Jhâna
Ver Jrâna, Jhâna Bhâskara (Júâna Bhâskara) (Sânsc.) — Uma obra que trata de Asuramâya, mago e astrônomo atlante, c outras lendas pré-históricas, 266
Glossário Teosófico
Ver Jrâna, Jhâna Bhâskara (Júâna Bhâskara) (Sânsc.) — Uma obra que trata de Asuramâya, mago e astrônomo atlante, c outras lendas pré-históricas, 266
O olho da sabedoria ou da inteligência: (aquele) que é dotado do olho da sabedoria, Jóâna-devas (Gôan-Devas) (Sânsc.) — Literalmente, “os deuses de conhecimento e sabedoria”, São as classes superiores de deuses ou devas; os filhos “nascidos da mente” de Brahmã e outros, incluindo entre eles os Mânasa-putras (os Filhos do Intelecto). Esotericamente são os nossos Egos que se reencarnam, Jiâna-gamya (Sânsc.) — Exeqúível pelo conhecimento; acessível ao connecimento; o fim do conhecimento, Júâna- Kaya (Sânsc.) — O sub-koza, revestimento ou invólucro de sabedoria, que corresponde ao mundo mental superior. (P, Hoult) Jnâna-mârga (Dynan Mârga) (Sânsc.) — Sendeiro do conhecimento, Um dos sen- deiros de perfeição. (Ver Jiâna-yvoga.)
Nervo sensitivo e também o Suchumna, porque dele nascem todos os nervos sensitivos. (Unrtara-Gitá, 11, 15) Júâna-pâvana (Sânsc.) — Purificação através do conhecimento ou da sabedoria. “Verdadeiramente não há neste mundo um purificador comparável ao conhecimento”, diz o Bhagavad-Gitá (IV, 38). Jóâna-sakti (Gnânasakti) (Sânsc.) — O poder do intelecto ou do verdadeiro co- nhecimento, uma das sete grandes forças da Natureza (seis, exotericamente), Júânavân ou Júânavant (Sânsc.) — Sábio, douto, inteligente, conhecedor. Jôâna-yajõa (Sânsc.) — Sacrifício de sabedoria ou de conhecimento,
Ver Yins. Jishnu (Sânsc.) — (Literalmente, “vitorioso”.] Chefe da Hoste Celestial; título de Indra, que, na guerra dos Deuses com os Asuras, foi caudilho da “Hoste dos Deuses”. E “Miguel, príncipe dos Arcanjos” da Índia. Jita (Sâánsc.) - Vencido, dominado, sobrepujado. Jitasangadocha (Sânsc.) — (O) que venceu o mal das afeições, tendências ou dese- jos. Jitâtmá ou Jitâtman (Sánsc.) — “Que vence ao eu”; aquele que vence ou domina a si mesmo, Jitendriyas (Jita-indriyas) (Sânsc.) — Que tem os sentidos reprimidos ou domina- dos. . Jiva (iva) (Sânsc) - Vida, no sentido do Absoluto; significa também a Mônada ou Atmâ- Buddhi. (Jíva apresenta também os seguintes significados: princípio vital, alma ou espírito vivente; ser, alma ou espírito individual; eu humano; criatura ou ser vivente, existência. No fim de uma palavra composta, significa: vivo, vivente, vivificador.] Jiva-bhúta (Sânsc.) — Vivente, vivo, vital; que é elemento ou princípio de vida; que anima os seres viventes; convertido em espírito individual, “Uma parte eterna de si mes- mo, convertida em espírito individual (jfvabhúta(s)) no mundo dos viventes, atrai para o sentido interno e os outros cinco sentidos, que têm lugar na natureza material.” (Bha- gavad-Giá, XV,7) Jiva=-loka (Sânsc.) — O mundo dos viventes. Jívana (Sânsc.) — Vida, existência, subsistência, sustento, Fivanasyf (Sânsc.) - Amor ou apego à vida, Jivanmukta (Sânsc.) — [Literalmente, “liberto ou emancipado em vida”.] Um. Adepto ou yogi que tenha chegado ao último estado de santidade e que se emancipon da matéria; um Mahátmá ou Nirvâni, “aquele que alcançou o Nirvâna durante a vida”, [O Jivanmukta mora no Nirvâna, mas desce aos mundos inferiores a fim de contribuir para a evolução da humanidade. (P. Hoult) Aquele que conseguiu a libertação do Eu.) Jivâtmãâ ou Jivâtman (Sánsc.) — À Única vida universal, em geral; porém significa também o Espírito Divino no homem, [O Espírito animador oude vida; o Espírito indivi- dual ou humano, ou seja, o Espírito individual encarnado num ser vivente, o Espírito in- dividual em contraposição ao Espírito universal ou Paramâtman.) | Jiívita (Sânsc.) — Vida, subsistência; criatura vivente; vivo, Jmâ (Sânsc.)— À Terra, 267
