Glossário Teosófico

Potier (Poterius), Miguel

Segundo seus biógrafos, era um homem cuja integrida- de é suspeita. Pretendia possuir os mais maravilhosos segredos da Natureza e se lamen- tava de se ver obrigado a ocultar-se para evitar as obsessões dos príncipes, todos eles desejosos de agregá-lo à sua corte. Jactava-se de possuir a pedra filosofal, mas oferecia- se para dar a receita de sua preparação mediante pagamento. O fato de dedicar aos rosa- cruzes, com grandes elogios à sua ciência, o livro Filosofia pura, faz o público pensar que adquiriu os segredos que queria explorar desta ilustre fraternidade. Realmente, se os dados apontados estão certos, há motivo mais do que suficiente para pensar que Potier era um farsante ou impostor. Porém, como muitos sábios alquimistas foram qualificados de charlatães e visionários, resta sempre a dúvida sobre o caráter deste personagem, dú- vida que talvez o tempo se encarregue de esclarecer. Pra-bala (Sânsc.) — Muito forte, poderoso, grande, intenso, violento. Como subs- tantivo: gema, botão, broto. Prabandha (Sânsec.) — Continuidade, coisa contínua, Pra-bara (Sânsc.) — O guna [modo ou qualidade] predominante ou princípio fun- damental do homem, (P. Hoult) (Ver Pravara.) Pra-bhãâ (Sânsc.) — Brilho, esplendor, luz; beleza. Prabbhâ-kara (Sánsc.) — Literalmente: “Causa ou produtor de luz"; o fogo, o Sol, a Lua. Frabhâsa (Sânsc.) — Esplendor. Um dos oito Vasus (ver esta palavra). Nome de um local de peregrinação situado a Oeste da Índia. Prabhâta (Sânsoc.) — À manhã, a aurora,

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