Ver Mína, Ministério (Alg.) - Mercúrio solvente dos Sábios, que o chamam, algumas vezes, de primeiro ministério, visto que inicia a obra pela purificação das matérias e que é nesta purificação que se forma o mercúrio dos filósofos. Minium (Alg.) - Enxofre vermelho ou minério de fogo celeste. Minos (Gr.) — O grande Juiz do Hades. Um antigo rei de Creta. Miôlner ou Mioelner (Esc.) — O martelo de combate de Thor (ver Svastika), fabri- cado para ele pelos anões. Com este martelo, venceu a homens e deuses. É a mesma es- pécie de arma mágica que o Agnevastra hindu, a arma de fogo. Mishnah FHebr.) — [Literalmente, “instrução” ou “repetição”,.] A parte mais antiga do Talmud judeu, ou lei oral, que se compõe de regras secundárias para guiar os judeus, com um extenso comentário, Seu conteúdo está ordenado em seis seções, que tratam, respectivamente, de Sementes, Festas, Mulheres, Danos, Coisas Sagradas e Purificação, O rabino Judas Haunasee codificou o Mishnah no ano de 140 d.C. aproximadamente,
Em grego, teletai, consumações, cerimônias de Iniciação ou Mistérios. Eram cerimônias geralmente ocultas aos profanos e pessoas não Iniciadas e, durante as quais eram ensinadas, através de representações dramáticas e outros métodos, a origem das coisas, a natureza do espírito humano, as relações deste com o corpo e o método de sua purificação e reposição a uma vida superior, A ciência física, a medicina, as leis da música, a adivinhação, eram todas ensinadas da mesma maneira, O juramento de Hipó- crates era apenas um compromisso místico. Hipócrates era um sacerdote de Asclépios (Esculápio), alguns de cujos escritos casualmente tornaram-se públicos. Porém os Ascle- píades eram Iniciados do culto da serpente de Esculápio, como as bacantes eram-no no dionisfaco e ambos os ritos, com o tempo, foram incorporados aos eleusinos, Os Misté- rios sagrados eram celebrados nos templos antigos pelos hierofantes Iniciados, para pro- veito e instrução dos candidatos. Os Mistérios mais solenes e secretos eram certamente celebrados no Egito pela “companhia de guardadores do segredo”, como Bonwick de- nomina os Hierofantes. Maurice descreve graficamente sua natureza em poucas linhas, Falando dos Mistérios celebrados em Filé (Tlha do Nilo), diz que “nestas sombrias caver- nas, os grandes e místicos segredos da deusa (Ísis) eram revelados ao adorador aspirante, enquanto o hino solene de [niciação ressoava em toda a ampla extensão destas recônditas profundidades de granito”. A palavra “Mistérios” deriva do grego muêô, “fechar a boca”, e cada símbolo a eles relacionado tinha um significado oculto, Segundo Platão e'muitos outros sábios da Antiguidade, os Mistérios eram altamente religiosos, morais e benéficos como escola de ética, Os Mistérios gregos, os de Ceres e Baco, eram apenas imitações dos egípcios, e o autor de Crença Egípcia e Pensamento Moderno ensina-nos que a “pa- lavra inglesa chapel (capuz ou capela) diz-se ser o Caph-El ou Colégio de El, a divinda- de solar. Os tão conhecidos Kabiri ou Cabires estavam associados aos Mistérios, Em poucas palavras, os Mistérios eram, em todos os países, uma série de representações dramáticas, nas quais os mistérios da cosmogonia e da Natureza, em geral, eram perso- nificados por sacerdotes e neófitos, que desempenhavam o papel dos diferentes deuses e deusas, repetindo supostas cenas (alegorias) de suas respectivas vidas, Estas eram expli- cadas em seu sentido oculto aos candidatos à Iniciação e incorporadas nas doutrinas fi- losóficas.
