouro, o primeiro yuga, Deveza (Deva-iza) (Sânsc.) — Senhor ou príncipe dos deuses. 140
Ver Devachan. Devaki (Sânsc.) — [“Filha de Devaka”, esposa de Vasudeva e) mãe de Krishna, Seu irmão, o rei Kansa, encerrou-a num calabouço, temendo que se cumprisse uma profecia segundo a qual um filho de sua irmã destroná-lo-ia e lhe tiraria a vida. A pesar da estreita vigilância, Vishnu, o Espírito Santo, desceu sobre ela, é assim Devakí concebeu e deu à luz a Krishna, avatãra [encarnação] do deus. (Ver Kansa e Krishna.) [Devakf, antetipo da Virgem católico-romana, é uma forma posterior antropornorfizada de Aditi., (Doutri- na Secreta, II, 555) (Ver Aditi.)) Devala (Sânsc.) — Um dos filhos de Vizvamitra. Por seu grande saber e suas auste- ridades, chegou a ser um dos sete Richis védicos. (Ver Bhagavad-Gitá, X, 13.) Deva-laya (Sânsc.) — “Morada ou altar de um Deva”, Todos os templos brahmâni- cos são designados por este nome, Deva-loka (Sânsc.) — “Mundo dos deuses”, O céu, Svarga ou paraíso de Indra, Deva-lokas (Sânsc.) — As mansões dos deuses ou dos devas nas esferas superiores. Os sete mundos celestes existentes sobre o monte Meru, Deva-mãâtri (Sânsc.) — Literalmente: “Mãe dos deuses”. Um dos títulos de Aditi, Espaço cósmico. (Doutrina Secreta, 1, 83, ed. inglesa) Deva-mãâyâà (Sânsc.) — llusão produzida pelos devas. (P. Hoult) Devanâgari (Sânsc.) — “Escritura dos devas ou deuses”, O conjunto de caracteres da língua sânscrita. O alfabeto e a arte de escrever guardaram segredos por séculos, visto que apenas aos Dwijas (aqueles duas vezes nascidos) e aos Dikchitas (Iniciados) era per- mitido usar esta arte. Era um crime para um Sudra recitar um verso dos Vedas, e tam- bém para qualquer um dos indivíduos pertencentes às duas castas inferiores (Vaizya e Sudra) conhecer as letras era um delito castigado com a morte, Assim é que a palavra lipi (escritura) não é encontrada nos manuscritos mais antigos, o que sugeriu aos orienta- listas a idéia errônea e um pouco incongruente de que a escritura não só era desconheci- 139
São as virtudes da Iniciação etc. necessárias antes da admissão, (Ver Pitágoras.) São idênticas àquelas prescritas por Manu e aos Paramitãs de Perfeição dos budistas, Deza (Desha) (Sânsc.) — Lugar, região, país; direção, espaço. Dezanãá (Sánsc.) — Instituição, ensinamento, direção. Dezâátita (Sânsc.) — “Mais além do espaço”; espaço transcendente; sem espaço. (Bhagavân-Dãs) Dhâma (Sânsc.) — Mansão, morada. Dhamma (Pál.) — Termo equivalente ao sânscrito Dharma. Dhammapada (Pál.) — [Literalmente, “Senda da Lei”.] Obra búdica que contém preceitos morais. Dhana (Sânsc.) — Riqueza, bens, propriedade, tesouro, botim. Dhanada (Sânsc.) — “Doador de riqueza”, Sobrenome de Kuvera, deus das rique- zas. Dhanádhipa (Sânsc.) — “Senhor da riqueza”, o deus Kuvera, Dhanaújaya (Sânsc.) — “Dominador ou vencedor das riquezas”, Sobrenome de Arjuna, Segundo o Bhagavân-Dãs, tal nome significa: “entesourador de riquezas”, isto é, adquirente de riquezas da sabedoria; no pensar de Zankarâchârya, Arjuna é designado com tal qualificativo porque, em suas excursões guerreiras, adquiriu copiosas riquezas humanas e divinas, materiais e espirituais. Dá-se também o nome de Dhanarijava à uma das dez modificações do princípio vital. (Rêma