Grande Arquiteto do Universo
Personificação do Poder Criador, Vizshwakar- man, “autor de todas as coisas”, (Doutrina Secreta, 11, 390) Grande Ave -— Ver Káâla Hansa.
Glossário Teosófico
Personificação do Poder Criador, Vizshwakar- man, “autor de todas as coisas”, (Doutrina Secreta, 11, 390) Grande Ave -— Ver Káâla Hansa.
Um mahákalba ou Idade de Brahma, cuja duração é de 311,040,000,000,0060 de anos solares, Seu símbolo é Garuda, Dentro do Grande Ciclo há inúmeros ciclos menores,
Termo equivalente a Manvantara, Kalpa ou Dia de Brahmã. O sig- nificado da expressão “Grande Dia esteja conosco" não é tão facilmente revelado a um público não- familiarizado com os ensinamentos místicos do Ocultismo, ou, melhor di- zendo, do Budhismo ou Sabedoria Esotérica. É uma expressão peculiar do Budhtismo e é tão vaga e confusa para o profano como a dos egípeios “o Dia venha a nós”, que é idêntica à primeira, embora a palavra “esteja”, neste sentido, pudesse ser ainda melhor substituída por uma destas duas: “permaneça” ou “fique conosco”, pois se refere àquele longo período de Repouso, conhecido pelo nome de Paranirvâna, (Doutrina Secreta, L, 159
Este nome é utilizado para designar Ofis (ver). O dogmatismo católico-romano, oposto a toda razão e lógica, identifica-o com Satã e Lúcifer, (Doutri- na Secreta, HI, 35) 211
Qualificativo utilizado para designar Mãra, em A Voz do Silêncio, L.
O Caos; as águas; a matriz universal,
À crença na separitividade da Alma ou Eu do Eu Único, uni- - versal e infinito. (A Voz do Silêncio, D |
Há várias “Grandes Idades” mencionadas pelos antigos. Na Índia abarcava todo o Mahâ-manvantara, a “Idade de Brahmãâ”", cada dia do qual representan- do o ciclo de vida de uma cadeia, isto 6, compreende um período de sete Rondas (ver Buddhismo Esotérico de A, P. Sinnett). Assim é que, enquanto um “Dia” e uma “Noite” representam, como Manvantara e Pralaya, 8.640.000,000 de anos, uma “Idade” dura um perfodo de 311.040,000,000,000, após o que o Pralaya, ou dissolução do Universo, tor- na-se universal, Entre os egípcios e gregos, a “Grande Idade” referia-se apenas ao ano tropical ou sideral, cuja duração é de 25,868 anos solares. Sobre a idade completa — a dos deuses — nada diziam, porque era um ponto que podia ser discutido e divulgado unica- mente nos Mistérios, durante as cerimônias da Iniciação, À “Grande Idade” dos caldeus era a mesma, em números, que a dos hindus.
Ver Mahâ-mávyâ.
Com este nome designa-se, poeticamente, o ciclo total, completo, de existências em uma Ronda, (A Voz do Silêncio, LD
Costuma-se chamar assim a Grande Fraternidade Branca do Tibet ou do Himalaia,
O Caos; a “Virgem Celestial”, o Aima dos cabalistas; a Grande Mãe de todas as existências,
O Espírito Santo; a Mãe Água. Nos ensinamentos secretos, alude-se freqlientemente ao “Mar de Vida” pelo nome de “Grande Mar”, ou seja, a vida terrestre. (Doutrina Secreta, II, 530)
É a renúncia à eterna e suprema bem-aventurança do Nirvâna, a que fez jus por seus próprios méritos, para coadjuvar a salvação da humanidade. “O Bodhisativa, que ganhou a batalha, que tem em sua mão o galardão da vitória e que, contudo, diz em sua compaixão divina: “Em proveito de outros abandono este grande prêmio, efetua a Renúncia Maior. É um “Salvador do mundo ”, (A Voz do Silêncio, IL e 11ID (Ver Buddhas de Compaixão e Nirmânakâáya).