Ver Jhâna. Júâna ou Jhânam (Sânsc.) — Esta palavra, em transliterações, pode ser assim apresentada: Gnâna, Gfiâna, Gnyâna, Jhâna, Dnyan. Djnâna, Djfiâna etc. Literalmente, “conhecimento”; esotericamente, “conhecimento supremo ou divino”, adquirido através do Yoga. É o conhecimento aplicado às ciências esotéricas; conhecimento, sabedoria oculta. [A palavra júâna significa, em geral, conhecimento, saber, inteligência, compre- ensão, percepção, consciência etc., porém é preciso fazer uma distinção importante entre júâna e vijiána, designando o primeiro, o conhecimento adquirido através dos livros ou dos ensinamentos orais do guru (mestre), enquanto o segundo expressa o conhecimento superior, intuitivo, a visão com os olhos da alma ou percepção espiritual, (Ver Vijjâna e Intuição.)
Historiador do séc. 1 de nossa era, Judeu helenizado, que vivia em Alexandria e morreu em Roma, Segundo Eusébio, escreveu as dezesseis famosas linhas referentes a Cristo (ver /sis sem Véu, II, 196 e 328), que, com a maior probabilidade, foram interpoladas por Eusébio, o maior falsário entre os Padres da Igreja. Esta passa- gem em que Josefo, que era judeu acérrimo e morreu no judaísmo, reconhece, contudo, o Messianismo e a origem divina de Jesus, é agora declarada espúria pela imensa maioria dos bispos cristãos (Lardner entre outros) e até pelo próprio Paley. (Ver seu Evidência do Cristianismo.) Esta foi, durante séculos, uma das provas mais dignas de fé da existên- cia real de Jesus, o Cristo. (Glossário de Chave da Teosofia).
Ver Joetunheim,
Ver Joetuns.
Ver Júpiter. Juchta (Sânsc.) — Aceitável, grato, digno; dotado etc. Jul (Esc.) — À roda do Sol, razão pela qual a Páscoa de Natividade, que era consa- grada a Freyer ou Fro, o Deus-Sol, sazonador de campos e frutos, foi posteriormente admitida no círculo dos Ases [Deuses], Como deus solar e das colheitas abundantes, resi- dia na mansão dos Elfos de Luz,
Yoga, devoção ou sendeiro de conhecimento ou de sabedo- ria, União com a Divindade através do conhecimento espiritual. Este yoga consiste no completo domínio dos sentidos e da mente, fazendo com que esta se concentre e se fixe na contemplação do Espírito onisciente, para d'Ele receber a iluminação, Jhânendriyâni (Sânso.) — Ver Jiânendrivyas, Jnânendriyas (Jnâna-indriyas) (Sâánsc.) — Às cinco vias ou condutos do conheci- mento, [As cinco potências ou faculdades sensitivas ou de percepção (visão, audição, ol- fato, gosto e tato), das quais são manifestações ou materializações os órgãos físicos dos sentidos (olhos, ouvidos, nariz etc), (Ver Indrya e Karmendriyas.)) Jhâni ou Jãânin (Sânsc.) — Sábio, conhecedor, homem de ciência; aquele que segue o sendeiro de conhecimento ou de sabedoria (Jriâna-mârga), em contraposição ao Kar- min, homem que segue o sendeiro da ação, (Karma-mârga). 268
Nome chinês de Tathágata, título aplicado a todos os Buddha. (A Voz do Silêncio, ID Júpiter (lat.) - Seu nome deriva da mesma raiz do Zeus grego, É o deus maior dos antigos gregos e romanos, igualmente adotado por outras nações, Tem inúmeros nomes, entre outros: 1º) Júpiter Aérios; 22) Júpiter Ammon do Egito; 3º) Júpiter Bel-Moloch, o caldeu; 4º) Júpiter-Mundus, Deus-Mundus, “Deus do Mundo”; 5º) Júpiter-Fulgur, “o Fulgurante ou Tonante”etc.
