Glossário Teosófico
Animais
Ver Os Quairo Animais, Anima Mundi (Lar.) — “Alma do Mundo”; o mesino que o Alaya dos budistas do Norte; a essência divina que a tudo preenche, penetra, anima e informa, desde o átomo mais diminuto da matéria até o homem e o deus, Em certo sentido, é a “Mãe de sete pe- les" das estâncias da Doutrina Secreta, a essência dos sete planos da inconsciência, cons- ciência e diferenciação moral e física. Em seu aspecto mais elevado, é o Nirvâna e, no inferior, é a Luz Astral. Era feminina entre os gnósticos, os cristãos primitivos e os na- zarenos; bissexual nas demais seitas, que a consideravam apenas ein seus quatro planos inferiores. De natureza Ígnea, etérea no objetivo mundo da forma (e, portanto, éter), e divina e espiritual em seus três planos mais elevados, Quando se diz que cada alma hu- mana nasce ao se desprender da Ânima Mundi, isso significa, esotericamente, que nossos Eus superiores são de idêntica essência àquela da Alma do Mundo, que é uma irradiação do Absoluto Universal, sempre desconhecido, as Animan (Sánsc. — “Pequenez”, “sutileza”, Um dos oito siddhis ou poderes ocultos mais elevados, O poder de se reduzir a um grau extremo de pequenez ou de se asseme- lhar ao átomo. Animar (Alg.) — Dar ao mercúrio filosófico uma alma metálica, Anirdezya (Anirdeshya) (Sánsc.) — Indefinível, indescritível, inexplicável. Aniruddha (Sânsc.) — Livre, sem sujeição. Anirvachantva (Sânsc.) — Indefinível, indescritível, Sinônimo de Anirdezya, Anitya (Sánsc.) — “Não-eterno”, não-permanente, perecível, destrutível, transitó- rio. Como substantivo, significa limitação. (Bhagaván Dás) Anfyâimsam-anivasam (Sánsc.) — “O mais sutil (ou o atômico do sutiD”, Na filo- sofia vedantina este nome é aplicado a Parabrahm, a Divindade Suprema, cuja essência encontra-se em todas as partes, Compara-se à expressão do Bhagavad-Ghá, VII, 9: anor anfyâmsam, mais sutil que o átomo, Anizvara (Sánsc.) — An-Ízvara, “sem senhor” ou “sem Deus”; ateu.