Chasdim
Ver Chhassidi.
Glossário Teosófico
Ver Chhassidi.
Um franco-maçom que fundou, em Londres, no ano de 1767, uma loja denominada “Os Teósofos Huminados". Chat (Eg.)- No Antigo Egito, este nome era empregado para designar o corpo físi- co, Chat (Sânsc.) — Nominativo singular de chach (ver). Chatsampati (Sânsc.) — As seis qualificações mentais. (A. Besant) Chattra (Sânsc.) — Discípulo, noviço.
Quatro. Chatur-bhadra (Sânsc.) — Os quatro desejos ou felicidades do homem, à saber: dharma (virtude), kâma (amor sexual), artha (riqueza), mokcha (liberação final). — Ver Bhagavad-Gitá, XVIII, 34, Chatur-bhuja (Sânsc.) — Aquele “de quatro braços”, Epíteto de Brahmãâ. Chaturdaza-bhuvanam (Sânsc.) — Os quatorze mundos (lokas) ou planos de exis- tência. Esotericamente, os sete estados duais, Chatur-deva (Sânsc.) — Ver Chatur-mahârájâs. Chatur-mahârâàjás (Sânsc.) — Os quatro grandes Reis ou Devas, que guardam as quatro partes do Universo e estão relacionados com o Karma.
Aquele “de quatro faces”. Epíteto de Brahmi. 109
O conjunto dos quatro yugas: Satya ou Krita, Tretãá, Dvá- para é Kali-yugas, que compõem um período de 12,000 anos divinos, equivalente a um Mahâã-yuga (ou grande yuga). Ver Yuga. Chava (Iebr.) - O mesmo que Eva: “a Mãe de tudo o que vive"; “Vida”,
Símbolo de importância universal, emblema do silêncio entre as nações an- tigas. Representada no umbral do Adytum, a chave tinha um significado duplo: recordava aos candidatos as obrigações do silêncio e prometia ao profano a revelação de mais de um mistério até então impenetrável. No Edipo em Colona, de Sófocles, o Coro fala “da chave de ouro, que tinha sido colocada sobre a lingua do Hierofante, que estava ofician- do nos Mistérios de Elêusis” (1051), “à sacerdotisa de Ceres, segundo Calímaco, porta- va uma chave como insfenia de sen ofício, e, nos Mistérios de Ísis, a chave simbolizava a abertura do coração e da consciência ante os quarenta e dois assessores dos mortos.” (R. M, Cyclopaedia)
Discípulo do universalmente famoso Nostradamus, astrólogo e alquimista do séc. XVI, Morreu no ano de 1604, Gozou de vida tranquila e era quase desconhecido de seus contemporâneos; porém deixou um manuscrito precioso sobre as influências pré e pós-natal dos astros sobre certos e determinados indivíduos, segredo que lhe foi revelado por Nostradamus. Este tratado foi deixado na posse do im- perador Alexandre da Rússia,
Ver Chhâvyá. Chefe de obra da Arte (Alga.) — Éa pedra dos filósofos, o elixir perfeito ao rubro. Alguns Químicos deram-lhe este nome com razão, pois € a melhor coisa que o homem poderia imaginar para seu bem-estar, Chekitâna (Sânsc.) — Filho de Dhrichtaketu, rei dos kehayas e aliado dos Pandâvas. (Bhagavad-Giá, L, 5) Chela (Sânsc.) — Literalmente: “menino”, Discípulo de um guru (mestre ou sábio); prosélito de algum Adepto de uma escola de filosofia. [No Oriente, também se denomina chela o discípulo já aceito para o estudo do Ocultismo,] Chemi (Eg.) — Antigo nome do Egito. Chenresi (Tib.) — O Avalokitezvara Ubetano. O godhisartva Padmapâni; um Buddha divino. 110
Ou feru, Espada mágica, uma arma do “deus da espada”, Heru, Nos Eddas, a Saga descreve-a dizendo que mata seu possuidor se este € indigno de es- grimi-la. Traz vitória e fama somente nas mãos de um herói virtuoso,
