Glossário Teosófico
Meia Lua
Sin era o nome assírio da Lua e Sín-ai o Monte, o local de nascimento de Osíris, de Dionísio, Baco e vários outros deuses, Segundo Rawlinson, na Babilônia, a Lua era mais estimada que o Sol, pelo fato de as trevas terem precedido à luz. À meia- Lua era, portanto, um símbolo sagrado em quase todas as nações, antes de chegar a ser a insígnia dos turcos. Como diz o autor de Crença Egípcia; “À meia-Lua... não é essen- cialmente uma insígnia maometana, Pelo contrário, era uma insígnia cristã, derivada, através da Ásia, de Astarté babilônica. Rainha do céu ou da Ísis egípcia... cujo emblema era a meia-Lua, O Império greco-cristão de Constantinopla tinha tal insígnia como seu paládio, No princípio da conquista dos turcos, o sultão maometano adotou-a como sím- bolo de seu poder, Desde então, a meia-Lua foi tomada como contraposição à idéia da cruz”, Mel (Alg.) — Solvente dos filósofos. Mela (Sânsc.) — Reunião, assembléia, Melekh (Hebr.) — Literalmente, “Rei”. Um título do Sephira Tiphereth, a V, ou vau do Tetragrammaton -— o filho do Microprosopo (a Face menor), Melhas (Sânsc.) — Uma classe de deuses do fogo ou Salamandras, Melosinae (Cab.) — Espíritos elementais da água, que aparecem comumente sob a figura de mulher, porém podem tomar a forma de serpentes ou peixes. Têm alma, mas não princípio espiritual; este pode ser adquirido ao se unirem ao homem, (O quarto prin- cípio unindo-se ao quinto.) Sua verdadeira forma é a humana; suas formas animais são emprestadas, São também designadas pelo nome de Ondinas, (F., Hartmann) 369