Glossário Teosófico
Oenoho ou Oeaohoo
É o Um; o primeiro Logos não manifestado; o Pai- Mãe dos deuses; o “Seis em Um” ou a Raiz setenária, da qual tudo procede. Tudo depende do acento dado a estas sete vogais, que podem ser pronunciadas como uma, três e até sete sílabas, acrescentando um e após o o final. Este nome místico é revelado porque, sem um completo domínio de sua tripla pronúncia, permanece sempre ineficaz. Diz-se que é “Um” referindo-se à não separação de tudo quanto vive e tem seu ser, seja em estado ativo, seja em passivo. Em certo sentido, Oeaohoo é a Raiz sem raiz de Tudo e, portanto, é uno com Parabrahman; noutro sentido, é o nome que se dá à Vida Una manifestada, à eterna Unidade vivente. À “Raiz” significa o eterno Sar, a perene Realidade incondicio- nada, seja Parabrahman, seja Múlaprakriti, porque ambos são os dois símbolos do Uno. “Contempla... a refulgente glória sem par, o Espaço luminoso, filho do Espaço obscuro, que surge das profundezas das grandes Águas negras. É o Oeaohoo, o mais jovem (a “Nova Vida”), o * * * (a quem tu conheces agora como Kwan-Shai-Yin), Brilha como o Sol, é o resplandescente Dragão divino de Sabedoria (o Logos, o Verbo do Pensamento Divino). Contém em si mesmo as sete Hostes Criadoras (Sephiroth) e, assim, é a essência da Sabedoria manifestada. Aquele que se banha na luz de Oceaohoo jamais será enganado pelo vêu de Máyãá [ilusão]”, (Estâncias de Dzyan, 11, 7 e comentário)