Ver Querubim, Chesed (Hebr.) — “Misericórdia” ou Gedulah (por outra denominação); o quarto dos dez Sephiroths; uma potência masculina ou ativa, (W. W. WJ
Símbolo de outro dos vasos que partem do coração. (Râma Prasãad) Chhanda ou Tchhanda (Sáânsc.) — Desejo, intenção, propósito, tendência, Chhanda-riddhi-pâda (Sânsc.) — “A passagem do desejo”, termo usado no ftâja- yoga. É a renúncia a todo desejo como condição sine qua non dos poderes fenomenais e da entrada no sendeiro que conduz diretamente ao Nirváâna, Chhandas f(Sânsc.) — Significado idêntico ao de chhanda, Significa também: ritmo ou métrica poética; hinos do Veda. Um dos Vedângas (ver), Chhandoga (Séânsc.) — Uma coleção sanhirã (ou samba) do Sáma- Veda, significa tarobém: sacerdote, cantor do Sâma- Veda. Chhandogya (Sâánsc.) — Nome de um dos Upanichads, um tipo de tratados sobre a filosofia esotérica hindu, Chhândogyopanichad (Sánxsc.) — Um dos Upanichads do Sâma- Veda. Chhanmôka (Sânsc.) — Um grande Bodhisattva, entre os budistas do Norte, célebre por seu amor ardente à humanidade; considerado, nas escolas esotéricas, como um Nir- , manakâya. Chhannagarikah (7ib.) — Literalmente: “a escola das seis cidades”. Famosa escola filosófica, na qual os chelas são preparados, antes de entrarem no Sendeiro,
Na versão dos Setenta, Assidaí, e, na inglesa, Ássideans. São mencionados também nos Macabeus 1, VII, 13, dizendo que foram condenados à morte com muitos outros. Eram os prosálitos de Matatias, pai dos Macabeus, e todos eram Iniciados místicos ou Adeptos judeus, à palavra em questão significa “instruído, versado em toda a sabedoria humana e divina”, Mackenzie (R. M. C.) considera-os como guardiães do Templo, para conservação de sua pureza; porém, como Salomão é seu tem- plo eram alegóricos e não tinham existência real, o Templo significava, neste caso, o “corpo de Israel” e suma moralidade, Escalígero relaciona esta sociedade dos Assídeos com a dos Essênios, julgando à primeira como predecessora da segunda, Chhâya ou Chhâyá (ou Châyi, como escrevem alguns) (Sánsc.) — “Sombra”, No- me de uma criatura engeridrada de si mesma (corpo astral) por Safjiá (Sanjnã), esposa de Súrya [0 Sol]. Íncapaz de resistir aos ardores de seu esposo, Sahjhâ deixou Chhãyãâ (a sombra) em seu lugar, como ama da casa e dirigiu-se para a selva, para se entregar à 111
O raio de Indra,
Vida; Vita, Revivificatio. Na Cabala, é a essência suprema da alma humana, correspondente a Chokmah (sabedoria). Chichchhakti ou Chichhakti (Chit-sakti) (Sânsc.) — O poder que engendra o pensamento, Chid (Sânsc.) — Ver Chit. Por eufonia, esta palavra substitui, às vezes, a letra dpor Chid-agni-kandum ou Chidagnikundum (Sânsc.) — Literalmente: “o lar do fogo do coração"; o local onde reside a força que extingue todos os desejos individuais. Chidâkâsa (Chidâkâsam) (Sánsc.) — Campo ou base da consciência, [Na filosofia vedantina, advaita é o plano ou campo infinito da Consciência universal (Doutrina Se- creta, II, 631). O campo ou espaço de conhecimento em que brilha a Alma em sua pró- pria natureza. (Swâmi Vivekânanda, Filosofia Yoga)] Chid-ghana (Sánsc.) — À consciência em toda a sua plenitude; o Plerôma dos gre- £os.
