Glossário Teosófico

Trzim-tzum (Cab,)

Expansão e contração ou, como o explicam alguns cabalistas, “força centrífuga e centrípeta”, Tziruph (Hebr.) — Uma série de combinações e permutações das letras hebraicas, designadas para mostrar analogias e guardar segredos, Por exemplo, na forma chamada Atbash, o AÀ e o T eram substitutos, B e Sh, G e R, eto. (W. W. W.J [Ver Ziruph,] Tzool-mah (Cabal.) — Literalmente: “Sombra”. Declara-se no Zohar (1, 218, a, L, folha 117, a, col. 466), que durante as sete últimas noites da vida de um homem, o Ne- shamah, seu espírito, o abandona e a sombra Tzool-mah, pára de atuar, uma vez que seu corpo não projeta mais sombra alguma. E quando o Tzool-mah desaparece completa- mente, então Ruach e Nephesh (a alma e a vida) se vão com ele. Insistiu-se muitas vezes que, na filosofia cabalística, não há mais do que três “princípios” e com o corpo (Guff), quatro. Pode-se facilmente provar que são sete e mais várias subdivisões, porque há o Neshamah “superior” e o “inferior” (o Manas dual); Reach, Espírito ou Buddhi; Ne- phesh (Kâma), “que não tem luz de sua própria substância”, porém está associado com o Guff (corpo); Tzelem, “Sombra da Imagem” e D'yooknah, Sombra da imagem ilusória ou Máyãvi Rúpa., Vêm em seguida os Zurath, protótipos, e Tab nooth, a Forma; e final- mente Tzurah, “o Supremo Princípio (Árman), que permanece acima”, etc., etc. (Ver Myer, DOabbalah, p. 400 e segs.)

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