A duração total de nosso ciclo de existência ou Mahâákalpa, isto É, a revolução completa de nossa cadeia especial de sete Globos ou esferas, do início ao fim. O Universo é também designado pelo nome de “Grande Roda”,
(Ananta Zecha). & teologia ocidental, igno- rante da Cabala, única chave capaz de revelar os segredos da Bíblia, fez dela o diabo, (Doutrina Secreta, 1, 368)
Este qualificativo é utilizado para designar a “Doutrina do Coração”, (Ver À Voz do Silêncio, ID Grichma (Sânsc.) — Um dos seis ritus ou estações da Índia: a estação quente ou verão. Grihitri (Sânsc.) — Literalmente, “aquele que colhe”; conhecedor. Grihitri-samâpatti (Sânse.) — Conhecimento do conhecedor: instrumento do co- nhecimento. (M, Dvivedi, Comentário dos Aforismos de Patânjali) 212
Ver Muro protetor. Gudikesha (Sânsc.) — Há certa discordância sobre a etimologia e significado desta palavra. Para alguns, decompõe-se em gudáâka-fza, que significa: “Senhor ou vencedor do sonho (da ilusão)”, segundo À. Besant; o “insone” (govindâchârya); para outros, de- compõe-se em guda keza € significaria: “aquele de cabeleira redonda”; “aquele de cabelo eriçado ou embaraçado” (cujus capilli globulorum instar, intorfi sunt — Lassen); “aquele de espessa ou abundante cabeleira”. Sobrenome de Krishna (Bhagavad-Gitá, XI, 7) e de Arjuna Gider, UI, 9; X, 20). Guff (Hebr.) — O corpo; a forma física. Também se escreve Gof. Guhya (Sânsc.,) — Oculto, secreto, misterioso. [Como substantivo significa: misté- rio, segredo, arcano.) Guhyabhâchita (Sânsc.) — Fórmula mágica ou mantra secreto, Guhyaka (Sánsc.) — Nome de um dos semi-deuses, guardiães dos tesouros ocultos de Kuvera, Guhya-vidyã (Sânsc.) — Conhecimento secreto dos mantras místicos, [Ciência oculta ou esotérica, (Ver Gupta- Vidyãâ.)) Guhyezvart (Sáânsc.) — Prainã ou deusa do mistério; energia feminina do Adi-bud- dha - Gullweig (Esc.) — Personificação do mineral “de ouro”. Diz o Edda que, durante a Idade do Ouro, quando o homem ainda desconhecia a sede de ouro e riquezas, “quando os deuses brincavam com discos de ouro e nenhuma paixão perturbava a beleza de uma vida pura”, toda a Terra era feliz, Porém, logo “Gullweig (o mineral de ouro) faz chegar a feiticeira encantadora, que, três vezes lançada ao fogo, surge cada vez mais bela do que antes e cheia de insaciável desejo de almas dos deuses e dos homens”, e tudo mudou, Foi então que as Nornas (o passado, o presente e o futuro) entraram no ser e desapareceu a paz bendita dos sonhos da infância e nasceu o pecado com todas as suas más conseglên- cias. (Asgard e os Deuses)
Retiros subterrâneos, onde os yogês dedicam-se a diversas práticas do Yoga. Gunabhedatas (Sânse.) -- Segundo a divisão ou distinção das qualidades (gunas). Gunabhoktri (Sânsc.) — “Aquele que percebe ou experimenta as qualidades (gu- nas)"; o Espírito, que é testemunha ou experimentador da ação das qualidades na nature- za material, Guna-dharma (Sânsc.) — O dever inerente à posse de uma determinada qualidade, Guna-maya (Sânsc.) — Que contém as três qualidades; formado ou constituído pe- los gunas; virtuoso, Gunamayft-máya (Sânsc.) — À ilusão produzida pelas qualidades. Gunânvita (Sânsc.) — Envolto ou oculto pelas qualidades, 213
Ver Jâna, Gyan-Ben-Giàân (Pers.) - Rei dos Peris, os Silfos, na antiga mitologia iraniana,