Fluido Vital
É o fluido elétrico universal ou fluido eletrovital, um dos aspectos secundários de Fohat. (Doutrina Secreta, 1, 136 e 535)
Glossário Teosófico
É o fluido elétrico universal ou fluido eletrovital, um dos aspectos secundários de Fohat. (Doutrina Secreta, 1, 136 e 535)
Ou a passagem do Rio (Chebar). Cornélio Agripa apre- senta este alfabeto, No Ars Quamor Coronatorum, bt. III, 2º parte, 1890, obra que € o relato das atuações da loja maçônica Quator Coronati, número 2.076, podem ser encon- tradas cópias deste alfabeto, bem como dos curiosos caracteres antigos denominados Melachim e o alfabeto celeste facilitados por W. Wynn Westcott, P. M. Esta loja parece ser a única na Inglaterra que realmente estuda com formalidade “os mistérios ocultos da Natureza e da Ciência”. Fo ou Foé (Chin.) - Nome dado a Buddha pelos chineses.
Segundo os ensinamentos esotéricos, é o reflexo mais perfeito e não adul- terado, tanto no Céu quanto na Terra, da Chama una. É Vida e Morte, origem e fim de todas as coisas materiais, É substância divina (Doutrina Secreta, 1, 146). Os rosacruzes, os filósofos herméticos e muitos outros consideram o Fogo como símbolo da Divindade. Em sentido figurado, dá-se o nome de “Fogo” ao Único Elemento Cósmico Gdem, 1, 127). Dal as denominações de Fogo fluido (ar), líquido (água), sólido (tetra) etc. (Ver Filósofos do Fogo.) Fogo artificial (Alg.) — É o mercúrio dissolvedor dos filósofos. Fogo branco (Cab.) — O Zohar, tratando da “Grande Face” e da “Pequena Face”, símbolos do Macrocosmo e do Microcosmo respectivamente, fala do fogo branco oculto, que delas irradia de noite e de dia e que, contudo, não se vê nunca, Isso equivale à força vital (que está acima do éter luminífero) e à eletricidade, nos planos superiores e infe- riores. Porém o místico “Fogo branco” € um nome dado a Ain-Soph. E esta é a diferença existente entre as filosofias ariana e semítica. Os ocultistas da primeira falam do Fogo branco, que É o símbolo do desconhecido e incognoscível Brahim [ou Brahma], e decla- ram impossível toda especulação sobre o “Fogo negro”. Porém os cabalistas que, devido 195
É o mesmo que Fogo de Elmes. (Ver Ísis sem Véu, 1, 125, ed. inglesa). Fogo Filosófico (Alg.) — É com este fogo que os Sábios “lavam” sua matéria, uma vez que este fogo purifica seu mercúrio, Ele tudo faz e tudo destrói. Congela a mistura da pedra, Corrige o frio da Terra e da água e lhes dá um melhor caráter. Lava as impure- zas da água e elimina a umidade supérflua da matéria, Vivifica e ilumina os corpos, já ue com eles se mistura, Putrefaz e, em seguida, faz germinar coisas novas e diferentes. E, enfim, como um juiz, que discerne e separa o bom do mau.
O Caos: a grande Mãe,
Termo cabalístico aplicado à Sabedoria e à Luz Absolutas. É chamado de “negro” porque é incompreensível para nosso intelecto limitado,
À cerimônia do fogo novo, celebrada no sábado santo, representando a ressurreição de Cristo, não é exclusiva da Igreja Católica Romana, Ospagãos também tinham o seu, que acendiam através de um vaso côncavo ou de um espelho ustório ex- posto aos raios do Sol.
