Kchetra ou Kchetram
Ver Kshetram.
Glossário Teosófico
Ver Kshetram.
Ver Kshetra-kshetrajãau,
Ver Kshetrajha,.
Ver Kshetrf, Kehipnu (Sánsc.) — Que opõe obstáculos. Kchipta (Sânsc.) — A flito; difamado; precipitado; depreciado; vil. Kchira ou Kchira (Sânsc.) — Leite, Kchira-samudra (Sânsc.) — O oceano de leite batido pelos deuses [para extrair o amrita.) Kehit (Sânsc.) — Senhor, governador, habitante. Kehiti (Sânsc.) — Destruição, decaimento, fim, desaparecimento; habitação: a Terra; o deus de Terra, Kehoba (Sânsc.) — Emoção, vibração, impulso, agitação, porturbação, temor, Kebar-Zivo ou Cabar-Zivo (Gn.) — Um dos principais criadores, no Codex dos nazarenos. [É também conhecido pelo nome de Nebat-lavar bar lufin-Ifafin; Senhor de esplendor; Timão e Vide do alimento da Vida — sendo ele a terceira Vida —, produz ou- tras sete vidas (as virtudes cardeais), que'brilham em sua própria forma e luz “lá do al- to”, opondo-se à influência dos sete princípios malignamente dispostos” (os sete pecados capitais) e restabelecendo o equilforio entre o bem e o mal, a luz e as trevas. (Ísis sem Véu, 1, 300) Keherpas (Zend.,) — Forma aérea, [O terceiro Princípio, segundo o Avesta. (Cinco Anos de Teosofia)]
Ver Kshayita.
Seu verdadeiro nome é Talbot. Nasceu em Worcester, no ano de 1555, Foi autor de uma obra escrita em latim, intitulada Tratado da Pedra dos Sábios, que, segundo seu editor Elias Ashmole, é uma tradução latina de uma antiga obra her- mética, que tratava da transmutação dos metais e que foi encontrada na tumba de um bispo católico, obra que a casualidade colocou nas mãos de Kelly juntamente com uma certa quantidade de pó de projeção. Instruído pelo sábio alquimista Dr, Jean Dée, fabri- cou grandes quantidades de ouro na presença de numerosas personagens fidedignas, en- tre as quais são citados o médico da corte imperial, Tadeo de Hayek (Agecius), outro médico chamado Nicolás Barnaud, o marechal Rosemberg e o próprio imperador Maxi- miliano 11 da Alemanha, que o cobriu de favores é o nomeou marechal da Bohemia. No final de sua vida, foi perseguido e encarcerado, morrendo, no ano de 1597, de um aci- dente infeliz que lhe aconteceu quando tratava de se evadir da prisão. Kena (Sânso.) — Literalmente, “com quê?” ou “por quê?*”, Título de um Uipanichad. (Ver Kenopanichad.) 291
Uma espécie de adivinhação praticada através da observação do raio, Kerneter (Eg.) — Literalmente, “Morada dos deuses”. (Ver Aahia e Amenti.) Kesava ou Keshava (Sânsc.) — De Kesa, cabelo. “Que tem cabeleira abundante ou opulenta”; “de cabeleira formosa”; “que tem cabelo longo", D. K. Laheri, em seu Co- mentário do Uttara-Gítã, diz que o termo Kesava deriva de Ka-ísa-va, “que goza de fe- licidade”; porém é preciso levar em conta que a palavra Ka significa também cabelo ou cabeleira, além de felicidade. Davies, baseando-se em outra etimologia, traduz tal pala- vra no sentido de “aquele que dorme sobre as águas”, Sobrenome de Vishnu ou Krishna, Keshara (Sânsc.) — “Que passeia ou anda pelo céu”, isto é, o yogí que pode viajar em sua forma astral. Xeshara significa também filamentos do lótus e de outros vegetais, talvez porque flutuam no ar. [Segundo se declara no sexto adhyâáya (capítulo) do rei dos tratados místicos, o Dhyânezvari, o corpo do yogí torna-se como que “formado de ar”, como uma “nuvem da qual brotaram membros”, depois do que “ele (o yogD vê as coisas existentes mais além dos mares e das estrelas, ouve e compreende a linguagem dos devas (deuses) e percebe o que se passa na mente da formiga”. (A Voz do Silêncio, L)]
Ver Kesava, Keshi ou Keshin (Sánsc.) — Literalmente, “cabeludo ou que tem cabeleira abun- dante”, Nome de um dairya, demônio ou gigante, a quem Krishna matou em luta ferre- nha. Keshinichúdana (Sânsc.) — Literalmente, “matador de Keshin". Sobrenome de Krishna. (Bhagavad-Gitãá, XVIII, 1) Keshisâdana (Sânsc.) — Significado idêntico ao de Keshichfidana. Kether (Hebr.) — A Coroa, o mais elevado dos dez Sephiroth; o primeiro da Tríada suprema. Corresponde ao Macroprosopo, Grande Face ou Arihk Anpin, que se diferen- cia em Chokmak e Binah, (W., W, W,) [O Ancião dos Anciões, o Desconhecido do Des- conhecido, tem forma e, contudo, nenhuma forma. Tem uma forma através da qual se mantém o Universo, Mas não tem forma alguma, porque Ele não pode ser compreendi- do, Quando, no princípio, tomou esta forma (Kether, a Coroa, o primeiro Logos), deixou dele emanarem nove Luzes brilhantes (a Sabedoria e a Palavra, que com Kether forma- ram a Trfada, e em seguida os sete Sephiroth inferiores)... É o Ancião dos Anciões, o Mistério dos Mistérios, o Desconhecido do Desconhecido, Tem uma forma que lhe per- tence, visto que se manifesta a nós (graças a ela) como o Ancião acima de todos, como o Ancião dos Anciões e como o mais Desconhecido dentre o Desconhecido. Porém, 292
Só, único, puro, inteiro, todo. Kevala-chaitanya (Sânsc.) — A mente pura, só ou isolada. Kevalâtman (Sânsc.) — O Espírito puro. Kevalin (Sânsc.) — Aquele que crê na doutrina da unidade do Espírito, Entre os jai- nas, um Árhat, (P, Hoult)
Ver Kesa, Kezara —- Ver Keshara,
Ver Keshava ou Kesava.