O Júpiter-Mundus (ver Júpiter), Inclula em si os quatro ele- mentos € os quatro pontos cardeais e, portanto, era conhecido na Rona Antiga pelo título 269
O mais sagrado de todos os juramentos, A violação do jura- mento sodálico era seguida de pena de morte, O juramento € o Sod (ciência secreta) eram anteriores à Kabbalah ou Tradição e os antigos Midrashim tratavam extensamente dos Mistérios ou Sod, antes de serem incluídos no Zohar. Atualmente são indicados pelo no- me de Mistérios secretos do Thorah (ou Lei), cuja violação é castigada com a morte,
Na Alemanha do norte era a deusa da Terra; o mesmo que Nerthus e Freya ou Frigg escandinava. Jormungand (Esc.) — À serpente de Midgord, filha de Loke,
Com esta única palavra pode-se representar todo o espírito da doutrina de Buddha, porque esta ensina que todo homem recebe, em virtude das operações do infalf- vel e inexorável Karma, exatamente a recompensa ou castigo que merece, nem mais nem menos, Nenhuma ação, boa ou má, por insignificante e oculta que seja, escapa à equili- brada balança do Karma. (Olcott, Catec, Buddh.) (Ver Karma,) Jvala (Sânsc.) — Ardente, flamejante, flamígero, chama. Jvâla ou Jw8&lâ (Sânsc.) — Chama, luz. Jválâjihva (Sânsc.) — “Que tem por língua uma chama”, o deus Agni. Jvalâ-mukht (Sânsc.) — Literalmente, “boca de fogo”. Famoso local de peregrina- ção, no Norte do Penjab, onde brota fogo do solo. Segundo diz a lenda, é o fogo que Sâ- 1, esposa de Shiva, criou e no qual ela própria se queimou. (Dowson,Dicionário Clássico Hindu). Jvalana (Sânsc.) — Fogo, fogo flamejante. Jvara (Sânsc.) — Febre, dor, tristeza, inquietude. Jyâ (Sânsc.) — À mãe Terra; força, violência. Jyalkchtha (Sânsc.) — O mês de Fyechtha (ver), O dia da Lua cheia do referido mês. Jyau (Sânsc.) — O planeta Júpiter. Jyâyas (Sânsc.) — Melhor, superior, maior, mais poderoso, excelente, o melhor. Jychtha (Sânsc.) — O mês hindu que corresponde ao nosso maio-junho; o décimo oitavo asterismo ou mansão lunar. Jyechtha-varna (Sânsc.) — De casta superior; o brâhmane, Jyotisha (Sânsc.) — Astronomia e Astrologia; um dos Vedângas [partes do Veda]. Jyotishâm-Jyotih (Sânsc.) — À “luz das luzes”, o Espírito Supremo, assim chama- do nos Upanichads. Jyoticht (Sânsc.) — Estrela, planeta, constelação.
Luz, esplendor, fogo; estrela, astro, luzeiro; o Sol, Usado em número dual: o Sol e a Lua, Jyoris é também um dos três sacrifícios. (Ver Ayus.) Jyotsnã (Sânsc.) — Aurora; um dos [quatro] corpos que Brahmã tomou; o crepús- culo matutino. [Claridade ou luz da Lua; noite de Lua.) 270