Duplo etéreo ou Corpo etéreo
Assim chamado por ser formado da matéria dos quatro subplanos etéreos, É o mesmo que corpo astral.
Glossário Teosófico
Assim chamado por ser formado da matéria dos quatro subplanos etéreos, É o mesmo que corpo astral.
Seres corpóreos, porém invisíveis, que residem nas árvores (Dryadas);, espíritos elementais da Natureza. (F, Hartmann) Durga (Sánsc.) — Obstáculo, dificuldade; perigo, mal. Durgâ (Sânsc.) — Literalmente: “inacessível”. A potência feminina da divindade; o nome de Kâli, esposa de Shiva ou Mahezvara (o grande deus). Também chamada de Pár- vatí e Umã. — [Durgãá significa “inacessível”, no sentido de ilusão ou irrealidade, assim é a personificação da ilusão; equivale também a Maia, Maya ou à Virgem Maria, a mais antiga deusa do Olimpo hindu (Doutrina Secreta, 1, 426, 721, ed. inglesa). (Ver Maia.) Durgati (Sânsc.) — Senda má; senda de dor; inferno; miséria. Durlabha (Sânsec.) — Díficil de obter ou de adquirir. Durmati (Sânsc.) -— Néscio, insensato, ignorante; mau, perverso, Durmedha (Sânsc.) — Literalmente: “que tem a compreensão difícil”, Néscio, tor- pe, obtuso; obstinado. Durmukha (Sânsc.) — “Cara má”, Nome de um dos filhos de Dhritarachtra e tam- bém de um dos monos aliados de Râma mencionados no Râmâyana. Durnigraha (Sânsc.) — Difícil de sujeitar ou reprimir, Duryodhana (Sânsc.) — Literalmente: “difícil de vencer” ou “combatente mau”, isto é, que luta por uma causa má. Nome do primogênito dos príncipes Kurus, ou seja, 155
Ver Mâvá. Livala (Sânsc.) — Nome de um râkchasa, que habitava no bosque Dandaka e que é mencionado no Râmâvana,
Ver Duzcharita. Duís)kha (Sânsc.)— Dor, aflição, tristeza; doloroso, desagradável, penoso. Duís)khada (Sâánsc.) — Causador de dor, Duís)khahan (duí(s)khahd, no nominativo) (Sânsc.) — Que destrói ou faz cessar a dor. Duís)khakara (Sânsc.) — Causador de pena ou dor.
Ver Duzcharita,
Mensageiro ou confidente; anjo.
À mansão de Ahriman, dos Dews e Darvands, bem como de todos os condenados, No final esta mansão deixará de existir, (Zend-Avesta) Duzcharita (dush-charitra ou Dustcharitra) (Sânsc.) — “Má ação”. No budismo, as “dez mãs ações [ou pecados)”, a saber: três atos do corpo, que são: matar, roubar ou cometer adultério; quatro maus atos da boca [ou palavra]: mentira, exagero nas acusa- ções, calúnia ou maledicência e linguagem obscena ou indiscreta; e três maus atos da mente (rmmanas inferior), a saber: inveja, malícia ou vingança e incredulidade,
O décimo segundo dia da quinzena lunar, | Dvidazânza (Sânsec.) — À décima segunda parte de um signo do Zodíaco. (Rárma Prasãd) Dvyaidha ou Dwaidha (5Sânsc.) — Dualidade, divisão, distinção, diferença; oposição, antagonismo; dúvida; par de contrários ou opostos.
Ver Krishna Dvaipâáyana. Dvaita ou Dwaita (Sânsc.) — Dualidade, dualismo, Ver Dvaita-vedânta, Dvaita-vâdia (Sáânsc.) — Aquele que segue a Dvaita-vedânta, Dvaita-vedânta (Sânsc.) — Uma das três escolas da Vedânia, a chamada “dualista”, que sustenta que o Jivármã (Espírito individual) é distinto e separado do Paramâátmá (Es- pírito Universal ou Deus). (Ver Advaita e Vizichtadvaita.) Dvandra ou Dwandwa (Sânsc.) — Literalmente: “dois e dois”, Par, dualidade, oposição, contraste; par de contrários ou opostos, E a suscetibilidade ao prazer e à dor, à luta das sensações, sentimento ou paixões; a ilusão nascida das simpatias e antipatias, atrações e repulsões, representada por um par composto de duas coisas em oposição mútua (frio e calor, afeto e aversão, alegria e tristeza, prazer e dor etc.) e produzida pe- las impressões dos objetos que afetam nosso ânimo ou nossos sentidos, Na gramática sânscrita, dá-se o nome de Dvandva a um composto copulativo, cujas partes são coorde- nadas entre si, (Stenzler, Elementarbuch der Sanskrit-Sprache) É a melhor das formas unitivas das palavras compostas, pois tem a vantagem de conservar o significado inde- pendente dos termos que concorrem para sua formação, que se enquadram num mesmo caso. (Ver Bhagavad-Gihá, X, 339) Dvandvátita (Dvandva-atita) (Sânsc.) — Sobreposto aos pares de contrários ou opostos; o À bsoluto. (Bhagavân Dás) 156
Ver Dyota. Dyuchad (Sânsc.,) — Deus do céu. Dyuti (Sânsc.) — Luz, esplendor, glória, majestade, beleza, Dyuvan (Sânsc.) — O Sol brilhante, o céu.
Ver Dzyan, Dzyan ou Dayn (Tib.) — Escreve-se também Dzen. Corruptela da palavra sânscrita Dihyan e Jiâna, Sabedoria, conhecimento divino. Em tibetano, sabedoria é denominada de dzin [ou dzyn).
Ver Dzyan. 158
Ver Chandra-vanza, 776