Os Mistérios Eleusinos são os mais famosos e mais antigos de todos os Mistérios gregos (exceto os da Samotrácia), e eram celebrados nas cercanias da aldeia de Elêusis, perto de Atenas, Epifânio remonta-os aos tempos de tnachos (1,800 a.C.) e foram fundados, como se expressa em outra versão, por Eumolpo, rei da Trácia e Hierofante. Eram celebrados em honra de Demeter, a Ceres grega e a Ísis egípcia, e o último ato da representação aludia a uma vítima sacríficial expiatória e uma ressurreição, quando o Iniciado era admitido ao grau supremo de Epopta (ver). À festa começava no mês de Boêdromion (setembro), época da vindima, e durava do dia 15 ao dia 22, ou seja, sete dias. A festa hebraica dos Tabernáculos, festa das Colheitas, no mês de Erhanim (o sétimo), começava também no dia 15 e terminava no dia 22 desse mês, O nome do mês (Ethanim) deriva, segundo alguns, de Adonim, Adonia, Attenim, Ethanim, e era consa- grado a Adonai ou Adonis (Thammuz), cuja morte os hebreus lamentavam nos bosques de Bethlehem. O sacrifício do “Pão e do Vinho” era executado antes dos Mistérios da Iniciação e, durante a cerimônia, revelavam-se aos candidatos os mistérios do Petroma, espécie de livro composto de duas tabuíinhas de pedra (petraí), unidas lateralmente e dis. postas para se abrirem como os demais livros. (Para maiores detalhes, ver Ísis sem Véu, IL, pp. 4 6 9l e ss.) 377
Vieram depois dos Mistérios de Baco, po- rém diferiam muito destes, O sistema de Orfeu caracterizava-se por sua moralidade pu- ríssima e severo ascetismo, À teologia que Orfeu ensinava é, por outro lado, puramente hindu. Para ele, a Essência divina é inseparável de tudo o que é no Universo infinito, pois todas as formas estão ocultas nela desde toda a eternidade, Em determinados períodos, essas formas são manifestadas emanando da Essência divina ou manifestando-se por si mesmas, Assim, graças a esta lei de emanação (ou evolução), todas as coisas participam de tal Essência e constituem partes e membros impregnados de natureza divina, que é onipresente, Como todas as coisas d'Ela procederam, a Ela devem voltar necessaria- mente e, portanto, é preciso haver inúmeras transmigrações ou reencarnações e purifica- ções antes de chegar à consumação final, Isso é pura filosofia Vedânta. Por outro lado, a Fraternidade órfica não ingeria alimentos animais, usavam roupas de linho branco e pra- ticavam muitas cerimônias semelhantes àquelas dos brahmanes,
Toda doutrina envolta no mistério e na metafísica e que trata mais dos mundos ideais do que do nosso Universo real positivo, (Glossário da Chave da Teosofia) Outra acepção desta palavra é: o estado da pessoa que se dedica a Deus e às coisas espi- rituais.
Na Antiguidade, era aquele que figurava entre os que eram admitidos nos antigos Mistérios; atualmente, é o que pratica o misticismo e pro- fessa idéias místicas, transcendentais etc. (Glossário da Chave da Teosofia) Segundo se lê em Ísis sem Véu (I, XXXV, dá-se o nome de místico aos Iniciados; porém, na Idade Média e nos períodos posteriores, aplicava-se tal termo àqueles homens que, como Jaco- bo Boehme o Teósofo, Molinos o Quietista, Nicolas de Basilea e outros, acreditavam numa comunhão direta com Deus, análoga à inspiração dos profetas. Mita (Sânsc.) — Parco, reduzido, limitado, conciso; dividido, distribuído; conhecido, examinado; fixo, firme, sólido. Mitabhâchin ou Mitabhâchitri (Sânsc.) — Que fala pouco, Nos Vedas, é um epf- teto de certos ministros do Sacrifício, Mitadru (Sânsc.) — O mar, o oceano. Mitakchara (Sânsc.) — Literalmente, “palavra medida”, Verso, Mitâzana (Sânxse.) — Que come pouco; sóbrio, frugal, Mithilâ (Sânsc.) — Nome de uma cidade situada a nordeste de Bengala.
