Glossário Teosófico

Zelator

O grau mais inferior de todo o sistema rosacruz exotérico; uma espécie de noviço ou chelâ inferior. Zelotum (Alg.) — Pedra mercurial. Zemasarum (Alg.) — Cinabre. [Sulfureto de mercúrio (vermelho) na química vul- gar.) Zend-Avesta ou Zen Dawasta (Pelv.) - Nome geral dos livros sagrados dos par- ses, adoradores do fogo ou do Sol, como são chamados por ignorância. Muito pouco se compreendeu das grandes doutrinas, que se encontram nos vários fragmentos que com- põem tudo o que restou atualmente da coleção de obras religiosas, que no Zoroastrismo é chamado indistintamente de Culto do Fogo, Masdeísmo, Dualismo, Culto do Sol etc. O Avesta, como é hoje colecionado, tem duas partes, sendo que a primeira contém o Vendidãd, o Vispérat e o Yazna. À segunda, denominada Khorda Avesta, é composta de orações curtas chamadas de Gâh, Nyâyish etc, Zend significa “comentário” ou “expli- cação” e Avesta (do persa antigo ábáâshriã) “lei”, (Ver Narmsteter,) Segundo observa, em nota de rodapé (ver: fnt. XXX), o tradutor do Vendidãd: “o que se costuma chamar de língua “Zenda” deveria denominar-se “língua A vesta”, porque o Zendês não é idioma de modo algum e, se tal palavra é utilizada com tal designação, pode aplicar-se apenas ao pelvi””. Mas, o próprio pelvi é apenas o idiona para o qual foram traduzidas certas partes originais do Avesta, Então, que nome se deve dar ao antigo idioma Avesta e, particular- mente, ao “dialeto especial” mais antigo que o idioma geral do Avesta, em que estão es- critos os cinco Gâáthas no Yazna? Até o presente, os orientalistas permanecem calados sobre esse assunto, Por que o Zendês não poderia ser da mesma família, senão idêntico ao Zen-sar, que também significa a linguagem que explica o símbolo abstrato ou a “lin- guagem do mistério”, empregada pelos Iniciados?

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