Figura de linguagem com que se designa a Divindade, À Vida única. Expressão teúrgica, usada posteriormente pelos rosacruzes, O símbolo do Fogo vivente é o Sol, alguns de cujos raios desenvolvem o fogo da vida em um corpo morto, comunicam o conhecimento do faturo à mente vagarosa e estimulam para uma função ativa certa fa- culdade psíquica, que geralmente se encontra latente no homem. Seu significado é muito oculto. [Ver Doutrina Secreta, 1, 361.) Fohat (Tib.) — Termo empregado para representar a potência ativa (masculina) do Shakti (potência reprodutora feminina) na Natureza. À essência da eletricidade cósmica. Termo oculto tibetano utilizado para expressar à Daiviprakriti, a Luz Primordial, e no Universo de manifestação a sempre presente energia elétrica e incessante poder destrui- dor e formador. Esotericamente, tem o mesmo significado, pois Fohar é a Força Vital impulsora, sendo, de uma so vez, o impulsor e o resultado. [Fohar é uma coisa no Uni- verso ainda não-manifestado e outra coisa no mundo fenomenal e cósmico, No primeiro, é uma idéia abstrata; contudo, não produz nada por si só; é simplesmente o poder criador potencial, através de cuja ação o númeno de todos os fenômenos futuros divide-se por assim dizer, para se reunir num ato místico supra-sensível e emitir o Raio Criador. No segundo, é o oculto poder eletrovital personificado que, sob à vontade do Lagos criador, une e combina todas as formas, dando-lhes o primeiro impulso, que, com o tempo, con- verte-se em lei; a força ativa na Vida Universal, o princípio animador que eletriza cada átomo, fazendo-o entrar na vida; a eminente unidade que enlaça todas as energias cósmi- cas, tanto nos planos invisíveis como nos manifestados, Penetrando no seio da substância inerte, impulsiona-a para a atividade e guia suas diferenciações primárias nos sete planos da Consciência cósmica. Átua sobre a substância manifestada ou Elemento único e, di- ferenciando-o em vários centros de energia, põe em ação a lei da Evolução Cósmica, 196
Ver Fons Vitae. Foreg (Phoreg) (Gr.) — Nome do sétimo titã; não mencionado na cosmogonia de Hesfodo. O titã do “Mistério”,
Ver Corpo lunar ou astral.
Ver Elementos.
Ver Phorminx.
Ver Phoronede. Foroneu (Phoroneus) (Gr.) — Um ttã; um dos antecessores e procriadores da hu- manidade. Segundo uma lenda da Argólida, atribuí-se-lhe, do mesmo modo que a Pro- meteu, o fato de ter levado o fogo para esta Terra (Pausânias), [Foroneu tinha, na Argó- lida, um altar sobre o qual se elevava continuamente uma chama, para recordar que este titã tinha sido o inventor do fogo. O deus de um rio do Peloponeso. (Ver 8huranyu.)) Fósforo (Phosphoros) (Gr.) — Literalmente: “portador de luz”, Nome dado a Lú- cifer ou planeta Vênus, a luz da manhã, que brilha no horizonte antes de surgir a aurora. Tem exatamente o mestno significado de Lúcifer (ver). Fot-tehou (Chin.) — Literalmente, “Senhor de Buddha”, porém significando sim- plesmente o preceptor das doutrinas de Buddha. Foh significa um Guru, que geralmente vive num templo de Sâkyamuni Buddha -- o Foh Maeyu. Fraternidade Universal -— Este é o primeiro dos objetivos da Sociedade Teosófica: “Formar um núcleo de Fraternidade Universal da Humanidade, sem distinção de raça, crença, sexo, casta ou cor”. Para ressaltar a importância deste objetivo, traduzimos as seguintes palavras de Lactâncio (fnstit., 1, V, cap. 6): “A verdadeira religião é a única qêe saiba fazer um homem amar outro homem, visto que ensina que todos os homens estão unidos por vínculos de fraternidade, pois Deus é o pai comum de todos”. De fato, nosso verdadeiro Eu, o Espírito Individual, que reside no interior de cada homem, é uma chispa 197
Ver Parícha etc. Paricha ou Pafichan (Sânsc.) — Cinco, Paficha-balâni (Sânsc.) — Os “cinco poderes” que devem ser adquiridos na prática do Yoga: fé plena ou confiança, energia, memória, meditação e sabedoria, (Ver Bala) Pafichadaza (Sânsc.) — Décimo quinto. Pafichadazi (Sânsc.) — O décimo quinto dia da Lua,
Destinado, prometido, atribuído, concedido, Pradíidivas (Sánsc.) — Brilhante, refulgente, Pradigdha (Sânsc.) — Manchado, maculado, untado, Pradipa (Sânsc.) — Lâmpada, luz; esclarecimento, explicação, comentário, Pradipaka ou Pradiípakãâ (Sânsc.) — Pequena lâmpada, luz ou comentário. Pradípana (Sánsc.) — Que inflama, que acende; um veneno mineral, Pradípta (Sânsc.)— Áceso, ardente, chamejante, flamígero, brilhante. Pradípti (Sânsc.) — Brilho, esplendor. 501)
Ver Ferouer, Fravasham (Zend.) -Espírito Absoluto [ou Áiman).