Cabalista regular do séc. XVII, que, segundo se acredita, aprendeu dos Iniciados coptos uma chave para as obras gnósticas, Compôs uma obra sobre o Abraxas, da qual a Igreja queimou a parte esotérica. Chiim (Hebr.) — É um nome plural, “vidas”, encontrado em alguns termos com- postos; Elohim Chiim, os deuses de vidas; Parkhurst traduz no sentido de “o Deus vi- vente”, e Ruach Chiim no de “Espírito de vidas” ou de vida. (W, W. W) Chikitst-vidyA-shâstra (Tchikitsã=...) (Sânsc,) — Um tratado de medicina oculta, que contém uma infinidade de fórmulas ou prescrições “mágicas”. É um dos Paficha- Vidyâ-Shastras ou Escrituras. 112
O germe da consciência; consciência abstrata. Parabrahman. Chin-maya-koza (Sânsc.) — Entre os vedantinos, € “a vestimenta nirvânica”; o es- tado mirvânico objetivado, (P. Houl) Chintâmani (Sánsc.) — “À gema do desejo”. Pedra preciosa que proporciora a seu possuidor tudo o que deseje. À pedra filosofal, Sobrenome de Brahmã. Chintâpara (Sânsc.) — Entregue à meditação. Chintiya (Sânsc.) — Meditação, reflexão, consideração, Chintya (Sânsc.) — Inteligível, compreensível, cognoscível, Chira-jivin (Sánsc.) — “Que vive muito tempo”. Sobrenome de Vishnu. Chisir mineral (Alg.) — Enxofre princípio dos metais. Chisti Pabulum (Alq.) Urina de uma criança. Chit (Sânsc.) — Consciência pura ou abstrata, [Inteligência, consciência, mente, pensamento, percepção, coração, Entre os yogis, Chit é sinônimo de Mahat, o primeiro e divino intelecto.) Chitanut our (Hebr.) — Chitons, uma vestimenta sacerdotal; “as capas ou invólu- cros de pele”, que Java ÁAlein deu a Adão e Eva, após suas quedas. Chitkala (Sânsc.) — Na filosofia esotérica, é o mesmo que Kumáras, aqueles que se encarnaram primeiramente nos homens da terceira Raça-mãe., (Ver Doutrina Secreta, 1, 308, da 3º ed. inglesa, ou 288 da antiga.) [Ver Daimon,] Chitra (Sânsc.) — Sobrenome de Yama (deus dos mortos). | Chitrâ (Sânsc.) — Um dos asterismos lunares (Râma Prasãd) Chitra-gupta (Sânsc.) — O deva (ou deus) que é o registrador de Yama (o deus da Morte) e que, segundo se presume, lê num registro intitulado Agra-Sandhânt o relato da vida de cada alma, quando esta aparece diante do Tribunal do Juízo, (Ver Agra- Sandhã- nt.) . Chitrakúta(Sânsc.) — “Pico brilhante”, Nome de uma montanha do Bundelkhand. É um lugar sagrado, onde abundam templos aos quais acorrem, todos os anos, milhões de pessoas. Chitraratha (Sânsc.)— “Que tem um carro brilhante”. O Sol, Nome do chefe dos Gandharvas ou Músicos celestes. (Ver Bhagavad-&Ghá, X, 26.) Chitra-sena (Sânsc.) — Um dos cem filhos de Dhritarâichtra,. Nome de um dos Gandharvas, Chitra Sikkandinas (Sikkandinas) (Sânsc.) — Literalmente: “de cume brilhante”. A constelação da Ursa Maior; a mansão dos sete Richis (Saptarchi). [As seis estrelas da Ursa Maior; os sete Richis: Marichi, Atri, Angiras, Pulastya, Pulaha, Kratu e Vasichtha,] Chit-swa-râpa (Sánsc.) — À inteligência em sua forma essencial; o Supremo. (P, Hoult) Chitta (Tchitta) (Sânsc.) — Inteligência, razão, pensamento; mente, coração; pro- pósito, desejo; atenção, observação; idéia. À matéria mental. (Ver Chetas.) 113
Ver Chnoufis.
Ver Chokmah, Chohan (Tib.) — “Senhor”, chefe. Assim, Dhyân Chohan corresponderia a “Chefe dos Dhyânis” ou Luzes celestiais, que podemos traduzir pelo nome de Arcanjos.
Sabedoria; o segundo dos dez Sephiroth e o segundo da Trfada Suprema, É uma potência masculina, que corresponde ao Yod (D, do Tetragrammaton IHVH,ea Ab, o Pais (W. W. Wo)
Ver Cronos, Chthonia (Gr.) — Terra caótica na cosmogonia helênica, Chtonias ou Chthonias (Gr.) — Festas celebradas em Hermione, antiga cidade do Peloponeso, em honra de Ceres, cujo sobrenome era Chtonia (Chthonia), que significa terresire, porque esta deusa presidia a Terra. Quatro vacas escolhidas eram imoladas no templo de Ceres por quatro sacerdotisas anciãs. Chu (Eg.) — No Antigo Egito, era assim que se denominava o Espírito.