Comumente se entende por mito uma fábula ou ficção alegórica, que encerra no fundo uma verdade geralmente de ordem espiritual, moral ou religiosa. Porém, é preciso levar em conta que os antigos escritores davam à palavra my- thos o significado da tradição, palavra, relato, rumor público etc., e que a palavra latina fábula era sinônimo de alguma coisa dita, ocorrida em tempos pré-históricos e não ne- cessariamente uma ficção ou invenção. (Ver Doutrina Secreta, III, 33) Os mitos têm um duplo significado, Muitos deles resultam em realidades e a maior parte não são inven- ções, mas transformações, pois têm como ponto de partida fatos reais. “Os mitos — diz atinadamente Pococke -—, está provado agora, são fábulas na mesma proporção em que os compreendemos mal e são verdades na proporção em que eram compreendidos noutro tempo. Os mitos tiveram e têm ainda, para as massas populares, o valor de dogmas e rea- lidades e constituem a base das religiões exotéricas.” “De onde vem — diz Eugênio Tal- bot — esse consentimento unânime e persistente em crenças baseadas no erro?” Desta lei lógica e indiscutível de que “todo erro tem base na verdade”, Em outras palavras, como o compreendeu tão bem Otfried Múller, os mitos não são conseqgilência elaborada de um sistema, mas uma criação espontânea, irreflêéxiva e repentina do espírito humano em sua infância; o mito é o antipoda da abstração, Assim, não é de surpreender que a humanida- de siga aferrada, em todos os tempos, ao mito. Este faz parte dela própria e, quando a humanidade chega à idade adulta, não pode renegar as crenças de seu berço, Os estudos modernos de Mitologia comparada lançaram muita luz sobre a gênese do mundo, do ho- mem é dos deuses, bem como sobre a história e evolução das principais religiões do glo- bo. Para todo pensador é de suma importância examinar, com a maior atenção, os mitos sob todos os aspectos, aplicando-lhes cada uma das sete chaves, e descobrir as verdades transcendentais ocultas no fundo de tais ficções. Mitra (Sânsc.) — Um dos doze Ádityas (filhos de Aditi) ou personificações do Sol. Nos Vedas, encontra-se geralmente associado com Varuna, sendo Mitra aquele que rege o dia e Varuna O que rege a noite, À semelhança do nome e por ser uma forma do Sol, guarda estreita relação com o Mithra persa, (Ver Mitra ou Mithra.) Mitra significa tam- bém: amigo, companheiro, aliado. Mitra ou Mithra (Per.) — Antiga divindade iraniana, um deus-Sol, como o de- monstra o fato de ter cabeça de leão. Este nome existe também na Índia e significa uma forma do Sol. O Mithra persa, aquele que fez Ahriman sair do céu, é uma espécie de Messias que, segundo se espera, voltará como juiz dos homens e é um Deus que arca com os pecados e expia as iniqiidades da humanidade. Como tal, contudo, encontra-se diretamente relacionado com o Ocultismo supremo, cujos ensinamentos eram expostos durante os Mistérios mitraicos. [Esta divindade é o princípio mediador colocado entre o bem e o mal, entre Ormuzd e Ahriman; Mitra é Khorschid, o primeiro dos [zeds, o doa- dor de luz e de bens, mantenedor da harmonia no mundo e guardião protetor de todas as criaturas, Sem ser propriamente o Sol, é a representação do astro-rei e é invocado como este. Através de documentos relativos à Pérsia — diz E. Bournof — sabemos que o viril fi- gurava também nas cerimônias masdeístas, nas quais representava Mithra, e que Mithra não era nada mais do que a força imanante do Sol, concebido como regulador do tempo, iluminador do mundo e agente de vida. O Veda confirma sobejamente esta interpretação do símbolo e dá ao próprio tempo o primeiro sentido da fórmula cristã per quem omnia facta sunt (“pelo qual todas as coisas foram feitas”)
Chapéu ou adoro de cabeça de um dignatário religioso, como aquele de um bispo católico romano: um chapéu que termina em fenda, como uma cabeça de peixe com a cauda aberta — cabeça de tainha —, associada com Dagon, a divindade babilônica, sendo preciso notar que a palavra dag significa “peixe”. O curioso é que o orifício da matriz também foi assim denominado [os tincoe ou “focinho de tainha”] na mulher e o 379
Literalmente, mandamento, boa ação (consciente). Há mitzvot (plural de mitzvá) essenciais e inerentes ao homem e outros decorrentes de normas legais. Mizra (Sânsc.) — Mistura; misturado, misto, múltiplo. Mizraim (Eg.) — Nome do Egito em tempos antigiiíssimos. Este nome é atualmente relacionado com a maçonaria, (Ver Rito de Mizraim e Rito de Mênfis nas Enciclopédias maçônicas.) Mizraka (Sânsc.) — Paraíso, jardim celeste; canto, Mizrakâvana (Sânsc.,) — O paraíso de Indra, Mizrita (Sânsc.) — Misturado, adicionado; respeitável, Mlechcehha (Sânsc.) — Pária, sem casta, Este nome é aplicado aos estrangeiros (bár- baros) em geral e aos que não são arianos. Mnevis (Eg.) — O outro Mnevis, filho de Ptah e símbolo do deus-Sol Ra, do mesmo modo que se supunha que Ápis era Osíris na forma sagrada de touro. Sua residência era Heliópolis, a cidade do Sol. Era negro e levava sobre os chifres o uroeus (áspide) é o dis- co. Mobeds (Zend.) — Sacerdotes zoroastrianos ou parses. (Ver Mago.)
