Glossário Teosófico

Trismegistus (Herm,)

Sobrenome de Mercúrio ou Hermes, que significa três ve- zes grande, uma vez que foi grande Filósofo, grande Sacerdote e grande Rei, Trisuparna (Sânsc.) — Certa porção do Yeda que, depois de ter sido completamente estudada por um brâhmane, este é chamado também de trisuparna, Tritão (Gr.) — Filho de Possêidon Netuno e de Anfitrite. Seu corpo, da cintura para cima, era de homem e seus membros inferiores eram de delfim, Segundo a interpretação esotérica, Fritão pertence ao grupo de símbolos de peixes, tais como Oannes (Dagon), o Marsya ou Peixe-avatar e os Peixes, como adotados pelo simbolismo cristão. O Delfim € uma constelação chamada, pelos gregos, de Capricórnio e esta última é o Makara hin- du. Ássim, tem um significado anagramático e sua interpretação é inteiramente oculta e mística, sendo conhecida apenas pelos estudantes avançados de Filosofia Esotérica. Basta dizer que é tão fisiológica quanto espiritual e mística. (Ver Doutrina Secreta, II, 611 da 3º edição inglesa.) [Ver também Makara e Makaram, Matsya é Oannes.) Trituração (Herm.) — Em termos de Ciência Hermética, é a dissolução das partes da matéria do magistério, feita por si mesma dentro do vaso, com o auxílio do fogo e através da putrefação. Trivarga (Sânsc.) — Literalmente: “o triplo objeto” (da vida) ou “o triplo bem”: dharma (dever), artha (riqueza ou interesse) e Káma (prazer). Dá-se também o nome de trivarga às três condições, qualidades ou propriedades de uma determinada coisa. Triveni (Sânsc.) — Um dos três centros sagrados do corpo, situado sobre a medula ublonga, De tal centro partem os cordões simpáticos e também dá e Pingalá., (Doutrina Secreta, III, 547,) — Trivenf é também um epíteto do Ganges por ter três afluentes. Trividha (Sânsc.) — Triplo, trino, de três classes, Trividha-dvâra (Sânsc.) — Literalmente: “as três portas”, que são: o corpo, a boca e a mente, ou seja: pureza do corpo, pureza de linguagem e pureza de pensamento, as três virtudes exigidas para se converter em um Buda. Trividyâ (Sânse.) — Literalmente: “os três conhecimentos” ou ciências; os três axiomas fundamentais no misticismo: 1) a impermanência de toda existência ou Anitya; 2) sofrimento e miséria de tudo o que vive e existe ou Duí(s)kha e 3) toda existência física objetiva, tão irreal como uma bolha d'água num sonho, ou Anárnaá,

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