Glossário Teosófico

Seidade (Be-ness, em inglês)

Termo criado pelos teósofos para expressar mais exatamente o significado essencial da intraduzível palavra Sat, Esta palavra [sânscrita] não significa “Ser”, porque pressupõe um sentimento ou alguma consciência de existên- cia. Porém, como o termo Sar aplica-se unicamente ao Princípio absoluto, à Presença Universal, desconhecida e sempre incognoscível, que o panteísmo filosófico postula no Kosmos, denominando-o de base radical do Kosmos e o próprio Kosmos, a palavra “Ser” não era adequada para expressá=lo, De fato, a palavra Sat não é sequer a “Entida- de incompreensível”, como a traduzem alguns orientalistas, uma vez que não é uma En- tidade nem também uma não-Entidade, mas ambas de uma só vez. É, segundo se disse, Seidade absoluta, não-Ser; o Todo único, sem segundo, indiviso e indivisível; a Raiz da Natureza visível e invisível, objetiva e subjetiva, que deve ser percebida através da mais elevada intuição espiritual, porém que jamais deve ser plenamente compreendida, Seidur (Esc.) — Nome que os antigos islandeses davam à mais antiga e terrível for- ma de magia, que se operava sobre o fogo, através da poesia ou de certos cantos. As vf- timas destas práticas execráveis ficavam atormentadas pela idéia de que o resto de suas vidas devia ser uma cadeia de desgraças. . Seir Anpin ou Zauir Anpin (Hebr.) — Na Kabbalah, é “o Filho do Pai oculto”, aquele que reúne em si todos os Sephiroth. Adão Kadmon ou o primeiro “Homem celes- te” manifestado, o Logos,

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