Prasãd) Dhanapati (Sânsc.) — O mesmo significado de Dhanâdhipa. Dhanezvara (Sânsc.) — “Deus da riqueza”; Kuvera, Dhanichthãâ (Sânsc.) - Uma das mansões lunares, (Râma Prasãâd) Dhanu ou Dhanus (Sânsc.) — Arco. Nono signo do Zodíaco, correspondente a Sa- gitário. Dhanvantari (Sânsc.) — Deus da medicina, Saiu do mar junto com à ambrosia (Am- rita). Dhara (Sânsc.) — O avatára tartaruga de Vishnu, Dharâã (Sânsc.) — À Terra. Dhâranâ (Sânsc.) — Na prática do Yoga, é aquele estado em que o pensamento deve estar firmemente fixo em algum objeto de meditação. [É a intensa e perfeita concentra- 141
Conhecedor da Lei ou do dever, Dharmajúâna (Sânsc.) — Conhecimento do Dharma (dever, Lei etc.). Dharma-Kârya (Sânsc.) — Dever imposto pelo Dharma (Lei), Dharmakâya (Sânsc.) — Literalmente, “o co espiritual glorificado”, conhecido pelo nome de “Vestimenta de bem-aventurança”, o terceiro ou mais elevado dos Tri- kâya (Três Corpos), atributo desenvolvido por todo “Buddha”, isto é, todo Iniciado que cruzou ou alcançou o fim do chamado “quarto Sendeiro” (no esoterismo, o sexto *por- tal”, que precede sua entrada no sétimo), O mais elevado dos Trikâyas é o quarto dos Buddha-kshetra ou planos búddhicos de consciência, representados figuradamente no as- cetismo búdico como uma roupagem ou vestimenta de luminosa Espiritualidade. No bu- dismo popular do Norte, estas vestimentas Ou roupagens são: 1º) Nirmânakâya, 2º) Sam- 142
Ver Divyâna. Dhyân-Chobâns (Sânsc.) — Literalmente, “Os Senhores da Luz”, Os devas ou deuses mais elevados, correspondentes aos arcanjos da religião católico-romana, As in- teligências divinas encarregadas da superintendência do Kosmos. [Filhos da Sabedoria; Espíritos planetários, cujo agregado coletivo forma o Verbo manifestado do Legos não- manifestado e constitui, ao mesmo tempo, a Mente do Universo e sua Lei imutável, (Doutrina Secreta, 1, 2983) Dhyâna (Sânsc.) — No Budismo, é um dos seis Paramítas de perfeição, um estado de abstração que conduz o asceta, que o pratica, muito mais acima deste plano de per- cepção sensitiva e mais além do mundo de matéria. Literalmente, “contemplação”. Os seis estados de DAhyân diferem apenas nos graus de abstração da vida sensitiva em que se encontra o Ego pessoal, [DAyâna é o penúltimo grau nesta Terra, à não ser que se con- verta em Mahatma completo. O râja-yogí permanece ainda espiritualmente consciente do Eu e da operação de seus princípios superiores. Um passo mais e se encontrará no plano além do sétimo, ou quarto, segundo certas escolas, Estas últimas, depois da prática do FPratyâhara (processo de educação preliminar, que tem por objetivo dominar a mente e os próprios pensamentos), contam com o Dharâna, o Dhyâna é 0 Samâdhi, compreendi- dos sob o nome genérico de Samyama. Dhyâna É a porta de ouro, que, uma vez aberta, conduz o Narjo! (Santo ou Adepto) ao reino do eterno Sat e sua contemplação incessan- te. (A Voz do Silêncio, 1 e HD “Dhyâna (meditação ou contemplação) é a contínua e prolongada corrente de pensamento dirigida a um determinado objeto até chegar a se absorver ou unificar com ele.” (Aforismos do Yoga de Patafijali, LUI, 29] Dhyâna-mârga (Sânsc.) — Sendeiro que se percorre em virtude da meditação. Dhyâna-yoga (Sânsc.) - Yoga de meditação ou de contemplação.