Filhos da Viúva
Nome aplicado aos maçons franceses, devido ao fato de as cert- mônias maçônicas basearem-se principalmente nas aventuras e morte de Hiram AbIf, “o filho da viúva”, que, supostamente, ajudou a edificar o mítico Templo de Salomão,
Glossário Teosófico
Nome aplicado aos maçons franceses, devido ao fato de as cert- mônias maçônicas basearem-se principalmente nas aventuras e morte de Hiram AbIf, “o filho da viúva”, que, supostamente, ajudou a edificar o mítico Templo de Salomão,
Ver Filhos doe Yoga.
Seres elevados (Munis, Richis) de manvantaras anteriores, que se encarnaram para formar a sementeira (Grão da Santa Semente) dos futuros Salvadores da humanidade, dos futuros Adeptos humanos desta Terra e durante o ciclo atual, vivendo inteiramente afastados do resto da humanidade, (Doutrina Secreta, 1, 228) Foram criados (não engendrados) pelos “Senhores de Sabedoria” de um modo verdadeiramente imaculado, através do poder Krivásakti (o divino e misterioso poder latente na vontade de todo homem). São os antecessores ou antepassados espirituais de todos os subseqilentes e atuais Arhats ou Mahámãs. Na Doutrina Secreta são designados com o nome de primeiros Nágas. Mais tarde foram chamados de “Filhos da Névoa de Fogo”, (Doutrina Secreta, II, 333) São também conhecidos pela denominação de “Filhos de Deus”,
Os habitantes da Lemúria e os primeiros atlantes, ou seja, os lemur-atlantes, empenharam-se numa luta, que começou no mesmo dia em que saborea- ram o fruto da Árvore da Sabedoria; luta entre o espiritual e o psíquico, e entre o psíqui- co é o físico, Os que sucumbiram vitimados por suas próprias naturezas inferiores aca- baram por se tornar escravos da matéria e por se converter em filhos das Trevas. (Dou- trina Secreta, 11, 284) (Ver Filhos da Diz.)
À filosofia esotérica denomina os Filhos de Ad de “Filhos da Névoa de Fogo”, Termo empregado por certos Adeptos. Constituíram uma produção cons- ciente, pois uma parte da Raça já estava animada pela chama divina da inteligência supe- rior, espiritual, (Doutrina Secreta, 1, 228)
Uma classe de Pitris, os “antecessores do homem” ou os chamados Prajâpati, “progenitores”: um dos sete Richis que formam a constelação da Ursa Maior, 190
Os Mestres ou Instrutores que, quando começou a despertar a consciência no homem, guiaram a Humanidade e lhe inculcaram as primeiras noções de todas as artes e ciências, bem como o conhecimento espiritual, e lançaram os fundamen- tos das civilizações antigas. (Doutrina Secreta, 1, 229) Assim também se designavam os grandes Iniciados da Ilha Sagrada (situada antigamente no vasto mar interior da Ásia Central). (Ver Filhos da Vontade e do Yoga.) Filhos de Krisâswas (Sánsc.) — Às armas denominadas de Agneyastra. ÀS armas mágicas viventes dotadas de inteligência, mencionadas no Râmáyana e em outras partes. Trata-se de uma alegoria oculta. (Ver Agnyastra.)
Com este título são designados os Barichads (ver).
Ver Filhos do Yoga.
Ver Filhos do Yoga.
São os primeiros seres, chamados de “Mentes” na Doutrina Secreta, desenvolvidos ou procedentes do Fogo primordial (Dou- trina Secreta, 1, 114); as sete primeiras Emanações do Logos (1, 473), Trouxeram a luz ao mundo e dotaram a humanidade de razão e intelecto 611, 379) e foram os instrutores dos filhos da Terra. (Ver Agnichváttas é Kumâras.)
Ver Filhos da Luz.
Os filhos da Lua.
A Raça astral primitiva; aquelas “Formas” criadas pelos País lu- nares no fim da terceira Ronda e destinados a construir os tabernáculos das Mônadas menos avançadas, que teriam de encarnar, Receberam o nome de Filhos do Yoga porque o Yoga (exotericamente, união com Brahmã) é a suprema condição da passiva Divindade infinita, visto que contém todas as energias divinas e é a essência de Brahmãá, que, como tal, diz-se que a tudo cria através do poder do Yoga, (Doutrina Secreta, 11, 122) São também chamados de “Filhos do Dhyâna”.
Esta é a designação coletiva da terceira Raça, produzida inconscientemente pela segunda, intelectualmente inativa,
Judeu helenizado de Alexandria, historiador e escritor famoso. Nasceu por volta do ano 30 a.C, e morreu por volta do ano 45 d.C, Assim, pois, deve ter sabido do maior acontecimento do primeiro século de nossa era e dos fatos referentes a Jesus, sua vida e o drama da crucificação. A pesar disso, guarda absoluto silêncio sobre tais fatos, tanto em sua cuidadosa enumeração das seitas e fraternidades então existentes na Palestina, como também em seus relatos sobre a Jerusalém de seu tempo, Foi um grande místico e em suas obras abundam idéias nobres e metafísicas, uma vez que, em conhecimentos esotéricos, não teve rival durante alguns séculos entre os mais exfinios escritores, [O simbolismo da Bíblia de Filon é notável, Diz-se que os quadrúpedes, aves, répteis, árvores e lugares nela mencionados são todos “alegorias das condições da alma, das faculdades, tendências ou paixões; as plantas úteis constituíam alegorias das virtudes; as nocivas eram-no das afecções dos ignorantes, e assim sucessivamente em todo o reino mineral, no céu, na terra e os astros; nas fontes e rios, nos carmopos e nas casas; nos me- tais, substâncias, armas, vestimentas, ornamentos, mobiliários, o corpo e suas partes, os Sexos e nossa cendição exterior” (Dic, de Biog. Crist.). Tudo isso corrobora poderosa- mente a idéia de que Filon era versado na Cabala antiga. (Glossário da Chave da Teoso- fia]
Ver Pedra Filosofal. 191
Um dos nomes dados à Escola neoplatônica de Alexandria,
Um dos seis Darzanas, sistemas ou escolas filosóficas da Índia; um sistema de lógica hindu fundado pelo Richi Gautama, [Este sistema é chamado tam- bém de filosofia dialética de Gotama (ou Gautama), Como seu nome indica (propriedade, conveniência), o sistema nyáya é o método adequado para se chegar a uma conclusão através da análise lógica, Segundo tal sistema, através de um raciocínio justo e reto o homem subtrai=-se do falso conhecimento e alcança a libertação, (Ver Darzanas.))
Foi fundada por Jaimini. Seu objetivo, como aquele da escola Uttaranmímânsáã, é “ensinar a arte de raciocinar, com o propósito expresso de facilitar a interpretação dos Vedas, não apenas na parte especula- tiva, mas também na prática”, especialmente no que se refere ao Karma, isto é, à ação tanto religiosa como secular e a seus frutos, e de que modo liga o homem a este mundo, sendo uma causa da reencarnação, motivo pelo qual também foi dado a este sistema fi- losófico o nome de Karma-Mínânsá. (Ver Darzanas.)