Glossário Teosófico
Deva-prakriti
Ver Daivi-prakriti. Deva-púja (Sânsc.) — Culto ou adoração aos deuses, Deva-pôr (Sâánsc.) - À cidade de Indra, Amarâvati. Deva-râja (Sânsc.) — Rei dos deuses: Indra. Devarchi (Deva-richi) (Sânsc.) — Literalmente: Richi divino. Os devarchis são santos divinos, aqueles sábios que alcançam na Terra uma natureza plenamente divina, Semideuses que moram no céu de Indra (Deva-loka). Devarna (Sânsc.) — Dívida com os devas. (Bhagavân-Dãás) Deva-ripa (Sárisc.) — Forma divina. Deva-sarga (Sânsc.) — [Literalmente: “criação divina”] Criação: a origem dos prin- cípios, que se diz ser a inteligência nascida das qualidades ou atributos da Natureza, [A terceira das sete Criações enumeradas nos Purânas. À criação dos primeiros Imortais. tDoutrina Secreta, 1, 490, e LI, 186.)] Devasarman (Sânsc.) — Autor antigiíssimo que morreu aproximadamente um sé- culo depois de Gautama, o Buddha, Escreveu duas obras famosas, nas quais negava a existência do Ego e do não-Ego, com tanto êxito num caso como no outro, Devasthan ou Devasthâna (Sânsc.) — Termos sânscritos equivalentes a Devachan, Devatá (Sânsc.) — Condição divina, divindade; deus, divindade. Devâtman (Sânsc.) — Alma ou Espírito divino, Deva-vidyi (Sânsc.) — Conhecimento, sabedoria ou saber divino; Teosofia. Deva-yaji (Sânsc.) — Sacrifício, oferenda, culto ou devoção aos deuses. Deva-yâna (Sânsc.) — “Veículo dos deuses”. O nádi Pingala (ver), assim chamado porque aqueles que sabem fixar a mente em tal nádi podem transitar pelo céu como deuses. (Uttara-Ghirá, 11, 11) Deva-yoni (Sânsc.) — “De origem divina”, Este qualificativo aplica-se às divindades inferiores, tais como os Ádityas, Vasus etc. Deva-yuga (Sánsc.) — “Idade dos deuses”. À idade de ouro, o primeiro yuga, Deveza (Deva-iza) (Sânsc.) — Senhor ou príncipe dos deuses. 140