Ver Fravasham.
Ver Phren. Freya ou Frigga (Esc.) — No Edda, Frigga é a mãe dos deuses, como Áditi, nos Ve- das. É idêntica à Frea setentrional dos germanos e, em seu aspecto inferior, era adorada como a Mãe-Terra, que a tudo nutre, Estava sentada em seu áureo trono |H/livskialf), formado por tecidos de luz dourada, em companhia de três virgens divinas, na quahlade de servidoras e mensageiras, e estava ccupada tecendo fibras de ouro destinadas a rºe- compensar os homens virtuosos, É Ísis e Diana de uma só vez, porque é também Hold, a esforçada caçadora, e é também Ceres-Demeter, que protege a agricultura = a Lua e a Natureza. [Reina grande confusão entre os mitólogos sobre Freya ou Frigga. Alguns acreditam que constituem duas divindades idênticas; outros, ao contrário, fazem a se- guinte distinção: ' Freya É a deusa do amor e da beleza, correspondendo à Vênus greco-romana, Ha- bitava um lindo palácio e seu carro era puxado por dois gatos. Ia a cavalo onde quer que houvesse combates e repartia com Odin os guerreiros que sucumbiam na peleja, Cheia de dor, ao ver-se abandonada por seu esposo Oder, que partiu para percorrer países longin- quos, não parava de choràr, vertendo lágrimas de ouro puro. Frigga é à principal deusa da mitologia escandinava. Uma das três esposas de Odin e tãe de Baldur e outros deuses. Ocupa com Odin o trono Hliidskialf e conhece o destino dos homens, mas não o revela a ninguém. Desta deusa deriva o nome da sexta-feira (Freitag, em alemão; friday, em inglês).]
Um dos nomes de Odin.
Na Luz no Sendeiro, na Chave da Teosofia & outras obras teosóficas, lêêâm-se passagens concebidas nestas ou em outros termos parecidos: “Seus frutos tornam-se, na boca, pó e cinza” (Luz no Sendeiro, nota 12); “.. haverão de pare- cer com à fruta do Mar Morto” (Chave da Teosofia, p. 195, trad. castelhana), ou outras frases com que se pinta o desengano que sofre uma pessoa ao ver defraudadas suas mais fagueiras esperanças, como ocorre com aqueles que trabalham com afinco, porém com objetivos interesseiros ou egoístas, para obter uma recompensa futura, Isso alude à fruta chamada de maçã de Sodoma, que cresce às margens do Mar Morto, muito apetitosa vi- sualmente, mas que, no mornento em que se vai degustá-la, transforma-se em pó e cinza, Goethe, poeticamente, descreve esta fruta enganosa, quando põe na boca do Coro estas palavras: “... suas finas maçãs, rosadas como pêssegos e cobertas também por um véu suave como veludo. De boa vontade as morderia; porém estremeço só de pensar, pois, em tal caso, a boca, horrível dizer, ficaria cheia de cinzas” (Fausto, II parte, 3º ato), Ftah, Fta, Ptah ou Phtah (Eg.) — O nho de Knef (Kneph), no panteão egípcio. É o princípio de Luz e Vida, através do qual se efetuou a “criação” ou, melhor dizendo, a 198