Glossário Teosófico

Lábaro (do latim Labarum)

Estandarte que era levado diante dos antigos impera- dores romanos e que tinha no extremo superior uma Águia, como emblema da soberania. Era uma longa lança com um pau cruzado, formando ângulos retos, Constantino substi- tuiu a águia pelo monograma de Cristo, que levava a divisa Entou Tonika, que, mais tar- de, foi interpretado no sentido de In hoc signo vinces (“com este sinal vencerás”), Em relação ao monograma, era uma combinação da letra X, chi, e P, rho, ou seja, a silaba inicial de Christos. (Ver Crismón.) Porém o lábaro foi um emblema da Etrúria séculos antes de Constantino e da era cristã. Era também o signo de Osíris e de Hórus, fregilten- temente representado com a cruz latina prolongada, assim como a cruz peitoral grega é puramente egípcia, Em seu Decadência e Queda do Império Romano, Gibbon expôs a hipocrisia de Constantino, Este imperador, se é que teve alguma visão, deve ter sido a do Júpiter olímpico, em cuja fé morreu, Labdha (Sânsc.) — Adquirido, obtido, alcançado, Labadhavarna (Sânsc.) — Sábio, pandita, Lâbha (Sânsc.) — Obtenção, aquisição, lucro, proveito. Labhasa (Sâánsc.) — Posse, riqueza, Labhya (Sânsc.) — Que deve ser alcançado, que deve ser obtido.

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