Doutrina exposta, pela primeira vez, por Sabellius, de que o Pai, o Filho e o Espírito Santo não são três pessoas distintas, mas apenas três modos diferentes de manifestação, Mogha (Sânsc.) — Vão, inútil. Moghajfiâna (Sânsc.) — De saber ou conhecimento vão, Moghakarman (Sânsc.) — De ações vãs, Moghãâza (Sânsc.) — De esperanças vãs. Moha fSânsc.) — Ilusão, erro, engano, ofuscação, confusão, perturbação, insensatez; inconsciência, ignorância; perplexidade; apatia; esquecimento; negligência, descuido; pe- na, tormento. É sinônimo de asmitá, um dos cinco “sofrimentos” de Patafijali. Moha-jâla (Sânsc.) — À ilusão do mundo dos objetos dos sentidos. (P. Hoult) Moha-mantra (Sânsc.) — Um mantra que cria um encantamento ou ilusão. (P. Hoult) Mohana (Sânsc.) — Erro, confusão, engano, ilusão; que causa confusão, erro ou en- gano; falaz, enganoso, ilusório. 380
Equivalente ao Fatum latino; destino, o poder que governa as ações, os sofrimentos, a vida e as lutas humanas. Porém, Moira não € Karma; é apenas uma de suas forças-agentes. (Para maiores detalhes, ver Doutrina Secreta, II, 639, nota 3.)
Há dados que fazem crer que os livros atribuídos a Moisés foram escritos na Babilônia, durante o cativeiro dos israelitas ou imediatamente depois de Esdras, De fato, em tais escritos encontram-se apenas terminações persas e caldéias: Babel, porta de Deus; Phegor-beel ou Beel-phegor, deus do abismo; Daniel, juízo de Deus; Zebuth-beel ou Beel-zebuth, deus dos insetos; Bethel, casa de Deus; Gabriel, homem de Deus; Jahel, aflito de Deus; Jaiel, vida de Deus; Z/srael, que vê a Deus; Oziel, força de Deus; Ra- fael, socorro de Deus; Uriel, fogo de Deus. (Dicionário filosófico, verbete Moisés). Dá muitos séculos as fábulas orientais atribufam a Baco tudo o que os judeus disseram de Moisés, De fato, alguns escritores eruditos, tais como Vossius, M., Huet e o padre To- massin, observaram pontos curiosos de semelhança entre o deus Baco e o renomado le- gislador do povo hebreu: 1º) Baco nasceu no Egito e teve duas mães: a ninfa Semele e seu próprio pai Júpiter, que recolheu o menino do seio de sua mãe, morta por um raio, mantendo-o em sua coxa até o dia de seu nascimento, Moisés nasceu no Egito e também teve duas mães, uma que o deu à luz e outra que o adotou; 2º) Baco foi encontrado ex- posto na ilha de Naxos. Esta circunstância valeu-lhe o sobrenome de Myfas, que signifi- a “salvo das águas”, Moisés foi abandonado na margem do Nilo e por ter sido salvo das águas foi chamado Moisés, de mo, que em egipcio significa “Água” e yses, “salvo”; 3º) Baco cruzou o Mar Vermelho com um exército composto de homens e mulheres a fim de conquistar as Índias. Moisés também atravessou este mar, com uma hoste igualmente composta de homens e mulheres para encontrar a Terra da Promissão; 4º) Baco, da mesma forma que Moisés, transformou as águas em sangue; 5º) a fábula dota o deus Ba- co de comos e lhe coloca na mão um tirso temível (bastão terminado em pinha e enfeita- do de hera e pâmpanos), Moisés tinha dois raios luminosos na fronte e trazia na mão uma vara miraculosa; 6º) Baco foi criado no monte Nisa, Moisés passou quarenta