Glossário Teosófico

Ankh

Uma forma de cruz ansada; assim: *t Anna-kàya (Sânsc.) — O corpo físico ou de carne, Annamaya koza (ou Kosha) (Sánsc.) — Termo vedantino equivalente a Sthúla Zarf- ra (Sharira), ou seja o corpo grosseiro, físico ou material, Éa primeira “casca” da Mô- nada entre as cinco admitidas pelos vedantinos, entendendo-se por “casca” o que, em Teosofia, é conhecido pelo nome de “princípio”, Annapurna (Sádnsc.) — Ver And. Ánnaya (Sânsc.) — Processo ou estado em que, apesar de não haver consciência material, percebe-se a presença do Atrmá como testemunha de tal estado. (Ver comentá- rio de D. K. Labheri ao Uttara-G&tá, 11, 9.) Annedotus (Gr.) — Nome genérico dos Dragões ou Homens-Peixes, dos quais exis- tiram cinco. O historiador Beroso relata que, em várias ocasiões, surgia do mar Eritreu um semidemônio denominado QOannes ou Annedotus, que, embora sendo em parte ani- mal, ensinou aos caldeus várias artes Úteis e tudo quanto pudesse civilizá-los. (Ver Le- normant, Magia Caldéia, p. 203, e também o artigo “Oannes”.) (W. W. W.) Annufn ou Announfn (Celt.) — “O que não tem fundo”, o Abismo, Tal palavra equivale ao Tohu-bohu da Bíblia, ao Chaos da Teogonia de Hesíodo, ao Tiamat da cos- mogonia caldéia-assíria e ao Múla-prakriti dos filósofos hindus. (E. Bailly)

Círculo de leitura

Receba novos textos e percursos de estudo.