Glossário Teosófico
Jalakântâra (Sânsc,)
Varuna, deus do oceano, Jalapati (Sânsc.) — Senhor das águas: Varuna. Jata-rôpa (Sâánsc.) — Literalmente, “de forma ou corpo aquoso”, Um dos nomes de Makara (o signo zodiacal de Capricórnio). É um dos mais ocultos e misteriosos signos do Zodfaco; figura na bandeira de Kâma, deus do amor, e tem relação com nosso Ego imortal, (Ver Doutrina Secreta) Jalavichuva (Sânsc.) — O equinócio de outono, Jalazaya (Sânsc.) — Vishnu, que dorme sobre as águas. Nos Vedas, é o fogo, princf- pio de vida, que repousa nas águas do samudra ou vaso sagrado. (Dicionário Sânscrito- Francês de Burnouf e Leupol) Jalâzaya (Sânsc.) — Lago, mar. Jalendra (Jala-indra) (Sânsc.) — O Oceano, como rei das águas; Varuna, como deus das águas. Jalezvara (Jala-fzvara) (Sâánsc.) — Significado idêntico ao de Jalendra. Jâlika (Sânsc.) — Mago, feiticeiro, encantador, Jâlma (Sânsc.) — Homem de casta muito inferior, dedicado aos ofícios mais vís. Temerário, cruel, vadio. Jâmblico (Tlamblichus) (Gr.) — Grande teurgo, místico e escritor dos sécs, IIL e IV e filósofo platônico, que nasceu em Calcis (Síria), Nunca existiram biografias corretas do mesmo, devido ao ódio que lhe tinham os cristãos. Porém o que se pode recolher de sua vida, em Íragmentos isolados de obras devidas a pagãos imparciais e escritores indepen- dentes, prova a excelência e a pureza de seu caráter moral e a vastidão de seu saber, Po- de ser qualificado de fundador da magia teúrgica, entre os neoplatônicos, e de restaura- dor dos mistérios práticos fora do templo ou santuário, Sua escola era, de início, distinta daquela de Plotino e Porfírio, que eram extremamente contrários à magia cerimonial e teurgia prática, por considerá-las perigosas, Porém, mais tarde, Jâmblico convenceu Porfírio de sua conveniência em várias ocasiões e tanto o mestre quanto o discípulo acreditaram firmemente na teurgia e na magia, das quais a primeira é, principalmente, o meio de comunicação mais elevado e eficaz com o Ego superior de alguém, através de 260