dias no monte Sinai, de que Nisa parece ser um anagrama; 7º) Baco vingou-se de Penteu, rei de Tebas, que se opunha à introdução do culto de tal deus em seu reino. Moisés castigou ao Faraó que não queria que o povo de Deus saísse para celebrar sacrifícios; finalmente, Baco plantou a vinha em diversos lugares e, nos dias de Moisés, os exploradores envia- dos, por este, à terra de Cannã regressaram com um enorme cacho de uvas, que dois ho- mens transportavam em um varal, (Connaissance de la Mythologie, Lyon, 1817, p. 83) [Segundo Orfeu, em seu Hino a Adonis, Apolo, Baco, Dioniso, o Sol, Adonis — são nomes de um mesmo personagem,) Moksha (Mokcha) (Sânsc.) — “Liberação”. Liberação dos vínculos da carne e da matéria ou da vida nesta Terra. (Ver Mukni.) O mesmo que Nirvâna; um estado post- mortem de repouso e bem-aventurança da Alma-peregrina. [Moksha significa: liberação, desligamento, emancipação, salvação; é a iberação definitiva dos laços do corpo e da matéria em geral e, consequentemente, liberação das dores da existência mundana. Em tal estado, o Espírito individual, isento de toda nova reencarnação, é absorvido no Espíf- rito Universal, Esta liberação final, portanto, é considerada como a suprema bem-aven- turança, Tal palavra tem, ainda, outras acepções: morte, justiça, eqilidade, equilíbrio etc, (Ver Mukti.)] Moksha-dharma (Sânsc.) — Título da terceira parte do Zânti-Parvan do Maháâbhã- rata, 381)
Nome dado no Egito a tabuínhas de pedra calcárea que, em verdade, não são moldes, mas figuras impressas. Tais tabuinhas apresentam a imagem da ave Benou, ave pernalta e palmípede, semelhante à fênix que nasce das próprias cinzas e, portanto, emblema da reprodução ou renovação, (Ver Benou.) Parecem indicar que a múmia, à que acompanham, dará nascimento à um novo ser destinado a cumprir uma nova existência. (Fierret, Dict. d Arch, ÉPt)
A Unidade, o 1en, mas em Ocultismo signifi- ca, muitas vezes, a Triada unificada. Atma-Buddi-Manas, ou a Dfada Atmma-Buddhi, a parte imortal do homem que se reencarna nos reinos inferiores e progride gradualmente através deles até o homem e depois até a meta final [veja a discussão deste ponto no Corpus Hermeticum de Hermes Trismegistos]: o Nirvâna. [4 Mônada é a Centelha divi- na, o Jíva, o Eu, o Raio do Logos. Ainda que seja una em essência, penetra em todos os planos e regiões do ser e se encarna em todas as formas ao percorrer 08 arcos ascendente e descendente (evolução e involução). Por este motivo se a designa, segundo o caso, pe- los nomes de Mônada clemental, mineral, vegetal, animal, humana, de um Espírito Pla- netário etc. Contém em germe ou estado latente os atributos e poderes divinos, poderes que se vão manifestando em virtude das impressões nascidas do contato com os objetos do universo com que a Mônada se relaciona. (Doutrina Secreta, passim) É designada por Mônada tanto se setrata da Mônada do Espírito- Matéria(Amã), como se se trata da Mônada da forma (Árnã-Buddhi) ou da Mônada Humana (Ármã-Buddhi-Manas). Em ca- da um destes casos é uma unidade e atua como uma unidade, tenha um só aspecto, dois ou três. (A. Besant, Sabedoria Antiga)]