Ver Keshi ou Keshin, Kezinichúdana —Ver Keshinichúdana. Kh (Sânsc.) — Símbolo de um nádi, que procede do coração, (Râma Prasãd) Kha [ou Kham] (Sánsc.) — Sinônimo de Ákáza, [Espaço, éter, firmamento, céu, ar. Um dos cinco elementos grosseiros dos filósofos sânkhyas: terra, dgua, fogo, ar e éter (Kha).)] Kha (Eg.) — Entre os egípcios, é o primeiro princípio humano: o corpo. Khaba (Eg.) — O terceiro princípio humano, entre os egípcios: a sombra. Khachpa (Sânsc.) — Cólera, paixão; violência.
Demônios-fêmeas maus, segundo a crença popular, Na filosofia esotérica, são as forças ocultas e malignas da Natureza. Elementais conhecidos em sâns- crito pelo nome de Dákinês (ver).
Os primeiros habitantes da Caldéia, que foram, no início, adoradores do Deus-Lua, Deus-Lunus, culto que a eles foi levado pela grande corrente da primitiva emigração hindu e posteriormente por uma casta de astrólogos e Iniciados regulares.
Nome dado pelos egiptólogos ao antigo idioma do Egito, Também chamado de Khami, Khanda (Sânsc.) — Pedaço, fragmento; seção ou capítulo de um livro. Khanda-kála (Sânsc.) — Tempo finito ou condicioado, em contraposição ao tempo infinito, ou seja, a eternidade: Kála. Khâpagã (Sánsc.) — O Gâênges, considerado como un rio celeste, Kharpara (Sânsc.) — Crânio; gamela do mendigo. Khati (Súnsc.) — Fantasia, capricho. Khattiya (Pál.) — Equivalente ao sânscrito Kshattriya ou Kchatriya. Khazarírin (Sânsc.) — De Kha, éter, e shárira, corpo. Que tem um corpo glorioso ou etéreo, Khechara (Sânsc.) — Que se movimenta no ar, 293
Deusa que personifica o Ocidente, Khi (Chin.) — Literalmente, “alento”; significa o Buddhi. Khidira (Sânsc.) - À Lua. Khidra (Sânsc.) — Dor, tormento, miséria, Khila (Sânsc.) — Vazio, deserto, inculto; suplemento, apêndice,
não podem constituir o mesmo sistema sublime da priini- tiva escola Yogâchârya de budismo puro, que não é do Norte nem do Sul, mas absoluta- mente esotérico, Embora nenhum dos livros autênticos da escola Yogâchârya (o Narjol chodpa) tenha-se tornado público ou vendável, no Yogáâchârya- Bhúmi Shástra, contudo, do pseudo-Aryasangha, pode-se encontrar muito de sistema mais antigo, em cujas dou- trinas deve ter sido iniciado, Porém, há tanta mistura com o Shivaísmo e com magia e superstições tântricas, que a obra deixa de atingir seu objetivo, apesar de sua notável su- tileza dialética, Quão pouco dignas de confiança são as conclusões tirádas por nossos orientalistas e quão contraditórias as datas por eles assinaladas, como se demonstra aqui, Enquanto Csoma Kôrôs (que, diga-se de passagem, nunca travou conhecimento com os 52
Ver Khnum. Khnum [ou Num (Khnoom, segundo a transliteração inglesa)) (Eg.) — À Grande Profundidade ou o Espaço Primordial. [Ver Chnoufis.) Khoda (Per.) - Nome aplicado à Divindade. Kholmukha (Sânsc.) — O planeta Marte, devido à sua cor viva ou avermelhada, Khons ou Chonso (Eg.) — Filho de Maut e AÁmmon; personificação da manhã. É o Harpócrates tebano, segundo certos autores. O mesmo que Hórus, oprime com o pé o crocodilo, emblema da noite e das trevas, ou Seb (Sebek), que é Tifon, Porém nas inscri- ções, é invocado como “Curador de enfermidades e exterminador de todo mal”, É tam- bém o “Deus da caça” e Sir Gardner Wilkinson pretende ver nele o Hércules egípcio, provavelmente porque os romanos tinham um deus denominado Consus, que presidia as corridas de cavalos e por isso o chamavam de “ocultador de segredos”, Porém este últi- mo é uma variante posterior do Khons egípcio, que é mais provavelmente um aspecto de Hórus, visto que tinha cabeça de falcão e portava o látego e o báculo de Osíris, o tate a cruz ansata,
Ver Khum. 294
O Homem-Peixe, Oannes ou Jonas, (Ver Ichthus.) Iehti (Sânsc.) — Sacrifício; oferenda sólida, por oposição ao soma. Ichtipaza (Sânsc.) — Râkchasa ou outro inimigo dos deuses, que rouba a oferenda. Ichtu (Sâánsc.) — Desejo, aspiração,