Glossário Teosófico

Viril

Pequena custódia que se põe dentro da grande e em cujo interior se coloca uma hóstia, que representa o corpo de Cristo; ao seu redor emanam raios dourados em todas as direções. Pelos documentos relativos à Pérsia, sabemos que o viri! de nossos tempos figurava também nas cerimônias masdeístas, nas quais representava Mithra e que Mithra não era mais do que a força emanente do Sol, concebido como regulador do tem- po, iluminador do mundo e agente de vida. O Veda dos hindus confirma sobejamente esta interpretação do símbolo e dá, ao mesmo tempo, o primeiro sentido da fórmula cristã: per quem omnia facta sunt. (E. Burnouf, “O Budismo no Ocidente”, artigo publi- cado nos primeiros números da revista Estudos Teosóficos.) Viruddha (Sânsc.) — Oposto, contrário, hostil; odioso, proibido, perigoso; detido, impedido, Virúdha (Sânsc.) — Crescido, desenvolvido, formado; profundo, elevado. Vírya (Sânsc.) — Virilidade; poder, força, energia, vigor, empenho, zelo, Viryavant (Sânsec.) — Forte, potente, esforçado, animado; poderoso; eficaz, Visarga (Sânsc.) — Emanação; criação, produção; doação; abandono, desistência; cessação, fim. Vishaya (Sânsc.) — Esfera, domínio; alcance; objetivo; assunto, matéria; ocupação; objeto sensível ou dos sentidos; gozo, prazer; lugar próprio. Vishnu (Sânsc.) — Segunda pessoa da Trimáriu (Trindade) hindu, composta de Brahmã, Vishnu e Shiva. À palavra Vishnu provém da raiz vish, “penetrar ou preen- cher”, No Rig- Veda, Vishnu não é um deus elevado, mas simplesmente uma manifesta- ção da energia solar, descrito “cruzando aos saltos as sete regiões do Universo em mês passadas e envolvendo todas as coisas com o pó (de seus ralos de luz)", Quaisquer que sejam os outros seis significados ocultos desta declaração, esta se refere à mesma classe de tipos dos 7 e 10 Sephiroth, dos 7 e 3 orifícios do perfeito Adão Kadmon, dos 7 “prin- cípios” e da trfada superior do homem etc. Com o passar dos tempos, este tipo místico chega a ser um grande deus, o conservador e renovador, aquele “de mil nomes (Sahasra- nâma)”, [É representado também descansando sobre a serpente Ananta (“sem fim”), 744

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