Glossário Teosófico

Dhyânis inferiores

Nome que se dá aos Pitris solares (ver). Dia de Brahmãâ [Brahmâá-dina, em sânscrito.] — Período de 2.160,000,000 anos, durante aos quais Brahmãá, tendo surgido de seu Ovo de ouro (Hiranyagarbha), cria e forma o mundo material (por ser simplesmente a força fecundante e criadora da Nature- za). Depois deste perfodo, ao serem os mundos destruídos por sua vez pelo fogo e pela água, Brahmâ se desvanece com a natureza objetiva e vem, em seguida, a Noite de Brahmã. [O Dia de Brahmãâ € o vastíssimo período de manifestação ou atividade do Uni- verso, oposto à Noite de Brahmã, período de dissolução e repouso. (Ver Manvantara.)] Diabo (do grego diábolos, caluniador, enganador, difamador, delator.) — Gênio do mal, caluniador e intrigante, (M, Treviãio) Com este nome são designados os anjos rebel- des que, segundo a teologia cristã, Deus precipitou nos infernos como castigo à sua de- sobediência. É o Ahriman dos persas. Para os cristãos, diabo e demônio são a mesma coisa. “A Igreja Católica, em sua luta com o maniqueísmo, inventou o Diabo e, para apa- gar teologicamente o radiante Deus-estrela, Lúcifer, o “Filho da Manhã", criou o mais colossal de todos os seus paradoxos, uma Luz negra e tenebrosa.* (Doutrina Secreta, 11, 249); “... € transformou o divino Alter Ego no grosseiro Satã da Teologia” (Idem, 11, 499); *num Anjo do Mal, um ridículo bfpede com chifres, meio bode, meio macaco, com cascos e rabo” (Idem, II, SOO), Para compreender bem o sentido filosófico que se en- contra no fundo da alegoria dos “Anjos caídos”, tão torturada e desfigurada pela Igreja romana, consulte a Doutrina Secreta, II, pp. 237 e 498 e ss, da última ed, inglesa,

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